Categoria: Saúde

  • O que é pancreatite, quais são as causas, os sintomas e os tratamentos

    O que é pancreatite, quais são as causas, os sintomas e os tratamentos

    Pancreatite é a inflamação do pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago e que tem duas funções principais: produzir enzimas que ajudam na digestão dos alimentos e hormônios que regulam o açúcar no sangue.

    A pancreatite pode ser aguda ou crônica, dependendo da duração e da gravidade dos sintomas. A forma aguda ocorre de forma repentina e geralmente é causada por pedras na vesícula ou consumo excessivo de álcool. A forma crônica ocorre ao longo do tempo e pode ser causada por alcoolismo, tabagismo, fibrose cística, doenças autoimunes ou uso de certos medicamentos.

    Os sintomas mais comuns da pancreatite são dor abdominal intensa, náuseas, vômitos, febre e aumento dos batimentos cardíacos. A dor pode se espalhar para as costas e piorar ao comer ou deitar. Em casos graves, a pancreatite pode causar desidratação, choque, insuficiência de órgãos e até morte.

    O diagnóstico da pancreatite é feito por meio de exames de sangue, urina, fezes e imagem, como ultrassom, tomografia ou ressonância magnética. O tratamento depende da causa e da gravidade da condição. Em geral, o tratamento envolve repouso, jejum, hidratação, analgésicos e anti-inflamatórios. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção dos cálculos biliares, a drenagem do líquido inflamatório ou a cirurgia para retirar parte do pâncreas.

    A pancreatite pode ser curada se a causa for tratada e se forem evitados os fatores de risco. No entanto, a pancreatite crônica pode causar danos permanentes ao pâncreas e levar a complicações como insuficiência pancreática, infecções, hemorragias, pseudocistos e câncer de pâncreas.

    Se você tem algum dos sintomas de pancreatite ou suspeita que pode ter a doença, procure um médico o quanto antes. Quanto mais cedo for o diagnóstico e o tratamento, maiores são as chances de recuperação e prevenção de complicações.

    A pancreatite pode ser aguda ou crônica, dependendo da duração e da gravidade dos sintomas. A forma aguda ocorre de forma repentina e geralmente é causada por pedras na vesícula ou consumo excessivo de álcool. A forma crônica ocorre ao longo do tempo e pode ser causada por alcoolismo, tabagismo, fibrose cística, doenças autoimunes ou uso de certos medicamentos.

    Os sintomas mais comuns da pancreatite são dor abdominal intensa, náuseas, vômitos, febre e aumento dos batimentos cardíacos. A dor pode se espalhar para as costas e piorar ao comer ou deitar. Em casos graves, a pancreatite pode causar desidratação, choque, insuficiência de órgãos e até morte.

    O diagnóstico da pancreatite é feito por meio de exames de sangue, urina, fezes e imagem, como ultrassom, tomografia ou ressonância magnética. O tratamento depende da causa e da gravidade da condição. Em geral, o tratamento envolve repouso, jejum, hidratação, analgésicos e anti-inflamatórios. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção dos cálculos biliares, a drenagem do líquido inflamatório ou a cirurgia para retirar parte do pâncreas.

    A pancreatite pode ser curada se a causa for tratada e se forem evitados os fatores de risco. No entanto, a pancreatite crônica pode causar danos permanentes ao pâncreas e levar a complicações como insuficiência pancreática, infecções, hemorragias, pseudocistos e câncer de pâncreas.

    Se você tem algum dos sintomas de pancreatite ou suspeita que pode ter a doença, procure um médico o quanto antes. Quanto mais cedo for o diagnóstico e o tratamento, maiores são as chances de recuperação e prevenção de complicações.

  • Brasil avança no tratamento do HIV/Aids com medicamento inédito no SUS

    Brasil avança no tratamento do HIV/Aids com medicamento inédito no SUS

    Uma nova combinação de medicamentos para o tratamento do HIV/Aids está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) desde outubro de 2023.

    O medicamento, que reúne dois antirretrovirais, Dolutegravir e Lamivudina, em um único comprimido, é considerado uma das mais avançadas terapias para a doença.

    A combinação tem diversas vantagens em relação aos tratamentos convencionais, como uma dosagem simplificada (um comprimido por dia), um menor potencial de toxicidade e resistência, e uma maior eficácia e adesão ao tratamento. Além disso, o medicamento tem um custo menor para o SUS, gerando uma economia de cerca de R$ 400 milhões por ano.

    O medicamento é fruto de uma aliança estratégica entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) e as empresas farmacêuticas privadas ViiV Healthcare Company e GlaxoSmithKline (GSK), assinada em julho de 2020. A aliança visa o desenvolvimento, transferência de tecnologia e o fornecimento do medicamento, dando autonomia para uma produção totalmente nacional.

    Farmanguinhos/Fiocruz é o principal distribuidor de antirretrovirais para o SUS. Desde 1999, o Instituto produz e fornece diversos medicamentos para o tratamento e a prevenção do HIV/Aids, contribuindo para a qualidade de vida dos pacientes e para o controle da epidemia no país.

    O Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua política de acesso universal e gratuito aos medicamentos para o HIV/Aids. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 1 milhão de pessoas vivem com HIV no país, das quais 88% estão diagnosticadas e 77% estão em tratamento. A nova combinação de medicamentos representa mais um avanço na luta contra a doença.

    O medicamento, que reúne dois antirretrovirais, Dolutegravir e Lamivudina, em um único comprimido, é considerado uma das mais avançadas terapias para a doença.

    A combinação tem diversas vantagens em relação aos tratamentos convencionais, como uma dosagem simplificada (um comprimido por dia), um menor potencial de toxicidade e resistência, e uma maior eficácia e adesão ao tratamento. Além disso, o medicamento tem um custo menor para o SUS, gerando uma economia de cerca de R$ 400 milhões por ano.

    O medicamento é fruto de uma aliança estratégica entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) e as empresas farmacêuticas privadas ViiV Healthcare Company e GlaxoSmithKline (GSK), assinada em julho de 2020. A aliança visa o desenvolvimento, transferência de tecnologia e o fornecimento do medicamento, dando autonomia para uma produção totalmente nacional.

    Farmanguinhos/Fiocruz é o principal distribuidor de antirretrovirais para o SUS. Desde 1999, o Instituto produz e fornece diversos medicamentos para o tratamento e a prevenção do HIV/Aids, contribuindo para a qualidade de vida dos pacientes e para o controle da epidemia no país.

    O Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua política de acesso universal e gratuito aos medicamentos para o HIV/Aids. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 1 milhão de pessoas vivem com HIV no país, das quais 88% estão diagnosticadas e 77% estão em tratamento. A nova combinação de medicamentos representa mais um avanço na luta contra a doença.

  • Hospitais privados de SP registram alta de casos de covid-19 e alertam para novas subvariantes

    Hospitais privados de SP registram alta de casos de covid-19 e alertam para novas subvariantes

    Uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Sindihosp) mostrou que a maioria dos hospitais privados paulistas teve um aumento de casos de covid-19 nos últimos 15 dias.

    O levantamento, feito entre 10 e 19 de outubro, ouviu 81 hospitais, sendo 49% da capital e Grande São Paulo e 51% do interior.

    Segundo o estudo, 84% dos hospitais entrevistados relataram um aumento na chegada de pacientes ao Pronto Atendimento com suspeita de covid-19. Em relação aos testes, 68% deles disseram ter observado um aumento entre 11% e 20% de casos positivos. Além disso, 76% dos hospitais informaram um aumento de internações de pacientes por causa da doença. Para 92%, o percentual de aumento de infectados nos leitos de UTI ficou em 5%.

    O presidente do Sindihosp, Francisco Balestrin, afirmou que o aumento da infecção pode ser um indício de que novas subvariantes da covid-19 estão em circulação no estado. Ele explicou que as subvariantes são mutações do vírus que podem torná-lo mais transmissível ou mais resistente às vacinas. Uma das novas subvariantes é a BQ.1, que está associada a um recente surto da doença nos Estados Unidos e na Europa. A subvariante foi detectada pela primeira vez no Brasil em uma paciente da Amazônia e já há casos confirmados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

    Balestrin ressaltou que é necessário que a população complete o calendário vacinal com a vacina bivalente, que protege contra as variantes Delta e BQ.1. Ele também recomendou que as pessoas usem máscara em ambientes com alta concentração de pessoas, como o transporte público. Ele lembrou que a pandemia ainda não acabou e que é preciso manter os cuidados para evitar uma nova onda da doença.

    Para acompanhar os dados sobre a pandemia na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde disponibiliza um painel interativo com informações sobre os casos, as mortes, a ocupação dos leitos, a vacinação e os mapas das regiões mais afetadas. O painel pode ser acessado pelo site da prefeitura.

    O levantamento, feito entre 10 e 19 de outubro, ouviu 81 hospitais, sendo 49% da capital e Grande São Paulo e 51% do interior.

    Segundo o estudo, 84% dos hospitais entrevistados relataram um aumento na chegada de pacientes ao Pronto Atendimento com suspeita de covid-19. Em relação aos testes, 68% deles disseram ter observado um aumento entre 11% e 20% de casos positivos. Além disso, 76% dos hospitais informaram um aumento de internações de pacientes por causa da doença. Para 92%, o percentual de aumento de infectados nos leitos de UTI ficou em 5%.

    O presidente do Sindihosp, Francisco Balestrin, afirmou que o aumento da infecção pode ser um indício de que novas subvariantes da covid-19 estão em circulação no estado. Ele explicou que as subvariantes são mutações do vírus que podem torná-lo mais transmissível ou mais resistente às vacinas. Uma das novas subvariantes é a BQ.1, que está associada a um recente surto da doença nos Estados Unidos e na Europa. A subvariante foi detectada pela primeira vez no Brasil em uma paciente da Amazônia e já há casos confirmados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

    Balestrin ressaltou que é necessário que a população complete o calendário vacinal com a vacina bivalente, que protege contra as variantes Delta e BQ.1. Ele também recomendou que as pessoas usem máscara em ambientes com alta concentração de pessoas, como o transporte público. Ele lembrou que a pandemia ainda não acabou e que é preciso manter os cuidados para evitar uma nova onda da doença.

    Para acompanhar os dados sobre a pandemia na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde disponibiliza um painel interativo com informações sobre os casos, as mortes, a ocupação dos leitos, a vacinação e os mapas das regiões mais afetadas. O painel pode ser acessado pelo site da prefeitura.

  • Os benefícios da vacinação contra a poliomielite e os riscos dos movimentos antivacinas

    Os benefícios da vacinação contra a poliomielite e os riscos dos movimentos antivacinas

    A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença grave que pode deixar sequelas permanentes ou levar à morte.

    Ela é causada por um vírus que se transmite de pessoa para pessoa, principalmente pela água e alimentos contaminados. A única forma de prevenir a doença é pela vacinação, que deve ser feita em crianças menores de cinco anos.

    O Brasil conseguiu eliminar a poliomielite em 1994, depois de décadas de campanhas de imunização que vacinaram milhões de brasileiros. No entanto, isso não significa que a doença está erradicada no mundo. Ainda há casos de poliomielite em países da África e da Ásia, e o risco de reintrodução do vírus no Brasil existe, principalmente por causa do fluxo de pessoas e do comércio internacional.

    Por isso, é fundamental que os pais levem seus filhos aos postos de saúde para receberem as doses da vacina contra a poliomielite, que são gratuitas e seguras. A vacinação é a única forma de garantir a proteção das crianças e de manter o Brasil livre da doença.

    No entanto, nos últimos anos, houve uma queda na taxa de vacinação no Brasil, que chegou a 12% em 2020. Isso significa que muitas crianças estão desprotegidas contra doenças que podem ser evitadas com as vacinas, como sarampo, rotavírus, entre outras. A pandemia de covid-19 foi um dos fatores que contribuíram para essa redução, pois muitas pessoas deixaram de ir aos postos de saúde por medo de contágio ou por falta de informação.

    Além disso, há grupos que se opõem à vacinação por motivos religiosos, políticos, ideológicos ou de saúde. Eles acreditam que as vacinas são ineficazes, perigosas ou desnecessárias, e que podem causar efeitos colaterais graves ou doenças como o autismo. Esses grupos se tornaram mais populares com a globalização e a disseminação de informações falsas ou distorcidas nas redes sociais.

    Essas ideias são infundadas e prejudiciais à saúde pública. As vacinas são testadas rigorosamente antes de serem liberadas para uso, e os benefícios da imunização superam em muito os possíveis riscos. As vacinas salvam milhões de vidas todos os anos e são um dos maiores avanços da medicina.

    Por isso, é importante que as pessoas se informem sobre a importância da vacinação e não se deixem influenciar por boatos ou mentiras. A vacinação é um ato de responsabilidade individual e coletiva, que protege não só a si mesmo, mas também a sua família e a sua comunidade. Vacinar-se é um gesto de amor e de cidadania.

    Ela é causada por um vírus que se transmite de pessoa para pessoa, principalmente pela água e alimentos contaminados. A única forma de prevenir a doença é pela vacinação, que deve ser feita em crianças menores de cinco anos.

    O Brasil conseguiu eliminar a poliomielite em 1994, depois de décadas de campanhas de imunização que vacinaram milhões de brasileiros. No entanto, isso não significa que a doença está erradicada no mundo. Ainda há casos de poliomielite em países da África e da Ásia, e o risco de reintrodução do vírus no Brasil existe, principalmente por causa do fluxo de pessoas e do comércio internacional.

    Por isso, é fundamental que os pais levem seus filhos aos postos de saúde para receberem as doses da vacina contra a poliomielite, que são gratuitas e seguras. A vacinação é a única forma de garantir a proteção das crianças e de manter o Brasil livre da doença.

    No entanto, nos últimos anos, houve uma queda na taxa de vacinação no Brasil, que chegou a 12% em 2020. Isso significa que muitas crianças estão desprotegidas contra doenças que podem ser evitadas com as vacinas, como sarampo, rotavírus, entre outras. A pandemia de covid-19 foi um dos fatores que contribuíram para essa redução, pois muitas pessoas deixaram de ir aos postos de saúde por medo de contágio ou por falta de informação.

    Além disso, há grupos que se opõem à vacinação por motivos religiosos, políticos, ideológicos ou de saúde. Eles acreditam que as vacinas são ineficazes, perigosas ou desnecessárias, e que podem causar efeitos colaterais graves ou doenças como o autismo. Esses grupos se tornaram mais populares com a globalização e a disseminação de informações falsas ou distorcidas nas redes sociais.

    Essas ideias são infundadas e prejudiciais à saúde pública. As vacinas são testadas rigorosamente antes de serem liberadas para uso, e os benefícios da imunização superam em muito os possíveis riscos. As vacinas salvam milhões de vidas todos os anos e são um dos maiores avanços da medicina.

    Por isso, é importante que as pessoas se informem sobre a importância da vacinação e não se deixem influenciar por boatos ou mentiras. A vacinação é um ato de responsabilidade individual e coletiva, que protege não só a si mesmo, mas também a sua família e a sua comunidade. Vacinar-se é um gesto de amor e de cidadania.

  • Saúde mental nas redes sociais: o projeto da Harvard que treina influenciadores do TikTok para informar e conscientizar

    Saúde mental nas redes sociais: o projeto da Harvard que treina influenciadores do TikTok para informar e conscientizar

    Em um mundo cada vez mais conectado e estressante, muitas pessoas buscam nas redes sociais informações e apoio sobre saúde mental.

    No entanto, nem sempre o conteúdo que circula nessas plataformas é confiável ou baseado em evidências científicas. Para tentar oferecer uma alternativa à profusão de conteúdos (bons e ruins) sobre saúde mental nas redes sociais, a Universidade de Harvard iniciou um projeto inovador que envolve a colaboração de influenciadores de saúde mental no TikTok.

    O TikTok é uma rede social que permite aos usuários criar e compartilhar vídeos curtos, geralmente com música, humor ou efeitos especiais. A plataforma tem mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais, sendo especialmente popular entre os jovens. Segundo uma pesquisa da YouGov, 57% dos brasileiros acreditam que os influenciadores podem ajudar ou atrapalhar a saúde mental dos internautas e 25% já buscaram ajuda profissional após serem impactados por um conteúdo online.

    Nesse contexto, a Escola de Saúde Pública TH Chan, em Harvard, convidou 25 influenciadores de saúde mental do TikTok para participar de uma experiência de campo, na qual cientistas sociais tentaram injetar conteúdo baseado em evidências nos seus feeds. Os influenciadores são pessoas que usam a plataforma para compartilhar suas experiências, dicas, conselhos e humor sobre saúde mental, abordando assuntos como depressão, ansiedade, estilos de apego, rompimentos e autoestima.

    O objetivo do projeto é avaliar se os influenciadores podem ser agentes de mudança positiva na saúde mental dos seus seguidores, transmitindo informações corretas e encorajando o cuidado e a prevenção. Além disso, o projeto visa entender como as redes sociais podem ser usadas para disseminar conhecimento científico de forma acessível e atraente.

    O projeto é coordenado pelo professor Ichiro Kawachi, que é especialista em epidemiologia social e saúde pública. Ele explica que a ideia surgiu após observar o aumento da demanda por informação sobre saúde mental durante a pandemia de Covid-19 e a falta de fontes confiáveis nas redes sociais. Segundo ele, os influenciadores têm um papel importante na formação da opinião pública e podem contribuir para reduzir o estigma e o preconceito em torno da saúde mental.

    Os influenciadores selecionados para o projeto receberam treinamento online sobre temas como neurociência, psicologia, psiquiatria e políticas públicas. Eles também tiveram acesso a materiais educativos produzidos por Harvard e puderam interagir com os pesquisadores para tirar dúvidas e dar feedback. A partir disso, eles criaram vídeos sobre saúde mental usando sua própria linguagem e estilo, incorporando as informações baseadas em evidências.

    Um dos influenciadores que participou do projeto foi Rachel Havekost, uma bartender de meio período em Seattle que gosta de brincar que sua principal qualificação são 19 anos de terapia. Ela conta que ficou surpresa ao receber o convite de Harvard e que achou a experiência muito enriquecedora. Ela diz que aprendeu muito sobre saúde mental e que se sentiu mais confiante para falar sobre o assunto com seus mais de 300 mil seguidores.

    Outro influenciador que fez parte do projeto foi Trey Tucker, também conhecido como @ruggedcounseling no TikTok. Ele é um terapeuta de Chattanooga, Tennessee, que discute estilos de apego em sua conta no TikTok, às vezes enquanto carrega fardos de feno na carroceria de uma caminhonete. Ele afirma que o projeto foi uma oportunidade única de ampliar seu conhecimento sobre saúde mental e de alcançar um público maior com conteúdo relevante e responsável.

    O projeto ainda está em fase de análise dos resultados, mas os pesquisadores já adiantam que houve um aumento significativo no engajamento dos seguidores dos influenciadores após o início da intervenção. Eles também relatam que receberam feedback positivo dos usuários do TikTok, que elogiaram a qualidade e a utilidade das informações sobre saúde mental.

    O professor Kawachi diz que o projeto é um exemplo de como a academia pode se aproximar da sociedade e usar as redes sociais como uma ferramenta de educação e comunicação. Ele espera que o projeto possa inspirar outras iniciativas semelhantes e que possa contribuir para a promoção da saúde mental no Brasil e no mundo.

    No entanto, nem sempre o conteúdo que circula nessas plataformas é confiável ou baseado em evidências científicas. Para tentar oferecer uma alternativa à profusão de conteúdos (bons e ruins) sobre saúde mental nas redes sociais, a Universidade de Harvard iniciou um projeto inovador que envolve a colaboração de influenciadores de saúde mental no TikTok.

    O TikTok é uma rede social que permite aos usuários criar e compartilhar vídeos curtos, geralmente com música, humor ou efeitos especiais. A plataforma tem mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais, sendo especialmente popular entre os jovens. Segundo uma pesquisa da YouGov, 57% dos brasileiros acreditam que os influenciadores podem ajudar ou atrapalhar a saúde mental dos internautas e 25% já buscaram ajuda profissional após serem impactados por um conteúdo online.

    Nesse contexto, a Escola de Saúde Pública TH Chan, em Harvard, convidou 25 influenciadores de saúde mental do TikTok para participar de uma experiência de campo, na qual cientistas sociais tentaram injetar conteúdo baseado em evidências nos seus feeds. Os influenciadores são pessoas que usam a plataforma para compartilhar suas experiências, dicas, conselhos e humor sobre saúde mental, abordando assuntos como depressão, ansiedade, estilos de apego, rompimentos e autoestima.

    O objetivo do projeto é avaliar se os influenciadores podem ser agentes de mudança positiva na saúde mental dos seus seguidores, transmitindo informações corretas e encorajando o cuidado e a prevenção. Além disso, o projeto visa entender como as redes sociais podem ser usadas para disseminar conhecimento científico de forma acessível e atraente.

    O projeto é coordenado pelo professor Ichiro Kawachi, que é especialista em epidemiologia social e saúde pública. Ele explica que a ideia surgiu após observar o aumento da demanda por informação sobre saúde mental durante a pandemia de Covid-19 e a falta de fontes confiáveis nas redes sociais. Segundo ele, os influenciadores têm um papel importante na formação da opinião pública e podem contribuir para reduzir o estigma e o preconceito em torno da saúde mental.

    Os influenciadores selecionados para o projeto receberam treinamento online sobre temas como neurociência, psicologia, psiquiatria e políticas públicas. Eles também tiveram acesso a materiais educativos produzidos por Harvard e puderam interagir com os pesquisadores para tirar dúvidas e dar feedback. A partir disso, eles criaram vídeos sobre saúde mental usando sua própria linguagem e estilo, incorporando as informações baseadas em evidências.

    Um dos influenciadores que participou do projeto foi Rachel Havekost, uma bartender de meio período em Seattle que gosta de brincar que sua principal qualificação são 19 anos de terapia. Ela conta que ficou surpresa ao receber o convite de Harvard e que achou a experiência muito enriquecedora. Ela diz que aprendeu muito sobre saúde mental e que se sentiu mais confiante para falar sobre o assunto com seus mais de 300 mil seguidores.

    Outro influenciador que fez parte do projeto foi Trey Tucker, também conhecido como @ruggedcounseling no TikTok. Ele é um terapeuta de Chattanooga, Tennessee, que discute estilos de apego em sua conta no TikTok, às vezes enquanto carrega fardos de feno na carroceria de uma caminhonete. Ele afirma que o projeto foi uma oportunidade única de ampliar seu conhecimento sobre saúde mental e de alcançar um público maior com conteúdo relevante e responsável.

    O projeto ainda está em fase de análise dos resultados, mas os pesquisadores já adiantam que houve um aumento significativo no engajamento dos seguidores dos influenciadores após o início da intervenção. Eles também relatam que receberam feedback positivo dos usuários do TikTok, que elogiaram a qualidade e a utilidade das informações sobre saúde mental.

    O professor Kawachi diz que o projeto é um exemplo de como a academia pode se aproximar da sociedade e usar as redes sociais como uma ferramenta de educação e comunicação. Ele espera que o projeto possa inspirar outras iniciativas semelhantes e que possa contribuir para a promoção da saúde mental no Brasil e no mundo.

  • Medicamentos para emagrecer: saiba como comprar com segurança

    Medicamentos para emagrecer: saiba como comprar com segurança

    Usar medicamentos para emagrecer podem ser uma alternativa para quem tem dificuldade de perder peso com dieta e exercícios, mas também podem trazer riscos à saúde se usados de forma inadequada.

    Os medicamentos para emagrecer são aqueles que contêm substâncias que reduzem o apetite e a vontade de comer. Eles são chamados de anorexígenos e fazem parte da classe dos psicotrópicos, ou seja, que afetam o sistema nervoso central.

    Por isso, esses medicamentos são controlados pelo governo e só podem ser vendidos com receita médica especial, de cor azul. Essa receita tem validade de 30 dias e deve conter os dados do paciente, do médico e do medicamento prescrito.

    Além disso, a receita pode ser emitida de forma eletrônica, desde que tenha uma assinatura digital gerada por um certificado válido. Nesse caso, o farmacêutico deve verificar a autenticidade e a integridade da receita por meio de um sistema informatizado.

    A receita médica tem validade nacional, ou seja, pode ser aceita em qualquer estado do Brasil. No entanto, alguns medicamentos podem ter restrições de venda em determinadas regiões, conforme as normas locais.

    O uso dos medicamentos para emagrecer deve ser acompanhado por um médico, que deve avaliar os benefícios e os riscos para cada paciente. Esses produtos podem causar efeitos colaterais como insônia, ansiedade, taquicardia, hipertensão, dependência e até mesmo depressão.

    Portanto, antes de recorrer aos medicamentos para emagrecer, consulte um profissional de saúde e siga as orientações corretamente. Lembre-se que os remédios não são milagrosos e que a melhor forma de perder peso é adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física.

    Os medicamentos para emagrecer são aqueles que contêm substâncias que reduzem o apetite e a vontade de comer. Eles são chamados de anorexígenos e fazem parte da classe dos psicotrópicos, ou seja, que afetam o sistema nervoso central.

    Por isso, esses medicamentos são controlados pelo governo e só podem ser vendidos com receita médica especial, de cor azul. Essa receita tem validade de 30 dias e deve conter os dados do paciente, do médico e do medicamento prescrito.

    Além disso, a receita pode ser emitida de forma eletrônica, desde que tenha uma assinatura digital gerada por um certificado válido. Nesse caso, o farmacêutico deve verificar a autenticidade e a integridade da receita por meio de um sistema informatizado.

    A receita médica tem validade nacional, ou seja, pode ser aceita em qualquer estado do Brasil. No entanto, alguns medicamentos podem ter restrições de venda em determinadas regiões, conforme as normas locais.

    O uso dos medicamentos para emagrecer deve ser acompanhado por um médico, que deve avaliar os benefícios e os riscos para cada paciente. Esses produtos podem causar efeitos colaterais como insônia, ansiedade, taquicardia, hipertensão, dependência e até mesmo depressão.

    Portanto, antes de recorrer aos medicamentos para emagrecer, consulte um profissional de saúde e siga as orientações corretamente. Lembre-se que os remédios não são milagrosos e que a melhor forma de perder peso é adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física.

  • Por que recorrer às práticas de medicina tradicional chinesa nem sempre é uma boa ideia?

    Por que recorrer às práticas de medicina tradicional chinesa nem sempre é uma boa ideia?

    A medicina tradicional chinesa (MTC) é um sistema de saúde milenar que envolve diversas práticas, como acupuntura, fitoterapia, massagem, dietética e exercícios energéticos.

    A MTC tem sido cada vez mais utilizada no Ocidente, mas também tem enfrentado muitas críticas de especialistas que questionam sua eficácia, segurança e validade científica.

    O que é a MTC?

    A MTC se baseia em conceitos filosóficos e culturais que não são compatíveis com o paradigma biomédico e a metodologia científica ocidental. Por exemplo, a MTC usa termos como qi, yin, yang, meridianos e órgãos funcionais que não têm correspondência anatômica ou fisiológica comprovada.

    Segundo a MTC, o qi é a energia vital que circula pelo corpo e mantém o equilíbrio entre o yin e o yang, as duas forças opostas e complementares que regem o universo. Os meridianos são os canais por onde o qi flui e os órgãos funcionais são entidades abstratas que regulam as funções vitais do corpo.

    A MTC busca prevenir e tratar as doenças através da harmonização do qi, do yin e do yang, usando diferentes técnicas. A acupuntura consiste na inserção de agulhas em pontos específicos dos meridianos para estimular ou desbloquear o fluxo de qi. A fitoterapia usa plantas medicinais para equilibrar os órgãos funcionais. A massagem atua sobre os tecidos musculares e articulares para aliviar as tensões e dores. A dietética orienta a alimentação de acordo com as propriedades energéticas dos alimentos. Os exercícios energéticos, como o tai chi chuan e o qi gong, visam fortalecer o corpo e a mente através da respiração e dos movimentos.

