Tag: HIV

  • HIV no Brasil: 1 milhão de pessoas vivem com o vírus e novas infecções aumentaram 198% em 10 anos

    HIV no Brasil: 1 milhão de pessoas vivem com o vírus e novas infecções aumentaram 198% em 10 anos

    Tratamento reduz casos graves e óbitos relacionados ao HIV

    Embora os casos de Aids tenham diminuído em 18,5% nos últimos dez anos, o número de novas infecções aumentou 198% no mesmo período.

    A terapia antirretroviral (TARV) tem sido essencial para o controle do HIV e a prevenção da Aids. Embora os medicamentos TARV estejam disponíveis no SUS e sejam geralmente tomados com apenas um ou dois comprimidos por dia, os jovens ainda estão em risco, com o aumento de casos entre homens de 14 a 29 anos.

    Além disso, existe uma desigualdade racial quando se trata de mortes por Aids: enquanto as mortes de pessoas brancas caíram 20,8%, as mortes de pessoas negras aumentaram 10,3%.

    É importante seguir estratégias de prevenção, como o uso de preservativos e a adesão à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que estão disponíveis em postos de saúde em todo o Brasil.

    Com informações do jornal O Globo.

    Embora os casos de Aids tenham diminuído em 18,5% nos últimos dez anos, o número de novas infecções aumentou 198% no mesmo período.

    A terapia antirretroviral (TARV) tem sido essencial para o controle do HIV e a prevenção da Aids. Embora os medicamentos TARV estejam disponíveis no SUS e sejam geralmente tomados com apenas um ou dois comprimidos por dia, os jovens ainda estão em risco, com o aumento de casos entre homens de 14 a 29 anos.

    Além disso, existe uma desigualdade racial quando se trata de mortes por Aids: enquanto as mortes de pessoas brancas caíram 20,8%, as mortes de pessoas negras aumentaram 10,3%.

    É importante seguir estratégias de prevenção, como o uso de preservativos e a adesão à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que estão disponíveis em postos de saúde em todo o Brasil.

    Com informações do jornal O Globo.

  • Ministério da Saúde inclui pessoas com HIV em grupo prioritário da vacinação

    Grupo é o próximo a ser vacinado assim que a imunização de pessoas de 60 a 64 anos terminar.

    Adultos vivendo com HIV, na faixa etária entre 18 e 59 anos, foram inseridas no grupo de comorbidades, junto com outras doenças como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.

    O conteúdo em áudio foi produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante. Você também pode ter conteúdos como este na sua rádio, site ou blog. Saiba mais aqui.


    Ouça a W:

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Projeto que torna obrigatório sigilo de dados de pessoas com HIV é aprovado pela Câmara


    Agentes públicos e privados ficam proibidos de divulgar ou compartilhar informações que permitam identificar a condição desses pacientes. A medida vale para serviços de saúde, estabelecimentos de ensino, locais de trabalho, administração pública, segurança pública, processos judiciais, mídia escrita e audiovisual.

    Obrigatoriedade da preservação do sigilo também vale para quem tem o vírus das hepatites crônicas, hanseníase ou tuberculose.

    Ouça na W:

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  • Estudo de vacina contra HIV busca voluntários no Brasil


    O objetivo é recrutar 3.800 voluntários do público mais vulnerável ao HIV, homens gays e bissexuais e pessoas trans.

    O novo imunizante, produzido pela Universidade de Harvard, nos EUA, alcançou 67% de eficácia na proteção contra o vírus.

    Ouça na W:

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Pesquisadores brasileiros podem ter descoberto cura da AIDS

    Pesquisadores brasileiros podem ter descoberto cura da AIDS. Um paciente que convivia com o vírus há sete anos foi curado pela equipe; próxima fase do estudo será conduzida com 60 pessoas.

    Ouça no resumo do dia:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Mais um: Terceiro paciente pode ter sido curado do vírus HIV

    Dois dias depois que cientistas anunciaram que uma segunda pessoa foi curada do curada do vírus HIV após receber um tratamento experimental de transplante de medula óssea, um terceiro paciente também teria sido totalmente curado da doença.

    O anúncio foi feito na terça-feira (5) durante a Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunista que ocorreu em Seattle, nos Estados Unidos.

    Confira na reportagem de Flávio Gomes.

  • 22% dos jovens brasileiros acham que a AIDS tem cura

    Uma nova pesquisa mostra um dado alarmante sobre a prevenção às doenças sexualmente transmissíveis no Brasil. 47% dos jovens brasileiros não usam camisinha nas relações sexuais e 22% desses jovens acham que a AIDS tem cura.

    A pesquisa também identificou o comportamento sexual dos jovem entre 14 e 24 anos. Eles até começam a usar camisinha nas primeiras relações, mas logo mudam o hábito.

    Segundo o infectologista Roberto Carvalho, o principal argumento dos adolescentes para deixar de lado a camisinha é a confiança no parceiro.

    “As pessoas começam a usar o preservativo no primeiro encontro e depois sente que confiam, tem aquela sensação que está segura com aquele parceiro e esquecem os preservativos. Isso não deveria ser motivo já que quando você deixa de usar camisinha você pode engravidar ou pegar uma doença sexualmente transmissível”, disse ele.

    “Todo mundo faz sexo. O sexo é uma coisa boa e existe camisinha masculina, existe também a camisinha feminina e as duas podem ser adquiridas no posto de saúde. Não tem porque não usar”, completou.

    A pesquisa ouviu 1500 jovens e descobri também que 75% destes jovens nunca fizeram um teste de HIV. Mesmo os jovens que fazem parte dos grupos de risco como homossexuais e pessoas que tiveram relacionamentos sexuais sem o uso de preservativo com vários parceiros.

    Para o Dr. Carvalho, há uma explicação:

    “A população mais jovem acha que está saudável e não vê a necessidade de procurar saber se têm, por exemplo, o vírus HIV”, disse ele.

    Além disso, outro dado alarmante chamou a atenção dos pesquisadores. 22% desses jovens acham que o vírus HIV tem cura.

    “O vírus do HIV tem tratamento, mas não tem cura. A gente tem que deixar isso bem claro, não existe cura para a AIDS. Essa é uma doença que a pessoa tem que procurar o serviço de saúde, tomar medicação para conseguir controlar os sintomas, mas não tem cura. E vale lembrar também que existem outras doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis, a gonorreia, o HPV, por exemplo, que causa o condiloma e pode causar câncer do colo do útero e outros problemas mais graves.

    A responsabilidade também é dos pais

    Os pais têm um papel fundamental na educação sexual dos filhos. Sexo é algo que seu filho vai fazer mais cedo ou mais tarde, por isso é preciso tratar o assunto com naturalidade em casa.

    Mesmo durante a adolescência, é preciso continuar a educar em todos os sentidos, principalmente em relação a vida sexual do adolescente.

    Não é uma tarefa fácil, mas os pais precisam conversar muito sobre isso. Quanto mais inteirados sobre o assunto, quanto mais se discute, melhor.

  • Brasil investiga riscos do antirretroviral dolutegravir na gravidez

    O antirretroviral dolutegravir está sob investigação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por suspeita de ocorrência de problemas em fetos de mulheres que tomavam o remédio no momento da concepção. O trabalho é conduzido pela Gerência de Farmacovigilância.

    A investigação no Brasil acontece em paralelo à divulgação, por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), de nota que alerta para “potencial questão de segurança” relacionada a defeitos do tubo neural em bebês nascidos de mulheres que utilizavam o dolutegravir quando engravidaram. O remédio é usado no tratamento do HIV.

    De acordo com o comunicado da OMS, o problema foi identificado a partir de uma análise de estudo observacional em andamento em Botsuana, que encontrou quatro casos de defeitos do tubo neural entre 426 mulheres que engravidaram enquanto tomavam o antirretroviral.

    Dados preliminares sugerem que o risco surge da exposição da mulher ao dolutegravir no momento da concepção, e não durante a gravidez.

    Testes

    O fabricante ViiV Healthcare informou que o medicamento foi testado em um pacote completo de estudos toxicológicos reprodutivos, incluindo estudos de desenvolvimento embriofetal em ratos e coelhos, nos quais a dose foi administrada durante período crítico para ocorrência de defeitos do tubo neural. Não houve evidência de resultados adversos.

    O monitoramento em Botsuana, segundo a OMS, está em curso para outras mulheres grávidas que foram expostas ao remédio no momento da concepção. Os desfechos serão acompanhados ao longo dos próximos nove meses (maio de 2018 a fevereiro de 2019) e os resultados deverão ser conhecidos em seguida.

    Enquanto isso, a entidade aconselha que os países e ministérios sigam as Diretrizes Consolidadas de Terapia Anti-retroviral da OMS de 2016 e considerem o seguinte:

    – mulheres grávidas que estão tomando dolutegravir não devem interromper a terapia antirretroviral e devem falar com seu médico para orientação adicional.

    – a terapia antirretroviral para mulheres em idade fértil, incluindo mulheres grávidas, deve basear-se em medicamentos para os quais estejam disponíveis dados de eficácia e segurança adequados; um regime à base de efavirenz é um regime de primeira linha seguro e eficaz.

    – se outros antirretrovirais de primeira linha não puderem ser usados em mulheres em idade fértil, o dolutegravir pode ser considerado nos casos em que a contracepção consistente possa ser assegurada.

    – os programas devem continuar fortalecendo a farmacovigilância, incluindo o monitoramento dos desfechos dos nascimentos.

    Entenda

    O tubo neural é a base da medula espinhal, do cérebro, do osso e dos tecidos que o rodeiam. Os defeitos acontecem quando o local não se forma completamente. A formação, nesse caso, se dá até o 28º dia após a concepção.

    Defeitos do tubo neural podem estar relacionados à deficiência de folato, ao uso de outros medicamentos ou ao histórico familiar. A OMS recomenda que as mulheres tomem suplementos diários de ácido fólico antes da concepção e durante a gravidez para ajudar a prevenir esse tipo de problema.