Tag: Política

  • Desperdício de Alimentos no Brasil: Uma Questão Urgente e Silenciosa

    Desperdício de Alimentos no Brasil: Uma Questão Urgente e Silenciosa

    Estima-se que 30% dos alimentos produzidos no país são jogados no lixo, o que equivale a 46 milhões de toneladas por ano.

    Isso significa que, enquanto milhões de pessoas passam fome, toneladas de comida vão para o aterro sanitário.

    Esta estatística chocante ilustra um paradoxo doloroso em nossa sociedade: enquanto milhões de nossos cidadãos lutam contra a fome todos os dias, uma quantidade colossal de comida é desperdiçada, indo diretamente para os aterros sanitários. Este cenário ressalta a necessidade urgente de políticas eficazes de gestão de resíduos e conscientização sobre o desperdício de alimentos.

    Existem diversas causas para o desperdício de alimentos, desde a falta de planejamento nas compras até o armazenamento inadequado. No entanto, o maior vilão é o consumo excessivo, impulsionado pela cultura do “quanto mais, melhor”.

    Para evitar o desperdício de alimentos, é essencial adotar algumas práticas conscientes. Planeje suas compras fazendo uma lista do que é necessário e evitando compras por impulso. Armazene os alimentos corretamente, pois cada tipo de alimento possui um modo ideal de armazenamento. Cozinhe apenas o que você vai comer para evitar fazer porções muito grandes, e congele o que sobrar. Seja criativo e use as sobras de comida para criar novos pratos. Além disso, doe alimentos para quem precisa, pois existem diversas instituições que aceitam doações de alimentos. Essas ações podem ajudar significativamente a reduzir o desperdício de alimentos.

    Quais medidas o Governo pode adotar

    O governo pode implementar várias políticas públicas para combater o desperdício de alimentos. Isso pode incluir a promoção de campanhas de conscientização sobre o impacto ambiental e econômico do desperdício de alimentos, incentivando os consumidores a comprar apenas o necessário e a utilizar integralmente os alimentos.

    Além disso, o governo pode estabelecer programas de doação de alimentos não vendidos para instituições de caridade e abrigos. Outra política eficaz seria a implementação de leis que incentivem supermercados e restaurantes a doar alimentos não vendidos, em vez de descartá-los. Investimentos em tecnologias de armazenamento e transporte de alimentos também podem ajudar a reduzir o desperdício ao longo da cadeia de suprimentos.

    O Brasil, apesar de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, enfrenta desafios significativos em relação à fome. A distribuição desigual de alimentos, agravada por disparidades socioeconômicas e geográficas, resulta em insegurança alimentar em várias regiões do país.

    Além disso, a falta de infraestrutura adequada para armazenamento e transporte pode levar à perda de alimentos, enquanto a inflação e a instabilidade econômica podem tornar os alimentos inacessíveis para muitos.

    Portanto, apesar da abundância de produção de alimentos, o problema da fome ainda persiste, exigindo políticas eficazes de distribuição de alimentos e medidas de alívio da pobreza.

    Lembre-se: cada gesto, por menor que seja, faz a diferença. Ao evitar o desperdício de comida, você contribui para um futuro mais justo e sustentável.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


    Isso significa que, enquanto milhões de pessoas passam fome, toneladas de comida vão para o aterro sanitário.

    Esta estatística chocante ilustra um paradoxo doloroso em nossa sociedade: enquanto milhões de nossos cidadãos lutam contra a fome todos os dias, uma quantidade colossal de comida é desperdiçada, indo diretamente para os aterros sanitários. Este cenário ressalta a necessidade urgente de políticas eficazes de gestão de resíduos e conscientização sobre o desperdício de alimentos.

    Existem diversas causas para o desperdício de alimentos, desde a falta de planejamento nas compras até o armazenamento inadequado. No entanto, o maior vilão é o consumo excessivo, impulsionado pela cultura do “quanto mais, melhor”.

    Para evitar o desperdício de alimentos, é essencial adotar algumas práticas conscientes. Planeje suas compras fazendo uma lista do que é necessário e evitando compras por impulso. Armazene os alimentos corretamente, pois cada tipo de alimento possui um modo ideal de armazenamento. Cozinhe apenas o que você vai comer para evitar fazer porções muito grandes, e congele o que sobrar. Seja criativo e use as sobras de comida para criar novos pratos. Além disso, doe alimentos para quem precisa, pois existem diversas instituições que aceitam doações de alimentos. Essas ações podem ajudar significativamente a reduzir o desperdício de alimentos.

    Quais medidas o Governo pode adotar

    O governo pode implementar várias políticas públicas para combater o desperdício de alimentos. Isso pode incluir a promoção de campanhas de conscientização sobre o impacto ambiental e econômico do desperdício de alimentos, incentivando os consumidores a comprar apenas o necessário e a utilizar integralmente os alimentos.