    Quais são as críticas à MTC?

    A MTC não tem evidências suficientes que demonstrem sua eficácia para tratar diversas doenças e condições de saúde. Muitos estudos sobre a MTC são de baixa qualidade, com problemas de desenho, amostragem, controle, cegamento e análise estatística.

    Alguns especialistas afirmam que os resultados positivos da MTC podem ser atribuídos ao efeito placebo, ou seja, à expectativa do paciente de que o tratamento vai funcionar. Outros argumentam que a MTC pode ter algum benefício para aliviar sintomas como dor, ansiedade e estresse, mas não para curar as causas das doenças.

    A MTC pode apresentar riscos para a saúde dos usuários, como infecções, reações alérgicas, intoxicações e interações medicamentosas. Alguns produtos da MTC podem conter substâncias tóxicas, contaminantes ou adulterantes que não são declarados no rótulo. Por exemplo, alguns remédios podem conter metais pesados, pesticidas ou partes de animais ameaçados de extinção.

    A MTC pode desviar os usuários de procurar tratamentos médicos convencionais mais efetivos e seguros, atrasando o diagnóstico e o tratamento adequado de doenças graves ou potencialmente fatais. Por exemplo, alguns pacientes podem abandonar a quimioterapia ou a vacinação em favor da MTC.

    Qual é a conclusão?

    A MTC é uma prática complexa e diversa que requer mais estudos e regulamentação para garantir sua qualidade e segurança. A MTC pode ter seu valor histórico, cultural e terapêutico reconhecido, mas não deve ser usada como substituta da medicina baseada em evidências. A MTC deve ser vista como uma opção complementar e integrativa, que pode oferecer benefícios para alguns pacientes quando usada com critério e supervisão médica.

    A MTC tem sido cada vez mais utilizada no Ocidente, mas também tem enfrentado muitas críticas de especialistas que questionam sua eficácia, segurança e validade científica.

    O que é a MTC?

    A MTC se baseia em conceitos filosóficos e culturais que não são compatíveis com o paradigma biomédico e a metodologia científica ocidental. Por exemplo, a MTC usa termos como qi, yin, yang, meridianos e órgãos funcionais que não têm correspondência anatômica ou fisiológica comprovada.

    Segundo a MTC, o qi é a energia vital que circula pelo corpo e mantém o equilíbrio entre o yin e o yang, as duas forças opostas e complementares que regem o universo. Os meridianos são os canais por onde o qi flui e os órgãos funcionais são entidades abstratas que regulam as funções vitais do corpo.

    A MTC busca prevenir e tratar as doenças através da harmonização do qi, do yin e do yang, usando diferentes técnicas. A acupuntura consiste na inserção de agulhas em pontos específicos dos meridianos para estimular ou desbloquear o fluxo de qi. A fitoterapia usa plantas medicinais para equilibrar os órgãos funcionais. A massagem atua sobre os tecidos musculares e articulares para aliviar as tensões e dores. A dietética orienta a alimentação de acordo com as propriedades energéticas dos alimentos. Os exercícios energéticos, como o tai chi chuan e o qi gong, visam fortalecer o corpo e a mente através da respiração e dos movimentos.

    Quais são as críticas à MTC?

    A MTC não tem evidências suficientes que demonstrem sua eficácia para tratar diversas doenças e condições de saúde. Muitos estudos sobre a MTC são de baixa qualidade, com problemas de desenho, amostragem, controle, cegamento e análise estatística.

    Alguns especialistas afirmam que os resultados positivos da MTC podem ser atribuídos ao efeito placebo, ou seja, à expectativa do paciente de que o tratamento vai funcionar. Outros argumentam que a MTC pode ter algum benefício para aliviar sintomas como dor, ansiedade e estresse, mas não para curar as causas das doenças.

    A MTC pode apresentar riscos para a saúde dos usuários, como infecções, reações alérgicas, intoxicações e interações medicamentosas. Alguns produtos da MTC podem conter substâncias tóxicas, contaminantes ou adulterantes que não são declarados no rótulo. