Tag: vacinas

  • Como as vacinas mudaram a história da humanidade

    Como as vacinas mudaram a história da humanidade

    As vacinas são substâncias que estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos contra agentes infecciosos, como vírus e bactérias.

    Ao receber uma vacina, o organismo fica protegido contra uma determinada doença, sem precisar passar por ela. As vacinas são consideradas uma das maiores invenções da medicina e um dos principais fatores que contribuíram para o aumento da expectativa de vida da população mundial.

    A primeira vacina da história foi criada pelo médico inglês Edward Jenner, em 1796. Ele observou que as pessoas que trabalhavam com vacas não pegavam varíola, uma doença grave que causava febre, erupções na pele e podia levar à morte ou deixar cicatrizes permanentes. Jenner descobriu que essas pessoas tinham sido infectadas pelo vírus da varíola bovina, uma forma mais branda da doença, e que isso lhes conferia imunidade contra a varíola humana. Ele então inoculou o líquido extraído de uma pústula de uma vaca em um menino de oito anos, chamado James Phipps, e depois o expôs ao vírus da varíola humana. O menino não desenvolveu a doença, provando que a vacina funcionava. Jenner chamou sua descoberta de “vacinação”, do latim “vacca”, que significa vaca.

    A vacina de Jenner foi um marco na história da humanidade, pois abriu caminho para o desenvolvimento de outras vacinas contra doenças que assolavam a humanidade há séculos, como cólera, raiva, poliomielite, sarampo, gripe e covid-19 . Graças à vacinação em massa, algumas dessas doenças foram erradicadas ou controladas, evitando milhões de mortes e sofrimento. Por exemplo, a varíola foi declarada oficialmente eliminada em 1980 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), após uma campanha global de vacinação. A poliomielite, que causava paralisia e deformidades em crianças, está quase extinta, restando apenas alguns casos em países como Afeganistão e Paquistão. O sarampo, que pode causar complicações graves como pneumonia e encefalite, teve uma redução de 79% na mortalidade entre 2000 e 2018, graças à vacinação. A gripe, que provocou a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, hoje pode ser prevenida com vacinas anuais que se adaptam às novas cepas do vírus. A covid-19, que causou a pandemia de 2020-2021 que infectou mais de 200 milhões de pessoas e matou mais de 4 milhões, teve sua propagação reduzida com o desenvolvimento de várias vacinas em tempo recorde.

    As vacinas não só salvaram vidas, mas também melhoraram a qualidade de vida das pessoas, ao prevenir doenças que podiam deixar sequelas físicas e mentais. Além disso, as vacinas reduziram os custos com saúde pública e privada, ao evitar gastos com tratamentos e internações. As vacinas também contribuíram para o progresso social e econômico da humanidade, ao permitir que as pessoas pudessem trabalhar, estudar e se desenvolver sem o medo de contrair doenças graves. As vacinas são um dos maiores feitos da ciência e um exemplo de solidariedade e cooperação entre os povos.

    Ao receber uma vacina, o organismo fica protegido contra uma determinada doença, sem precisar passar por ela. As vacinas são consideradas uma das maiores invenções da medicina e um dos principais fatores que contribuíram para o aumento da expectativa de vida da população mundial.

    A primeira vacina da história foi criada pelo médico inglês Edward Jenner, em 1796. Ele observou que as pessoas que trabalhavam com vacas não pegavam varíola, uma doença grave que causava febre, erupções na pele e podia levar à morte ou deixar cicatrizes permanentes. Jenner descobriu que essas pessoas tinham sido infectadas pelo vírus da varíola bovina, uma forma mais branda da doença, e que isso lhes conferia imunidade contra a varíola humana. Ele então inoculou o líquido extraído de uma pústula de uma vaca em um menino de oito anos, chamado James Phipps, e depois o expôs ao vírus da varíola humana. O menino não desenvolveu a doença, provando que a vacina funcionava. Jenner chamou sua descoberta de “vacinação”, do latim “vacca”, que significa vaca.

    A vacina de Jenner foi um marco na história da humanidade, pois abriu caminho para o desenvolvimento de outras vacinas contra doenças que assolavam a humanidade há séculos, como cólera, raiva, poliomielite, sarampo, gripe e covid-19 . Graças à vacinação em massa, algumas dessas doenças foram erradicadas ou controladas, evitando milhões de mortes e sofrimento. Por exemplo, a varíola foi declarada oficialmente eliminada em 1980 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), após uma campanha global de vacinação. A poliomielite, que causava paralisia e deformidades em crianças, está quase extinta, restando apenas alguns casos em países como Afeganistão e Paquistão. O sarampo, que pode causar complicações graves como pneumonia e encefalite, teve uma redução de 79% na mortalidade entre 2000 e 2018, graças à vacinação. A gripe, que provocou a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, hoje pode ser prevenida com vacinas anuais que se adaptam às novas cepas do vírus. A covid-19, que causou a pandemia de 2020-2021 que infectou mais de 200 milhões de pessoas e matou mais de 4 milhões, teve sua propagação reduzida com o desenvolvimento de várias vacinas em tempo recorde.

