Tag: Covid-19

  • Genética e COVID-19: estudo pode explicar por que a COVID é fatal para algumas pessoas

    Genética e COVID-19: estudo pode explicar por que a COVID é fatal para algumas pessoas

    Um estudo publicado na revista Nature revela novas ligações entre a genética e COVID-19 e a ativação do sistema imunológico.

    A COVID-19 é uma doença que pode causar sintomas leves ou graves, dependendo de vários fatores, incluindo a genética.

    Um estudo realizado por mais de 2 mil pesquisadores analisou o DNA de mais de 24 mil pessoas que tiveram COVID-19 e precisaram de tratamento em terapia intensiva. Eles encontraram 49 sequências de DNA que estão associadas ao risco de desenvolver uma doença extremamente grave.

    O estudo, que foi publicado em 17 de maio na Nature 1, destaca o papel do sistema imunológico em alimentar as fases posteriores da COVID-19 grave. Os resultados podem contribuir um dia para o desenvolvimento de terapias para a COVID-19 e potencialmente outras doenças que causam insuficiência respiratória aguda ou sepse.

    Os pesquisadores descobriram ligações genéticas com respostas inflamatórias e a ativação de células imunológicas – processos que podem danificar os pulmões e reduzir sua capacidade de enviar oxigênio para os tecidos do corpo.

    “Isso definitivamente expande nossa compreensão dos determinantes genéticos da COVID-19 grave”, diz Brent Richards, um geneticista humano da Universidade McGill em Montreal, Canadá.

    O estudo é um dos maiores esforços para investigar como a genética pode ter contribuído para a gravidade da doença. Os pesquisadores esperam que seus achados ajudem a melhorar as opções de tratamento para a COVID-19 e outras condições em futuras pandemias.

    Fonte: Link.

    Um estudo publicado na revista Nature revela novas ligações entre a genética e COVID-19 e a ativação do sistema imunológico.

    Um estudo realizado por mais de 2 mil pesquisadores analisou o DNA de mais de 24 mil pessoas que tiveram COVID-19 e precisaram de tratamento em terapia intensiva. Eles encontraram 49 sequências de DNA que estão associadas ao risco de desenvolver uma doença extremamente grave.

    O estudo, que foi publicado em 17 de maio na Nature 1, destaca o papel do sistema imunológico em alimentar as fases posteriores da COVID-19 grave. Os resultados podem contribuir um dia para o desenvolvimento de terapias para a COVID-19 e potencialmente outras doenças que causam insuficiência respiratória aguda ou sepse.

    Os pesquisadores descobriram ligações genéticas com respostas inflamatórias e a ativação de células imunológicas – processos que podem danificar os pulmões e reduzir sua capacidade de enviar oxigênio para os tecidos do corpo.

    “Isso definitivamente expande nossa compreensão dos determinantes genéticos da COVID-19 grave”, diz Brent Richards, um geneticista humano da Universidade McGill em Montreal, Canadá.

    O estudo é um dos maiores esforços para investigar como a genética pode ter contribuído para a gravidade da doença. Os pesquisadores esperam que seus achados ajudem a melhorar as opções de tratamento para a COVID-19 e outras condições em futuras pandemias.

    Fonte: Link.

  • Vacina contra COVID-19 gera anticorpos que neutralizam vários sarbecovírus

    Vacina contra COVID-19 gera anticorpos que neutralizam vários sarbecovírus

    Uma das estratégias para combater a pandemia de COVID-19 é o desenvolvimento de vacinas que possam proteger contra o SARS-CoV-2 e seus variantes, bem como contra outros vírus relacionados da família dos sarbecovírus.

    Nesse sentido, uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine mostrou que uma vacina de subunidade com adjuvante AS03 induziu a produção de anticorpos monoclonais extremamente potentes que neutralizaram múltiplos sarbecovírus em macacos.

    Os pesquisadores vacinaram macacos com duas doses de uma vacina contendo a proteína RBD ou a proteína Hexapro do SARS-CoV-2, ambas ligadas a nanopartículas e combinadas com o adjuvante AS03, que aumenta a resposta imunológica. Em seguida, eles isolaram e caracterizaram os anticorpos monoclonais produzidos pelos animais ao longo de um ano após a vacinação.

    Eles descobriram que os anticorpos se tornaram progressivamente mais potentes e abrangentes com o tempo, acumulando mutações somáticas nos genes das imunoglobulinas das células B de memória. Alguns dos anticorpos isolados foram capazes de neutralizar não apenas o SARS-CoV-2 e seus variantes, incluindo a Omicron, mas também outros sarbecovírus como o SARS-CoV, o WIV-1 e o SHC014. Esses anticorpos reconheceram sítios conservados dentro do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike dos vírus.

    Os pesquisadores também testaram a eficácia dos anticorpos em camundongos infectados com diferentes sarbecovírus. Eles observaram que a administração profilática dos anticorpos conferiu proteção completa contra o SARS-CoV-2, a Omicron, o SARS-CoV e o SHC014, reduzindo a carga viral nos pulmões dos animais.

    Esses dados demonstram que a vacina de subunidade com adjuvante AS03 pode gerar anticorpos altamente potentes e abrangentes contra os sarbecovírus. Esses anticorpos podem ser usados como terapias ou profiláticos para prevenir ou tratar infecções por esses vírus. Além disso, os resultados sugerem que essa vacina pode oferecer uma proteção duradoura e ampla contra o SARS-CoV-2 e seus variantes emergentes.

    Nesse sentido, uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine mostrou que uma vacina de subunidade com adjuvante AS03 induziu a produção de anticorpos monoclonais extremamente potentes que neutralizaram múltiplos sarbecovírus em macacos.

    Os pesquisadores vacinaram macacos com duas doses de uma vacina contendo a proteína RBD ou a proteína Hexapro do SARS-CoV-2, ambas ligadas a nanopartículas e combinadas com o adjuvante AS03, que aumenta a resposta imunológica. Em seguida, eles isolaram e caracterizaram os anticorpos monoclonais produzidos pelos animais ao longo de um ano após a vacinação.

    Eles descobriram que os anticorpos se tornaram progressivamente mais potentes e abrangentes com o tempo, acumulando mutações somáticas nos genes das imunoglobulinas das células B de memória. Alguns dos anticorpos isolados foram capazes de neutralizar não apenas o SARS-CoV-2 e seus variantes, incluindo a Omicron, mas também outros sarbecovírus como o SARS-CoV, o WIV-1 e o SHC014. Esses anticorpos reconheceram sítios conservados dentro do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike dos vírus.

    Os pesquisadores também testaram a eficácia dos anticorpos em camundongos infectados com diferentes sarbecovírus. Eles observaram que a administração profilática dos anticorpos conferiu proteção completa contra o SARS-CoV-2, a Omicron, o SARS-CoV e o SHC014, reduzindo a carga viral nos pulmões dos animais.

    Esses dados demonstram que a vacina de subunidade com adjuvante AS03 pode gerar anticorpos altamente potentes e abrangentes contra os sarbecovírus. Esses anticorpos podem ser usados como terapias ou profiláticos para prevenir ou tratar infecções por esses vírus. Além disso, os resultados sugerem que essa vacina pode oferecer uma proteção duradoura e ampla contra o SARS-CoV-2 e seus variantes emergentes.

  • SpiN-Tec: a vacina 100% nacional que pode reforçar a imunidade contra novas variantes da Covid-19

    SpiN-Tec: a vacina 100% nacional que pode reforçar a imunidade contra novas variantes da Covid-19

    A pandemia da Covid-19 ainda não acabou e a busca por vacinas eficazes e seguras continua. Uma das apostas é a SpiN-Tec, uma vacina desenvolvida por pesquisadores da UFMG e da Fiocruz, que é a primeira 100% nacional, pois não depende de tecnologias ou insumos de outros países.

    A SpiN-Tec já concluiu a primeira fase de testes clínicos em humanos, com resultados positivos de segurança e potencial imunogênico. A vacina usa um sistema de nanopartículas que carregam fragmentos do vírus Sars-CoV-2 e estimulam a resposta imune celular, que é capaz de combater as variantes do vírus.

    A segunda fase dos testes deve começar em junho e terá como foco verificar o nível de anticorpos e linfócitos produzidos pela vacina. Os voluntários serão pessoas que já receberam as duas doses iniciais de outras vacinas, como CoronaVac ou AstraZeneca, e receberão uma dose de reforço da SpiN-Tec ou de Pfizer ou AstraZeneca.

    A ideia é que a SpiN-Tec possa ser usada como uma terceira dose para aumentar a proteção contra a Covid-19, especialmente contra as novas variantes que podem escapar dos anticorpos neutralizantes. Segundo o coordenador dos testes clínicos da vacina, Helton Santiago, a SpiN-Tec tem o diferencial de focar na imunidade celular, que é a que segura a infecção e a deixa leve.

    A expectativa é que a vacina possa ser aprovada pela Anvisa até o final do ano e entrar em produção em 2024. A SpiN-Tec é uma das quatro candidatas brasileiras à vacina contra a Covid-19 que estão em fase clínica, junto com a ButanVac, a Versamune e a Zydus Cadila.

    A SpiN-Tec já concluiu a primeira fase de testes clínicos em humanos, com resultados positivos de segurança e potencial imunogênico. A vacina usa um sistema de nanopartículas que carregam fragmentos do vírus Sars-CoV-2 e estimulam a resposta imune celular, que é capaz de combater as variantes do vírus.

    A segunda fase dos testes deve começar em junho e terá como foco verificar o nível de anticorpos e linfócitos produzidos pela vacina. Os voluntários serão pessoas que já receberam as duas doses iniciais de outras vacinas, como CoronaVac ou AstraZeneca, e receberão uma dose de reforço da SpiN-Tec ou de Pfizer ou AstraZeneca.

    A ideia é que a SpiN-Tec possa ser usada como uma terceira dose para aumentar a proteção contra a Covid-19, especialmente contra as novas variantes que podem escapar dos anticorpos neutralizantes. Segundo o coordenador dos testes clínicos da vacina, Helton Santiago, a SpiN-Tec tem o diferencial de focar na imunidade celular, que é a que segura a infecção e a deixa leve.

    A expectativa é que a vacina possa ser aprovada pela Anvisa até o final do ano e entrar em produção em 2024. A SpiN-Tec é uma das quatro candidatas brasileiras à vacina contra a Covid-19 que estão em fase clínica, junto com a ButanVac, a Versamune e a Zydus Cadila.

  • Mortalidade por doença hepática relacionada ao álcool aumentou durante a pandemia de COVID-19

    Mortalidade por doença hepática relacionada ao álcool aumentou durante a pandemia de COVID-19

    Um estudo realizado por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) e publicado na revista JAMA Health Forum revelou que as mortes por doença hepática relacionada ao álcool (ALD) aumentaram 23% nos Estados Unidos de 2019 a 2020, em meio à pandemia de COVID-19.

    O estudo também mostrou que as populações indígenas americanas e nativas do Alasca (AIAN) foram as mais afetadas, com uma taxa de mortalidade seis vezes maior do que a dos brancos.

    Os autores do estudo atribuem esse aumento ao consumo excessivo de álcool durante a pandemia, que foi agravado por fatores como estresse, isolamento social, desemprego e falta de acesso a serviços de saúde. Eles alertam que o consumo de álcool não mostrou sinais de diminuição mesmo com o recuo da pandemia e que isso pode ter consequências graves para a saúde pública a longo prazo.

    A doença hepática relacionada ao álcool é caracterizada pelo deterioração progressiva do fígado e perda de função e é agora a principal indicação para transplante de fígado nos Estados Unidos. O fígado é responsável por metabolizar o álcool e eliminar toxinas do organismo, mas quando há um consumo excessivo e prolongado de álcool, o órgão pode sofrer inflamação, fibrose, cirrose e câncer.

    Os pesquisadores usaram dados do banco de dados WONDER Multiple Cause of Death do CDC para analisar as tendências de mortalidade por ALD em todos os estados e grupos raciais ou étnicos. Eles descobriram que as maiores taxas de mortalidade ocorreram em Wyoming, Dakota do Sul e Novo México – estados com algumas das maiores concentrações de populações AIAN. Eles também observaram que essas populações sofrem com uma falha sistêmica de assistência médica e falta de recursos críticos, que exigem uma ação urgente dos líderes políticos.

    Os autores do estudo recomendam que sejam tomadas medidas para aumentar a conscientização sobre os riscos do consumo de álcool, implementar programas de prevenção e rastreamento universal e alocar recursos para agências como o Indian Health Service, que fornece serviços de saúde abrangentes para cerca de 2,6 milhões de índios americanos e nativos do Alasca em 574 tribos reconhecidas federalmente em 37 estados.

    Fonte: Link1, Link 2, Link 3.

    O estudo também mostrou que as populações indígenas americanas e nativas do Alasca (AIAN) foram as mais afetadas, com uma taxa de mortalidade seis vezes maior do que a dos brancos.

    Os autores do estudo atribuem esse aumento ao consumo excessivo de álcool durante a pandemia, que foi agravado por fatores como estresse, isolamento social, desemprego e falta de acesso a serviços de saúde. Eles alertam que o consumo de álcool não mostrou sinais de diminuição mesmo com o recuo da pandemia e que isso pode ter consequências graves para a saúde pública a longo prazo.

    A doença hepática relacionada ao álcool é caracterizada pelo deterioração progressiva do fígado e perda de função e é agora a principal indicação para transplante de fígado nos Estados Unidos. O fígado é responsável por metabolizar o álcool e eliminar toxinas do organismo, mas quando há um consumo excessivo e prolongado de álcool, o órgão pode sofrer inflamação, fibrose, cirrose e câncer.

    Os pesquisadores usaram dados do banco de dados WONDER Multiple Cause of Death do CDC para analisar as tendências de mortalidade por ALD em todos os estados e grupos raciais ou étnicos. Eles descobriram que as maiores taxas de mortalidade ocorreram em Wyoming, Dakota do Sul e Novo México – estados com algumas das maiores concentrações de populações AIAN. Eles também observaram que essas populações sofrem com uma falha sistêmica de assistência médica e falta de recursos críticos, que exigem uma ação urgente dos líderes políticos.

    Os autores do estudo recomendam que sejam tomadas medidas para aumentar a conscientização sobre os riscos do consumo de álcool, implementar programas de prevenção e rastreamento universal e alocar recursos para agências como o Indian Health Service, que fornece serviços de saúde abrangentes para cerca de 2,6 milhões de índios americanos e nativos do Alasca em 574 tribos reconhecidas federalmente em 37 estados.

    Fonte: Link1, Link 2, Link 3.

  • Fim da emergência da COVID-19 gera debate entre especialistas: “o vírus ainda mata”

    Fim da emergência da COVID-19 gera debate entre especialistas: “o vírus ainda mata”

    A pandemia de COVID-19 está chegando ao fim? Essa é a pergunta que muitos se fazem após a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Estados Unidos anunciarem o fim das suas respectivas emergências de saúde pública relacionadas à doença.

    Mas o que isso significa na prática e quais são as implicações para o Brasil e o mundo?

    Segundo a OMS, o fim da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (ESPII), que estava em vigor desde janeiro de 2020, não significa que a COVID-19 deixou de ser uma ameaça. Pelo contrário, a agência alerta que o vírus ainda está matando e mudando, e que o risco de novas variantes surgirem é real. O que muda é que os países devem fazer a transição do modo de emergência para gerenciar a COVID-19 junto com outras doenças infecciosas, com uma redução da vigilância e dos recursos disponíveis para combater a pandemia.

    Já nos Estados Unidos, o fim da emergência de saúde pública (ESP), previsto para 11 de maio, terá impacto em diversas políticas, como o fluxo de migrantes na fronteira sul, que poderá ser liberado por motivos humanitários, e a provisão pelo governo federal de testes rápidos gratuitos de antígeno, que terminará. Além disso, a diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Rochelle Walensky, anunciou sua renúncia e intenção de deixar a agência no final de junho, após enfrentar duras críticas por seu manejo da pandemia.

    Mas como fica o Brasil nesse cenário? O país ainda enfrenta uma situação grave, com mais de 400 mil mortes por COVID-19 e uma média diária de cerca de 2 mil óbitos. A vacinação avança lentamente, com apenas 15% da população tendo recebido ao menos uma dose. As medidas de distanciamento social e uso de máscaras seguem sendo desrespeitadas por parte da população e do governo federal, que minimiza a gravidade da crise sanitária. Além disso, o país corre o risco de ser isolado internacionalmente por sua má gestão da pandemia e pela falta de cooperação com outros países.

    Diante disso, especialistas alertam que o Brasil não pode se iludir com o fim das emergências da COVID-19 em outros lugares e deve manter os esforços para conter a disseminação do vírus e acelerar a imunização. Caso contrário, o país poderá enfrentar novas ondas de infecção e morte, além de comprometer sua recuperação econômica e social.

    Fonte: Link.

    Mas o que isso significa na prática e quais são as implicações para o Brasil e o mundo?

    Segundo a OMS, o fim da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (ESPII), que estava em vigor desde janeiro de 2020, não significa que a COVID-19 deixou de ser uma ameaça. Pelo contrário, a agência alerta que o vírus ainda está matando e mudando, e que o risco de novas variantes surgirem é real. O que muda é que os países devem fazer a transição do modo de emergência para gerenciar a COVID-19 junto com outras doenças infecciosas, com uma redução da vigilância e dos recursos disponíveis para combater a pandemia.

    Já nos Estados Unidos, o fim da emergência de saúde pública (ESP), previsto para 11 de maio, terá impacto em diversas políticas, como o fluxo de migrantes na fronteira sul, que poderá ser liberado por motivos humanitários, e a provisão pelo governo federal de testes rápidos gratuitos de antígeno, que terminará. Além disso, a diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Rochelle Walensky, anunciou sua renúncia e intenção de deixar a agência no final de junho, após enfrentar duras críticas por seu manejo da pandemia.

    Mas como fica o Brasil nesse cenário? O país ainda enfrenta uma situação grave, com mais de 400 mil mortes por COVID-19 e uma média diária de cerca de 2 mil óbitos. A vacinação avança lentamente, com apenas 15% da população tendo recebido ao menos uma dose. As medidas de distanciamento social e uso de máscaras seguem sendo desrespeitadas por parte da população e do governo federal, que minimiza a gravidade da crise sanitária. Além disso, o país corre o risco de ser isolado internacionalmente por sua má gestão da pandemia e pela falta de cooperação com outros países.

    Diante disso, especialistas alertam que o Brasil não pode se iludir com o fim das emergências da COVID-19 em outros lugares e deve manter os esforços para conter a disseminação do vírus e acelerar a imunização. Caso contrário, o país poderá enfrentar novas ondas de infecção e morte, além de comprometer sua recuperação econômica e social.

    Fonte: Link.

  • Governo Lula libera mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em dois dias

    Governo Lula libera mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em dois dias

    O governo do presidente Lula está abrindo a carteira para tentar acalmar sua base de apoio no Congresso, após sofrer importantes derrotas nas votações do marco do saneamento básico e do PL das Fake News.

    Segundo o site O Antagonista, o Palácio do Planalto repassou mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares a deputados e senadores em apenas dois dias.

    Na terça-feira (9), foram liberados R$ 712 milhões em emendas, um valor recorde para um único dia. Na quarta-feira (10), foram mais R$ 434 milhões. Ao todo, o governo distribuiu R$ 1,146 bilhão, o equivalente a 70% do valor destinado a emendas em quatro meses.

    A maior parte dos recursos foi empenhada pelo Ministério da Saúde, que destinou R$ 1,1 bilhão para ações de combate à pandemia de Covid-19 nos estados e municípios. As emendas parlamentares são verbas que os congressistas podem indicar para obras e serviços em suas bases eleitorais.

    O governo Lula espera que a liberação das emendas ajude a garantir o apoio dos parlamentares para aprovar as reformas tributária e administrativa, que são consideradas prioritárias para a recuperação da economia brasileira.

    Segundo o site O Antagonista, o Palácio do Planalto repassou mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares a deputados e senadores em apenas dois dias.

    Na terça-feira (9), foram liberados R$ 712 milhões em emendas, um valor recorde para um único dia. Na quarta-feira (10), foram mais R$ 434 milhões. Ao todo, o governo distribuiu R$ 1,146 bilhão, o equivalente a 70% do valor destinado a emendas em quatro meses.

    A maior parte dos recursos foi empenhada pelo Ministério da Saúde, que destinou R$ 1,1 bilhão para ações de combate à pandemia de Covid-19 nos estados e municípios. As emendas parlamentares são verbas que os congressistas podem indicar para obras e serviços em suas bases eleitorais.

    O governo Lula espera que a liberação das emendas ajude a garantir o apoio dos parlamentares para aprovar as reformas tributária e administrativa, que são consideradas prioritárias para a recuperação da economia brasileira.

  • Vacinação infantil contra Covid-19 avança lentamente no Brasil

    Vacinação infantil contra Covid-19 avança lentamente no Brasil

    A vacinação contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos no Brasil ainda está longe de atingir a meta de imunizar cerca de 5,9 milhões de crianças nessa faixa etária.

    Segundo dados do Vacinômetro Covid-19 (Ministério da Saúde), apenas 16% das crianças de 3 e 4 anos tomaram as duas doses da vacina até abril de 2023, quatro meses após a aprovação do uso emergencial da Coronavac nessa faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, apenas 38.510 crianças receberam a dose de reforço recomendada pelo Ministério da Saúde, preferencialmente com a vacina Pfizer.

    O atraso na vacinação infantil contra a Covid-19 é preocupante, uma vez que a doença já causou a morte de centenas de crianças menores de 5 anos no país desde o início da pandemia. De acordo com o estudo VAX*SIM, coordenado pelo Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância), iniciativa conjunta da Fiocruz e do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (Unifase), o Brasil registrava uma média de 2 mortes diárias por Covid-19 entre crianças menores de 5 anos até junho de 2022. Desde a aprovação da Pfizer pediátrica pela Anvisa, em 16 de setembro, 26 crianças menores de 5 anos já morreram em decorrência da doença, o equivalente a dois óbitos a cada três dias.

    A vacinação infantil contra a Covid-19 é fundamental para proteger as crianças e reduzir a circulação do vírus na população. Além disso, a vacinação infantil pode contribuir para a retomada das atividades escolares presenciais, que foram severamente afetadas pela pandemia. Por isso, é importante que os pais e responsáveis levem as crianças aos postos de saúde para receberem as doses necessárias da vacina e que sigam as orientações das autoridades sanitárias sobre os intervalos entre as doses e a necessidade de reforço.

    Fonte: Link.

    Segundo dados do Vacinômetro Covid-19 (Ministério da Saúde), apenas 16% das crianças de 3 e 4 anos tomaram as duas doses da vacina até abril de 2023, quatro meses após a aprovação do uso emergencial da Coronavac nessa faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, apenas 38.510 crianças receberam a dose de reforço recomendada pelo Ministério da Saúde, preferencialmente com a vacina Pfizer.

    O atraso na vacinação infantil contra a Covid-19 é preocupante, uma vez que a doença já causou a morte de centenas de crianças menores de 5 anos no país desde o início da pandemia. De acordo com o estudo VAX*SIM, coordenado pelo Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância), iniciativa conjunta da Fiocruz e do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (Unifase), o Brasil registrava uma média de 2 mortes diárias por Covid-19 entre crianças menores de 5 anos até junho de 2022. Desde a aprovação da Pfizer pediátrica pela Anvisa, em 16 de setembro, 26 crianças menores de 5 anos já morreram em decorrência da doença, o equivalente a dois óbitos a cada três dias.

    A vacinação infantil contra a Covid-19 é fundamental para proteger as crianças e reduzir a circulação do vírus na população. Além disso, a vacinação infantil pode contribuir para a retomada das atividades escolares presenciais, que foram severamente afetadas pela pandemia. Por isso, é importante que os pais e responsáveis levem as crianças aos postos de saúde para receberem as doses necessárias da vacina e que sigam as orientações das autoridades sanitárias sobre os intervalos entre as doses e a necessidade de reforço.

    Fonte: Link.

  • Miocardite e vacina contra Covid-19: o que você precisa saber

    Miocardite e vacina contra Covid-19: o que você precisa saber

    A miocardite é uma inflamação do músculo cardíaco que pode ocorrer como um efeito adverso raro das vacinas de RNA mensageiro contra Covid-19, como as da Pfizer e da Moderna.

    Neste post, você vai entender o que é a miocardite, quais são os sintomas, como é o tratamento e qual é o risco de desenvolver essa complicação após a vacinação.

    Miocardite e vacina contra Covid-19

    A vacinação contra Covid-19 é uma das principais estratégias para conter a pandemia e reduzir as mortes e as internações causadas pela doença. No entanto, como todo medicamento, as vacinas podem causar alguns efeitos colaterais, que geralmente são leves e transitórios, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e mal-estar.

    No entanto, alguns casos raros de inflamação cardíaca foram relatados após a vacinação com as fórmulas de RNA mensageiro (RNAm), como as da Pfizer e da Moderna. Essas vacinas usam um fragmento do material genético do coronavírus para estimular a resposta imune do organismo.

    A inflamação cardíaca pode ser de dois tipos: miocardite, que afeta o músculo cardíaco; e pericardite, que afeta o tecido que envolve o coração. Ambas podem causar sintomas como dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos.

    Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), até 31 de dezembro de 2022 foram administradas 501.573.962 doses de vacinas contra Covid-19 no país. Nesse período, foram notificados 154 casos de miocardite após as vacinas, sendo 108 com a da Pfizer e 46 com a da Coronavac. Até o momento, não houve nenhum óbito por miocardite ou pericardite com associação causal com a vacina contra Covid-19 no Brasil.

    De acordo com uma análise da FDA (agência reguladora norte-americana), o risco de miocardite e pericardite é maior em adolescentes do sexo masculino e ocorre principalmente após a segunda dose das vacinas de RNAm. A incidência dessas doenças associada à vacina varia entre 0,58 e 2,4 a cada 100 mil doses aplicadas.

    A Anvisa esclarece que o risco de ocorrência desses eventos adversos é baixo e recomenda a continuidade da vacinação com as vacinas contra Covid-19 disponíveis no país, uma vez que os benefícios superam os riscos. A Agência também orienta aos vacinados que procurem atendimento médico imediato se tiverem sintomas sugestivos de miocardite ou pericardite e aos profissionais de saúde que notifiquem imediatamente casos suspeitos à Anvisa.

    A identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica dos pacientes com quadro de miocardite ou pericardite. O tratamento pode incluir medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos, dependendo da causa e da gravidade da inflamação.

    A maioria dos casos de miocardite ou pericardite pós-vacinação tem uma evolução benigna e se resolve em poucos dias ou semanas. No entanto, em alguns casos mais graves, pode haver comprometimento da função cardíaca e necessidade de internação ou cuidados intensivos.

    Neste post, você vai entender o que é a miocardite, quais são os sintomas, como é o tratamento e qual é o risco de desenvolver essa complicação após a vacinação.

    Miocardite e vacina contra Covid-19

    A vacinação contra Covid-19 é uma das principais estratégias para conter a pandemia e reduzir as mortes e as internações causadas pela doença. No entanto, como todo medicamento, as vacinas podem causar alguns efeitos colaterais, que geralmente são leves e transitórios, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e mal-estar.

    No entanto, alguns casos raros de inflamação cardíaca foram relatados após a vacinação com as fórmulas de RNA mensageiro (RNAm), como as da Pfizer e da Moderna. Essas vacinas usam um fragmento do material genético do coronavírus para estimular a resposta imune do organismo.

    A inflamação cardíaca pode ser de dois tipos: miocardite, que afeta o músculo cardíaco; e pericardite, que afeta o tecido que envolve o coração. Ambas podem causar sintomas como dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos.

    Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), até 31 de dezembro de 2022 foram administradas 501.573.962 doses de vacinas contra Covid-19 no país. Nesse período, foram notificados 154 casos de miocardite após as vacinas, sendo 108 com a da Pfizer e 46 com a da Coronavac. Até o momento, não houve nenhum óbito por miocardite ou pericardite com associação causal com a vacina contra Covid-19 no Brasil.

    De acordo com uma análise da FDA (agência reguladora norte-americana), o risco de miocardite e pericardite é maior em adolescentes do sexo masculino e ocorre principalmente após a segunda dose das vacinas de RNAm. A incidência dessas doenças associada à vacina varia entre 0,58 e 2,4 a cada 100 mil doses aplicadas.

    A Anvisa esclarece que o risco de ocorrência desses eventos adversos é baixo e recomenda a continuidade da vacinação com as vacinas contra Covid-19 disponíveis no país, uma vez que os benefícios superam os riscos. A Agência também orienta aos vacinados que procurem atendimento médico imediato se tiverem sintomas sugestivos de miocardite ou pericardite e aos profissionais de saúde que notifiquem imediatamente casos suspeitos à Anvisa.

    A identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica dos pacientes com quadro de miocardite ou pericardite. O tratamento pode incluir medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos, dependendo da causa e da gravidade da inflamação.

    A maioria dos casos de miocardite ou pericardite pós-vacinação tem uma evolução benigna e se resolve em poucos dias ou semanas. No entanto, em alguns casos mais graves, pode haver comprometimento da função cardíaca e necessidade de internação ou cuidados intensivos.

  • OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (5) que a Covid-19 não configura mais emergência em saúde pública de importância internacional.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

  • Quais crimes Bolsonaro pode ter cometido ao falsificar seu cartão de vacina?

    Quais crimes Bolsonaro pode ter cometido ao falsificar seu cartão de vacina?

    O ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo investigado por supostamente falsificar seu cartão de vacinação contra a covid-19.

    Mas esse não é o único crime que ele pode ter cometido durante a pandemia. Neste artigo, vamos explicar quais são as outras infrações que ele pode ter praticado e quais são as consequências jurídicas para cada uma delas.

    O crime de falsidade ideológica consiste em inserir dados falsos em um documento público ou particular, com o objetivo de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria inserido no seu cartão de vacina que recebeu duas doses da Pfizer, mas ele mesmo declara que não foi vacinado.

    O crime de charlatanismo consiste em anunciar ou promover curas ou tratamentos que se sabe ineficazes ou sem comprovação científica. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria promovido remédios como a cloroquina e a ivermectina, que não têm eficácia comprovada contra a covid-19.

    O crime de epidemia consiste em causar ou propagar doença contagiosa ou perigosa à vida. A pena prevista é de reclusão de dez a quinze anos. No caso de Bolsonaro, ele teria contribuído para a disseminação do vírus ao minimizar a gravidade da doença, desestimular o uso de máscaras e o distanciamento social, e realizar aglomerações sem medidas de proteção.

    O crime de infração de medida sanitária preventiva consiste em infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena prevista é de detenção de um mês a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria descumprido normas e orientações das autoridades de saúde pública, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde.

    Esses são alguns dos crimes que podem ser atribuídos ao ex-presidente, mas cabe aos órgãos competentes investigar e julgar os fatos. A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu retirar o sigilo do cartão de vacina de Bolsonaro, mas o Ministério da Saúde só poderá divulgar os dados quando for concluída a investigação sobre a eventual fraude.

    Mas esse não é o único crime que ele pode ter cometido durante a pandemia. Neste artigo, vamos explicar quais são as outras infrações que ele pode ter praticado e quais são as consequências jurídicas para cada uma delas.

    O crime de falsidade ideológica consiste em inserir dados falsos em um documento público ou particular, com o objetivo de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria inserido no seu cartão de vacina que recebeu duas doses da Pfizer, mas ele mesmo declara que não foi vacinado.

    O crime de charlatanismo consiste em anunciar ou promover curas ou tratamentos que se sabe ineficazes ou sem comprovação científica. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria promovido remédios como a cloroquina e a ivermectina, que não têm eficácia comprovada contra a covid-19.

    O crime de epidemia consiste em causar ou propagar doença contagiosa ou perigosa à vida. A pena prevista é de reclusão de dez a quinze anos. No caso de Bolsonaro, ele teria contribuído para a disseminação do vírus ao minimizar a gravidade da doença, desestimular o uso de máscaras e o distanciamento social, e realizar aglomerações sem medidas de proteção.

    O crime de infração de medida sanitária preventiva consiste em infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena prevista é de detenção de um mês a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria descumprido normas e orientações das autoridades de saúde pública, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde.

    Esses são alguns dos crimes que podem ser atribuídos ao ex-presidente, mas cabe aos órgãos competentes investigar e julgar os fatos. A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu retirar o sigilo do cartão de vacina de Bolsonaro, mas o Ministério da Saúde só poderá divulgar os dados quando for concluída a investigação sobre a eventual fraude.