    Além disso, o governo pode estabelecer programas de doação de alimentos não vendidos para instituições de caridade e abrigos. Outra política eficaz seria a implementação de leis que incentivem supermercados e restaurantes a doar alimentos não vendidos, em vez de descartá-los. Investimentos em tecnologias de armazenamento e transporte de alimentos também podem ajudar a reduzir o desperdício ao longo da cadeia de suprimentos.

    O Brasil, apesar de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, enfrenta desafios significativos em relação à fome. A distribuição desigual de alimentos, agravada por disparidades socioeconômicas e geográficas, resulta em insegurança alimentar em várias regiões do país.

    Além disso, a falta de infraestrutura adequada para armazenamento e transporte pode levar à perda de alimentos, enquanto a inflação e a instabilidade econômica podem tornar os alimentos inacessíveis para muitos.

    Portanto, apesar da abundância de produção de alimentos, o problema da fome ainda persiste, exigindo políticas eficazes de distribuição de alimentos e medidas de alívio da pobreza.

    Lembre-se: cada gesto, por menor que seja, faz a diferença. Ao evitar o desperdício de comida, você contribui para um futuro mais justo e sustentável.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


  • Como os evangélicos se tornaram um mercado bilionário no Brasil

    Como os evangélicos se tornaram um mercado bilionário no Brasil

    Segundo o IBGE, os evangélicos representam 31% da população brasileira, um salto impressionante em relação aos 9% registrados em 1990. Mas quem são os evangélicos e por que eles cresceram tanto?

    Os evangélicos são cristãos que seguem a Bíblia como única fonte de autoridade e fé. Eles se dividem em três grandes grupos: missionários, pentecostais e neopentecostais. Os missionários são os mais antigos e tradicionais, como os batistas e os presbiterianos. Os pentecostais são os que enfatizam os dons do Espírito Santo, como falar em línguas e curar enfermos, como a Assembleia de Deus e a Congregação Cristã. Os neopentecostais são os mais recentes e inovadores, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Mundial do Poder de Deus.

    Mas o que explica esse fenômeno? Segundo especialistas, há vários fatores que contribuíram para o crescimento dos evangélicos no Brasil, como:

    • A linguagem simplificada e acessível, que atrai pessoas de diferentes classes sociais e níveis educacionais.

    • A proposta de mudança de vida, que oferece esperança e solução para os problemas cotidianos.

    • O papel social dos templos, que funcionam como espaços de acolhimento, apoio e integração comunitária.

    • O investimento em mídia, que amplia a visibilidade e a influência dos líderes e das igrejas.

    • A facilidade de abertura de igrejas, que permite a multiplicação de denominações e a diversificação de ofertas religiosas.

    • A transição religiosa do país, que reflete as mudanças culturais e sociais da sociedade brasileira.

    O crescimento dos evangélicos tem impactos na sociedade e na política. Por um lado, eles se tornaram um segmento central na política nacional, ocupando diversos postos de poder e produzindo cultura. Por outro lado, também há aspectos negativos, como a exploração da fé alheia e a falta de fiscalização do Estado.

    Os evangélicos são cristãos que seguem a Bíblia como única fonte de autoridade e fé. Eles se dividem em três grandes grupos: missionários, pentecostais e neopentecostais. Os missionários são os mais antigos e tradicionais, como os batistas e os presbiterianos. Os pentecostais são os que enfatizam os dons do Espírito Santo, como falar em línguas e curar enfermos, como a Assembleia de Deus e a Congregação Cristã. Os neopentecostais são os mais recentes e inovadores, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Mundial do Poder de Deus.

    Mas o que explica esse fenômeno? Segundo especialistas, há vários fatores que contribuíram para o crescimento dos evangélicos no Brasil, como:

    • A linguagem simplificada e acessível, que atrai pessoas de diferentes classes sociais e níveis educacionais.

    • A proposta de mudança de vida, que oferece esperança e solução para os problemas cotidianos.

    • O papel social dos templos, que funcionam como espaços de acolhimento, apoio e integração comunitária.

    • O investimento em mídia, que amplia a visibilidade e a influência dos líderes e das igrejas.

    • A facilidade de abertura de igrejas, que permite a multiplicação de denominações e a diversificação de ofertas religiosas.

    • A transição religiosa do país, que reflete as mudanças culturais e sociais da sociedade brasileira.

    O crescimento dos evangélicos tem impactos na sociedade e na política. Por um lado, eles se tornaram um segmento central na política nacional, ocupando diversos postos de poder e produzindo cultura. Por outro lado, também há aspectos negativos, como a exploração da fé alheia e a falta de fiscalização do Estado.

  • Reforma Tributária de 2023: entenda as principais críticas ao projeto que pretende mudar o sistema de impostos no Brasil

    Reforma Tributária de 2023: entenda as principais críticas ao projeto que pretende mudar o sistema de impostos no Brasil

    O governo Lula enviou ao Congresso Nacional uma proposta de reforma tributária que visa simplificar e modernizar o sistema de impostos no Brasil.

    A ideia é unificar diversos impostos que hoje são pagos ao longo da cadeia produtiva em um só: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A alíquota, até então, está estimada pelo governo em 25% — uma das maiores do mundo.

    A reforma tributária é considerada fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, pois possibilitaria que a economia crescesse, no mínimo, 12% a mais, e reduziria as desigualdades sociais e regionais. Para as pessoas, a reforma se traduziria em mais emprego e renda. E, para as empresas, resultaria na redução de custos e no aumento da produtividade e da competitividade, tudo isso num ambiente com mais segurança jurídica.

    No entanto, o projeto enfrenta resistências e críticas de diversos setores da sociedade, que temem os impactos das mudanças na distribuição da carga tributária e na autonomia dos entes federados. Veja a seguir quais são os principais pontos de tensão e de debate em torno da reforma tributária.

    Aumento de impostos para alguns setores

    Um dos principais argumentos contrários à reforma tributária é o de que ela provocaria um aumento de impostos para alguns setores da economia, especialmente os de serviços, educação, saúde e transporte. Esses setores teriam que pagar uma alíquota de 25% do IVA, enquanto outros setores teriam benefícios, como alíquotas menores, isenções, créditos presumidos ou devolução do imposto (o chamado “cashback” para a população carente).

    Essas exceções à tributação de 25% seriam definidas por lei complementar e teriam um prazo de 12 anos para serem extintas gradativamente. O governo argumenta que essas medidas visam evitar choques na economia e proteger os segmentos mais vulneráveis da sociedade. No entanto, os críticos afirmam que essas medidas gerariam distorções e injustiças no sistema tributário, além de elevar a alíquota total para além de 25%.

    Perda de autonomia dos entes federados

    Outra crítica à reforma tributária é a de que ela reduziria a autonomia dos estados e municípios para exercerem suas competências tributárias. Isso porque o IVA seria um imposto único e nacional, administrado por um comitê gestor composto por representantes da União, dos estados e dos municípios. Esse comitê seria responsável por definir as regras do imposto, como a base de cálculo, as alíquotas, as isenções e as fiscalizações.

    O governo defende que essa medida visa simplificar e harmonizar o sistema tributário, evitando a guerra fiscal entre os entes federados e garantindo uma distribuição mais equitativa das receitas. No entanto, os críticos alegam que essa medida violaria o princípio federativo e a autonomia dos estados e municípios, que perderiam poder de decisão sobre seus recursos e políticas públicas.

    Complexidade e demora na implementação

    Uma terceira crítica à reforma tributária é a de que ela seria complexa e demorada para ser implementada. Isso porque ela depende de mudanças constitucionais e legais, além de um período de transição de até 12 anos para que o novo sistema entre em vigor plenamente. Nesse período, haveria uma convivência entre o IVA e os impostos atuais, o que poderia gerar confusão e insegurança jurídica.

    O governo afirma que esse período é necessário para garantir uma adaptação gradual e ordenada dos contribuintes e dos administradores tributários ao novo modelo. No entanto, os críticos argumentam que esse período é excessivo e prejudicial ao país, que precisa urgentemente de uma reforma tributária efetiva e ágil para superar a crise econômica e social agravada pela pandemia de Covid-19.

    A ideia é unificar diversos impostos que hoje são pagos ao longo da cadeia produtiva em um só: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A alíquota, até então, está estimada pelo governo em 25% — uma das maiores do mundo.

    A reforma tributária é considerada fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, pois possibilitaria que a economia crescesse, no mínimo, 12% a mais, e reduziria as desigualdades sociais e regionais. Para as pessoas, a reforma se traduziria em mais emprego e renda. E, para as empresas, resultaria na redução de custos e no aumento da produtividade e da competitividade, tudo isso num ambiente com mais segurança jurídica.

    No entanto, o projeto enfrenta resistências e críticas de diversos setores da sociedade, que temem os impactos das mudanças na distribuição da carga tributária e na autonomia dos entes federados. Veja a seguir quais são os principais pontos de tensão e de debate em torno da reforma tributária.

    Aumento de impostos para alguns setores

    Um dos principais argumentos contrários à reforma tributária é o de que ela provocaria um aumento de impostos para alguns setores da economia, especialmente os de serviços, educação, saúde e transporte. Esses setores teriam que pagar uma alíquota de 25% do IVA, enquanto outros setores teriam benefícios, como alíquotas menores, isenções, créditos presumidos ou devolução do imposto (o chamado “cashback” para a população carente).

    Essas exceções à tributação de 25% seriam definidas por lei complementar e teriam um prazo de 12 anos para serem extintas gradativamente. O governo argumenta que essas medidas visam evitar choques na economia e proteger os segmentos mais vulneráveis da sociedade. No entanto, os críticos afirmam que essas medidas gerariam distorções e injustiças no sistema tributário, além de elevar a alíquota total para além de 25%.

    Perda de autonomia dos entes federados

    Outra crítica à reforma tributária é a de que ela reduziria a autonomia dos estados e municípios para exercerem suas competências tributárias. Isso porque o IVA seria um imposto único e nacional, administrado por um comitê gestor composto por representantes da União, dos estados e dos municípios. Esse comitê seria responsável por definir as regras do imposto, como a base de cálculo, as alíquotas, as isenções e as fiscalizações.

    O governo defende que essa medida visa simplificar e harmonizar o sistema tributário, evitando a guerra fiscal entre os entes federados e garantindo uma distribuição mais equitativa das receitas. No entanto, os críticos alegam que essa medida violaria o princípio federativo e a autonomia dos estados e municípios, que perderiam poder de decisão sobre seus recursos e políticas públicas.

    Complexidade e demora na implementação

    Uma terceira crítica à reforma tributária é a de que ela seria complexa e demorada para ser implementada. Isso porque ela depende de mudanças constitucionais e legais, além de um período de transição de até 12 anos para que o novo sistema entre em vigor plenamente. Nesse período, haveria uma convivência entre o IVA e os impostos atuais, o que poderia gerar confusão e insegurança jurídica.

    O governo afirma que esse período é necessário para garantir uma adaptação gradual e ordenada dos contribuintes e dos administradores tributários ao novo modelo. No entanto, os críticos argumentam que esse período é excessivo e prejudicial ao país, que precisa urgentemente de uma reforma tributária efetiva e ágil para superar a crise econômica e social agravada pela pandemia de Covid-19.

  • O grande roubo: como os impostos dos mais pobres financiam a corrupção e a desigualdade no Brasil

    O grande roubo: como os impostos dos mais pobres financiam a corrupção e a desigualdade no Brasil

    Você sabia que o brasileiro paga quase 40% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em impostos? Isso significa que, de tudo o que é produzido e consumido no país, quase metade vai para os cofres do governo.

    Mas o que o governo faz com todo esse dinheiro? Será que ele retorna em serviços públicos de qualidade para a população?

    Os gastos exagerados dos políticos

    Você já parou para pensar quanto custa manter um político no Brasil? Segundo o portal Contas Abertas, o Congresso Nacional gastou R$ 1,2 bilhão em 2020, um ano marcado pela pandemia e pela redução das atividades parlamentares. Esse valor inclui salários, auxílios, verbas indenizatórias, passagens aéreas, diárias, entre outros benefícios.

    Além disso, os políticos contam com uma série de privilégios que aumentam ainda mais os seus gastos. Por exemplo, eles têm direito a carros oficiais, motoristas, seguranças, assessores, planos de saúde, aposentadorias especiais, entre outros. Eles também podem nomear parentes e amigos para cargos públicos sem concurso, o que gera nepotismo e favorecimento.

    Todos esses gastos são pagos com o dinheiro dos impostos que nós pagamos. E o pior é que eles não se traduzem em melhorias para a população. Pelo contrário, muitas vezes eles são usados para financiar esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos.

    A injustiça tributária no Brasil

    Outro problema grave do sistema tributário brasileiro é a sua injustiça. Isso porque ele é baseado principalmente em impostos indiretos, ou seja, aqueles que incidem sobre o consumo de bens e serviços. Esses impostos são cobrados de forma igual para todos, independentemente da renda ou da capacidade de pagamento.

    Isso significa que uma pessoa que ganha um salário mínimo paga o mesmo imposto que uma pessoa que ganha um milhão de reais ao comprar um pão ou uma garrafa de água. Por isso, os impostos indiretos são chamados de regressivos, pois eles pesam mais no bolso dos mais pobres do que dos mais ricos.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), os 10% mais pobres da população gastam 32% da sua renda em impostos, enquanto os 10% mais ricos gastam apenas 21%. Ou seja, há uma inversão da lógica da justiça social, que deveria ser baseada na progressividade dos impostos, ou seja, na cobrança proporcional à renda e à riqueza de cada um.

    Os grandes empresários e as grandes fortunas também se beneficiam de isenções, incentivos fiscais e brechas legais que reduzem a sua carga tributária. Além disso, eles contam com mecanismos de sonegação e evasão fiscal que lhes permitem escapar do pagamento de impostos. Segundo a Receita Federal, a sonegação fiscal no Brasil chega a R$ 417 bilhões por ano.

    A proposta de redução de impostos

    Diante desse cenário, muitos brasileiros defendem a redução dos impostos como forma de estimular o consumo, o emprego e o crescimento econômico. Essa é a tese defendida pelo cientista social Alberto Carlos Almeida no livro “O dedo na ferida: Menos imposto, mais consumo”.

    Segundo ele, o brasileiro sabe que paga muito imposto e deseja que os recursos revertam em melhores serviços públicos. Mas, como isso não acontece, ele prefere pagar menos impostos e, com mais dinheiro do salário, pagar por serviços privados (escolas e planos de saúde, entre outros) que funcionem.

    Almeida mostra que a população brasileira apoia a redução de impostos, principalmente porque isso a possibilita comprar mais e conseguir empregos melhores. Os brasileiros querem mais autonomia e independência e menos tutela do Estado. Ele também critica a falta de políticos brasileiros dispostos a defender a redução de impostos como promessa de campanha.

    Para ele, a redução de impostos seria uma forma de aumentar a competitividade das empresas brasileiras, que hoje sofrem com o chamado “custo Brasil”, que inclui a burocracia, a infraestrutura precária e a carga tributária elevada. Além disso, seria uma forma de aumentar a arrecadação do governo, pois haveria mais pessoas consumindo e trabalhando formalmente.

    O problema dos altos impostos no Brasil é um tema que afeta diretamente a vida de todos os cidadãos. É preciso debater e buscar soluções para tornar o sistema tributário mais justo, eficiente e transparente. A redução de impostos é uma proposta que merece ser considerada, pois pode trazer benefícios para a economia e para a sociedade brasileiras.

    Mas o que o governo faz com todo esse dinheiro? Será que ele retorna em serviços públicos de qualidade para a população?

    Os gastos exagerados dos políticos

    Você já parou para pensar quanto custa manter um político no Brasil? Segundo o portal Contas Abertas, o Congresso Nacional gastou R$ 1,2 bilhão em 2020, um ano marcado pela pandemia e pela redução das atividades parlamentares. Esse valor inclui salários, auxílios, verbas indenizatórias, passagens aéreas, diárias, entre outros benefícios.

    Além disso, os políticos contam com uma série de privilégios que aumentam ainda mais os seus gastos. Por exemplo, eles têm direito a carros oficiais, motoristas, seguranças, assessores, planos de saúde, aposentadorias especiais, entre outros. Eles também podem nomear parentes e amigos para cargos públicos sem concurso, o que gera nepotismo e favorecimento.

    Todos esses gastos são pagos com o dinheiro dos impostos que nós pagamos. E o pior é que eles não se traduzem em melhorias para a população. Pelo contrário, muitas vezes eles são usados para financiar esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos.

    A injustiça tributária no Brasil

    Outro problema grave do sistema tributário brasileiro é a sua injustiça. Isso porque ele é baseado principalmente em impostos indiretos, ou seja, aqueles que incidem sobre o consumo de bens e serviços. Esses impostos são cobrados de forma igual para todos, independentemente da renda ou da capacidade de pagamento.

    Isso significa que uma pessoa que ganha um salário mínimo paga o mesmo imposto que uma pessoa que ganha um milhão de reais ao comprar um pão ou uma garrafa de água. Por isso, os impostos indiretos são chamados de regressivos, pois eles pesam mais no bolso dos mais pobres do que dos mais ricos.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), os 10% mais pobres da população gastam 32% da sua renda em impostos, enquanto os 10% mais ricos gastam apenas 21%. Ou seja, há uma inversão da lógica da justiça social, que deveria ser baseada na progressividade dos impostos, ou seja, na cobrança proporcional à renda e à riqueza de cada um.

    Os grandes empresários e as grandes fortunas também se beneficiam de isenções, incentivos fiscais e brechas legais que reduzem a sua carga tributária. Além disso, eles contam com mecanismos de sonegação e evasão fiscal que lhes permitem escapar do pagamento de impostos. Segundo a Receita Federal, a sonegação fiscal no Brasil chega a R$ 417 bilhões por ano.

    A proposta de redução de impostos

    Diante desse cenário, muitos brasileiros defendem a redução dos impostos como forma de estimular o consumo, o emprego e o crescimento econômico. Essa é a tese defendida pelo cientista social Alberto Carlos Almeida no livro “O dedo na ferida: Menos imposto, mais consumo”.

    Segundo ele, o brasileiro sabe que paga muito imposto e deseja que os recursos revertam em melhores serviços públicos. Mas, como isso não acontece, ele prefere pagar menos impostos e, com mais dinheiro do salário, pagar por serviços privados (escolas e planos de saúde, entre outros) que funcionem.

    Almeida mostra que a população brasileira apoia a redução de impostos, principalmente porque isso a possibilita comprar mais e conseguir empregos melhores. Os brasileiros querem mais autonomia e independência e menos tutela do Estado. Ele também critica a falta de políticos brasileiros dispostos a defender a redução de impostos como promessa de campanha.

    Para ele, a redução de impostos seria uma forma de aumentar a competitividade das empresas brasileiras, que hoje sofrem com o chamado “custo Brasil”, que inclui a burocracia, a infraestrutura precária e a carga tributária elevada. Além disso, seria uma forma de aumentar a arrecadação do governo, pois haveria mais pessoas consumindo e trabalhando formalmente.

    O problema dos altos impostos no Brasil é um tema que afeta diretamente a vida de todos os cidadãos. É preciso debater e buscar soluções para tornar o sistema tributário mais justo, eficiente e transparente. A redução de impostos é uma proposta que merece ser considerada, pois pode trazer benefícios para a economia e para a sociedade brasileiras.

  • Como a indústria de alimentos ultraprocessados influencia a política e a saúde em países emergentes

    Como a indústria de alimentos ultraprocessados influencia a política e a saúde em países emergentes

    A indústria de alimentos ultraprocessados, também conhecida como junk food, é responsável por uma grande parte do consumo alimentar e da carga de doenças não transmissíveis (DNTs) em países emergentes, como China, Brasil, Índia, Indonésia, México e África do Sul.

    Esses países são alvos preferenciais das empresas de bebidas e alimentos ultraprocessados, que aproveitam as oportunidades criadas pelas reformas de mercado, o aumento da classe média, o desejo de investimento estrangeiro e a maior disponibilidade de produtos baratos e saborosos.

    No entanto, esses produtos têm um alto custo para a saúde pública e o meio ambiente. O consumo excessivo de açúcar, sal e gordura está associado a um maior risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Além disso, a produção e o transporte desses alimentos geram emissões de gases de efeito estufa, desmatamento, perda de biodiversidade e poluição.

    Diante desse cenário, seria esperado que os governos adotassem medidas regulatórias para restringir as práticas da indústria de alimentos ultraprocessados, como a publicidade, a rotulagem, a tributação e a oferta em ambientes escolares. No entanto, isso nem sempre acontece. Por quê?

    Um livro recente do cientista político Eduardo J Gómez busca responder essa questão. Em “Junk Food Politics: How Beverage and Fast Food Industries Are Reshaping Emerging Economies”, o autor analisa seis estudos de caso de países emergentes e propõe um novo modelo analítico chamado “Política Industrial e Instituições Complementares” (IPCI).

    Segundo Gómez, a indústria de alimentos ultraprocessados usa uma série de táticas para influenciar a política e reestruturar a sociedade em seu favor. Essas táticas incluem: lobby, financiamento de campanhas eleitorais, filantropia corporativa, parcerias público-privadas, cooptação de cientistas e organizações da sociedade civil, desinformação e negação das evidências científicas.

    Essas táticas só são possíveis graças às “Instituições Complementares”: políticos e líderes que “buscam e aceitam as indústrias de alimentos ultraprocessados como parceiros vitais para ajudá-los a alcançar seus objetivos políticos, econômicos e sociais alternativos”. Esses objetivos podem ser: gerar empregos, aumentar o crescimento econômico, reduzir a pobreza, melhorar a segurança alimentar ou promover o desenvolvimento rural.

    Gómez argumenta que esse quadro resulta em um aumento da legitimidade e da influência da indústria de alimentos ultraprocessados e em uma estagnação da ação regulatória. Isso explica por que alguns países emergentes têm sido mais bem-sucedidos do que outros na implementação de políticas públicas para prevenir as DNTs relacionadas à alimentação.

    O livro é uma contribuição importante para entender os determinantes comerciais da saúde e as barreiras políticas para enfrentar o problema da junk food. O autor oferece uma perspectiva crítica e histórica sobre o papel das corporações transnacionais na conformação das economias emergentes e seus impactos na saúde global.

    Esses países são alvos preferenciais das empresas de bebidas e alimentos ultraprocessados, que aproveitam as oportunidades criadas pelas reformas de mercado, o aumento da classe média, o desejo de investimento estrangeiro e a maior disponibilidade de produtos baratos e saborosos.

    No entanto, esses produtos têm um alto custo para a saúde pública e o meio ambiente. O consumo excessivo de açúcar, sal e gordura está associado a um maior risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Além disso, a produção e o transporte desses alimentos geram emissões de gases de efeito estufa, desmatamento, perda de biodiversidade e poluição.

    Diante desse cenário, seria esperado que os governos adotassem medidas regulatórias para restringir as práticas da indústria de alimentos ultraprocessados, como a publicidade, a rotulagem, a tributação e a oferta em ambientes escolares. No entanto, isso nem sempre acontece. Por quê?

    Um livro recente do cientista político Eduardo J Gómez busca responder essa questão. Em “Junk Food Politics: How Beverage and Fast Food Industries Are Reshaping Emerging Economies”, o autor analisa seis estudos de caso de países emergentes e propõe um novo modelo analítico chamado “Política Industrial e Instituições Complementares” (IPCI).

    Segundo Gómez, a indústria de alimentos ultraprocessados usa uma série de táticas para influenciar a política e reestruturar a sociedade em seu favor. Essas táticas incluem: lobby, financiamento de campanhas eleitorais, filantropia corporativa, parcerias público-privadas, cooptação de cientistas e organizações da sociedade civil, desinformação e negação das evidências científicas.

    Essas táticas só são possíveis graças às “Instituições Complementares”: políticos e líderes que “buscam e aceitam as indústrias de alimentos ultraprocessados como parceiros vitais para ajudá-los a alcançar seus objetivos políticos, econômicos e sociais alternativos”. Esses objetivos podem ser: gerar empregos, aumentar o crescimento econômico, reduzir a pobreza, melhorar a segurança alimentar ou promover o desenvolvimento rural.

    Gómez argumenta que esse quadro resulta em um aumento da legitimidade e da influência da indústria de alimentos ultraprocessados e em uma estagnação da ação regulatória. Isso explica por que alguns países emergentes têm sido mais bem-sucedidos do que outros na implementação de políticas públicas para prevenir as DNTs relacionadas à alimentação.

    O livro é uma contribuição importante para entender os determinantes comerciais da saúde e as barreiras políticas para enfrentar o problema da junk food. O autor oferece uma perspectiva crítica e histórica sobre o papel das corporações transnacionais na conformação das economias emergentes e seus impactos na saúde global.

  • O que é o Conselhão de Lula e quais empresários e influenciadores participam?

    O que é o Conselhão de Lula e quais empresários e influenciadores participam?

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recriou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado “Conselhão”, que havia sido extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    O órgão tem como objetivo auxiliar o governo na formulação e análise de políticas públicas para o desenvolvimento do país.

    O Conselhão foi criado por Lula em 2003, em seu primeiro mandato, e era composto por dezenas de empresários e representantes de outros setores da sociedade. O grupo se reunia periodicamente com o presidente da República para discutir temas relevantes para a economia e o bem-estar social. Na era Lula, o Conselhão foi responsável pela elaboração de medidas importantes para que a crise econômica mundial de 2008 não atingisse o país.

    De acordo com o decreto publicado em março deste ano, o Conselhão será integrado pelo presidente da República, que também o presidirá, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”. Os representantes dos diversos setores serão escolhidos por Lula para um período inicial de dois anos, podendo ser reconduzidos.

    A previsão é de que o colegiado seja reinstalado em abril, por ocasião dos 100 dias do terceiro mandato de Lula. Entre os nomes já convidados para integrar o Conselhão estão: Neca Setúbal, socióloga e herdeira do grupo Itaú; Cristina Junqueira, dirigente do Nubank; Leila Pereira, empresária e presidente do Palmeiras; Luiza Trajano, empresária e fundadora do Magazine Luiza; Glauco Humai, presidente da Associação de Shopping Centers; José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares; entre outros.

    O órgão tem como objetivo auxiliar o governo na formulação e análise de políticas públicas para o desenvolvimento do país.

    O Conselhão foi criado por Lula em 2003, em seu primeiro mandato, e era composto por dezenas de empresários e representantes de outros setores da sociedade. O grupo se reunia periodicamente com o presidente da República para discutir temas relevantes para a economia e o bem-estar social. Na era Lula, o Conselhão foi responsável pela elaboração de medidas importantes para que a crise econômica mundial de 2008 não atingisse o país.

    De acordo com o decreto publicado em março deste ano, o Conselhão será integrado pelo presidente da República, que também o presidirá, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”. Os representantes dos diversos setores serão escolhidos por Lula para um período inicial de dois anos, podendo ser reconduzidos.

    A previsão é de que o colegiado seja reinstalado em abril, por ocasião dos 100 dias do terceiro mandato de Lula. Entre os nomes já convidados para integrar o Conselhão estão: Neca Setúbal, socióloga e herdeira do grupo Itaú; Cristina Junqueira, dirigente do Nubank; Leila Pereira, empresária e presidente do Palmeiras; Luiza Trajano, empresária e fundadora do Magazine Luiza; Glauco Humai, presidente da Associação de Shopping Centers; José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares; entre outros.

  • O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O G20 é um grupo formado pelos ministros da Economia e presidentes dos Bancos Centrais de 19 países e da União Europeia. Juntos, esses países representam cerca de 80% da economia global e discutem os principais desafios econômicos, políticos e de saúde do mundo.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • A história do podcast: do surgimento à popularidade global

    A história do podcast: do surgimento à popularidade global

    O sucesso inicial do podcasting levou a um grande número de shows e programas sendo criados, abrangendo uma ampla variedade de tópicos e interesses.

    A história do podcast remonta aos anos 80, quando a ideia de gravação e distribuição de áudio digital começou a surgir. No entanto, o termo “podcast” só foi cunhado em 2004, por Ben Hammersley, jornalista e escritor britânico, combinando as palavras “iPod” e “broadcast” (transmissão).

    O surgimento do podcast como uma forma popular de mídia pode ser atribuído ao lançamento do iPod pela Apple em 2001, que permitiu que os usuários armazenassem grandes quantidades de arquivos de áudio em um dispositivo portátil. No entanto, o verdadeiro impulso para o podcasting veio com o lançamento do iTunes 4.9 em 2005, que incluía uma seção de podcasting integrada.

    Isso permitiu aos usuários assinar podcasts diretamente em suas contas do iTunes e sincronizá-los com seus dispositivos iPod, tornando mais fácil do que nunca consumir conteúdo de áudio sob demanda. O sucesso inicial do podcasting levou a um grande número de shows e programas sendo criados, abrangendo uma ampla variedade de tópicos e interesses.

    Nos anos seguintes, o podcasting cresceu rapidamente em popularidade, impulsionado pelo aumento da qualidade do som, a disponibilidade de ferramentas de gravação e edição acessíveis e a facilidade de publicação e distribuição online. Hoje, os podcasts abrangem uma ampla gama de tópicos, desde notícias e política até comédia, esportes, tecnologia e muito mais, e são consumidos por milhões de pessoas em todo o mundo.

    A história do podcast remonta aos anos 80, quando a ideia de gravação e distribuição de áudio digital começou a surgir. No entanto, o termo “podcast” só foi cunhado em 2004, por Ben Hammersley, jornalista e escritor britânico, combinando as palavras “iPod” e “broadcast” (transmissão).

    O surgimento do podcast como uma forma popular de mídia pode ser atribuído ao lançamento do iPod pela Apple em 2001, que permitiu que os usuários armazenassem grandes quantidades de arquivos de áudio em um dispositivo portátil. No entanto, o verdadeiro impulso para o podcasting veio com o lançamento do iTunes 4.9 em 2005, que incluía uma seção de podcasting integrada.

    Isso permitiu aos usuários assinar podcasts diretamente em suas contas do iTunes e sincronizá-los com seus dispositivos iPod, tornando mais fácil do que nunca consumir conteúdo de áudio sob demanda. O sucesso inicial do podcasting levou a um grande número de shows e programas sendo criados, abrangendo uma ampla variedade de tópicos e interesses.

    Nos anos seguintes, o podcasting cresceu rapidamente em popularidade, impulsionado pelo aumento da qualidade do som, a disponibilidade de ferramentas de gravação e edição acessíveis e a facilidade de publicação e distribuição online. Hoje, os podcasts abrangem uma ampla gama de tópicos, desde notícias e política até comédia, esportes, tecnologia e muito mais, e são consumidos por milhões de pessoas em todo o mundo.

  • Com pena reduzida, Palloci vai para casa de tornozeleira eletrônica

    O ex-ministro da Fazenda do governo Lula e de Dilma Rousseff, Antônio Palocci, teve a pena reduzida e vai cumpri-la em prisão domiciliar como benefício pela delação premiada firmada com a Polícia Federal.

    O Tribunal Regional Federal (TRF2), sediado em Porto Alegre, condenou o ex-ministro a 9 anos e 10 dias de reclusão, transferido para o regime de prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, tudo no âmbito da Lava Jato.

    Inicialmente, o relator do caso, desembargador Gebran Neto, fixou a pena em 18 anos em regime fechado, aumentando a condenação dada na primeira instância pelo então juiz Sérgio Moro, que havia fixado a pena em 12 anos.

    Mas como Palocci fechou delação premiada, foi beneficiado com a redução de 50% da pena, além da progressão para a prisão domiciliar.

    A decisão do tribunal não foi unânime. O voto divergente foi do desembargador Victor Laus que se mostrou contrário ao benefício da delação porque, segundo o magistrado, a colaboração de Palocci não teria sido suficientemente eficaz.

    Mas acabou vencido pelos outros dois colegas da 8ª turma do TRF4.

    O conteúdo da delação foi liberado dias antes da votação do primeiro turno das eleições por Sérgio Moro.

    Nela, Palocci afirma que o ex-presidente Lula tinha conhecimento da corrupção na Petrobras.

    Palocci foi condenado acusado de ter beneficiado a Odebrecht em contratos com a Petrobras envolvendo a construção de embarcações.

    O ex-ministro também foi acusado de gerir as propinas para o PT, inclusive com contas no exterior.

    Palocci está preso desde setembro de 2016 e pode deixar a prisão a qualquer momento.

    Além do ex-ministro, outros 14 réus estão envolvidos neste processo. Entre eles, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto; o empresário da Odebrecht, Marcelo Odebrecht e o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque.

  • Câmara pode votar nesta terça controle de empresas aéreas por estrangeiros

    Após duas semanas sem sessão, o plenário da Câmara marcou para esta terça-feira (4) a votação do projeto que permite transferir o controle de empresas aéreas nacionais para o capital estrangeiro.

    De acordo com a proposta, o capital das companhias aéreas com sede no Brasil poderá ser totalmente estrangeiro.

    Atualmente, o máximo de capital externo permitido nessas companhias é de 20%.

    O projeto, sob a relatoria do deputado Paulo Azi, do Democratas baiano, propõe o fim da classificação dos hotéis pelo Ministério do Turismo, por meio de atribuição de estrelas.

    Também está em pauta a medida provisória que acaba com o Fundo Soberano do Brasil. Este fundo é uma poupança criada em 2008, com o objetivo de atenuar o efeito de crises econômicas e fomentar projetos de interesse estratégico do país.

    Os recursos do fundo, que somam mais de R$ 26 bilhões serão destinados, se aprovada a medida, ao pagamento da dívida pública federal.