    As vacinas não só salvaram vidas, mas também melhoraram a qualidade de vida das pessoas, ao prevenir doenças que podiam deixar sequelas físicas e mentais. Além disso, as vacinas reduziram os custos com saúde pública e privada, ao evitar gastos com tratamentos e internações. As vacinas também contribuíram para o progresso social e econômico da humanidade, ao permitir que as pessoas pudessem trabalhar, estudar e se desenvolver sem o medo de contrair doenças graves. As vacinas são um dos maiores feitos da ciência e um exemplo de solidariedade e cooperação entre os povos.

  • Anvisa renova autorização de uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid-19

    Anvisa renova autorização de uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid-19

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a prorrogação da validade das Autorizações de Uso Emergencial (AUEs) de vacinas e medicamentos para Covid-19 por mais um ano. A medida foi publicada nesta segunda-feira (5/6) e permite que os produtos aprovados durante a pandemia continuem sendo utilizados, desde que tenham sido fabricados até o dia…

    Entre os produtos que tiveram a autorização renovada estão as vacinas Comirnaty bivalente BA.1 e BA.4/BA.5, da Pfizer/BioNTech, e a CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac, além dos medicamentos Sotrovimabe, Lagevrio (Molnupiravir) e Paxlovid (Nirmatrelvir + Ritonavir).

    A Anvisa explicou que a prorrogação foi necessária porque o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarado pelo Ministério da Saúde em maio, encerraria automaticamente as AUEs. No entanto, a agência reconheceu que os produtos mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos.

    Para continuarem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise na Anvisa.

    A agência também definiu novas regras para novos pedidos de AUE para vacinas e medicamentos. Entre as mudanças, está a determinação de que novas avaliações de uso emergencial se darão para as vacinas indicadas pelo Ministério da Saúde como necessárias para apoiar o programa de vacinação no Brasil. Além disso, a Anvisa considerará os relatórios de aprovação dos produtos das autoridades reguladoras internacionais reconhecidas pela agência.

    Entre os produtos que tiveram a autorização renovada estão as vacinas Comirnaty bivalente BA.1 e BA.4/BA.5, da Pfizer/BioNTech, e a CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac, além dos medicamentos Sotrovimabe, Lagevrio (Molnupiravir) e Paxlovid (Nirmatrelvir + Ritonavir).

    A Anvisa explicou que a prorrogação foi necessária porque o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarado pelo Ministério da Saúde em maio, encerraria automaticamente as AUEs. No entanto, a agência reconheceu que os produtos mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos.

    Para continuarem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise na Anvisa.

    A agência também definiu novas regras para novos pedidos de AUE para vacinas e medicamentos. Entre as mudanças, está a determinação de que novas avaliações de uso emergencial se darão para as vacinas indicadas pelo Ministério da Saúde como necessárias para apoiar o programa de vacinação no Brasil. Além disso, a Anvisa considerará os relatórios de aprovação dos produtos das autoridades reguladoras internacionais reconhecidas pela agência.

  • Vacinas contra câncer e doenças cardíacas podem ficar prontas até o final da década

    Vacinas contra câncer e doenças cardíacas podem ficar prontas até o final da década

    Uma equipe de cientistas britânicos está desenvolvendo vacinas que podem prevenir ou tratar câncer e doenças cardíacas, as duas principais causas de morte no mundo.

    Eles esperam que as vacinas estejam disponíveis até o final da década, após testes clínicos bem-sucedidos.

    As vacinas usam a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), a mesma usada nas vacinas contra a covid-19, para treinar o sistema imunológico para combater as células doentes.

    Os pesquisadores afirmam que as vacinas são seguras, baratas e fáceis de administrar.

    Segundo os pesquisadores, as vacinas poderiam prevenir ou tratar vários tipos de câncer, como o de mama, o de próstata e o de pele, além de reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles esperam iniciar os testes clínicos em humanos já em 2023.

    A reportagem completa pode ser lida no site do jornal The Guardian, neste link.

    Eles esperam que as vacinas estejam disponíveis até o final da década, após testes clínicos bem-sucedidos.

    As vacinas usam a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), a mesma usada nas vacinas contra a covid-19, para treinar o sistema imunológico para combater as células doentes.

    Os pesquisadores afirmam que as vacinas são seguras, baratas e fáceis de administrar.

    Segundo os pesquisadores, as vacinas poderiam prevenir ou tratar vários tipos de câncer, como o de mama, o de próstata e o de pele, além de reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles esperam iniciar os testes clínicos em humanos já em 2023.

    A reportagem completa pode ser lida no site do jornal The Guardian, neste link.

  • Em nota, Pfizer diz que ofereceu proposta para Brasil comprar vacinas em agosto

    “A Pfizer encaminhou três propostas para o governo brasileiro, para uma possível aquisição de 70 milhões de doses de sua vacina, sendo que a primeira proposta foi encaminhada pela companhia em 15 de agosto de 2020 e considerava um quantitativo para entrega a partir de dezembro de 2020”, disse a empresa em nota. 

    A Pfizer continua o processo regulatório de submissão contínua de sua vacina junto à Anvisa e diz que ainda aguarda a decisão do governo brasileiro para estabelecer um contrato de fornecimento.

    Ouça na W:

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui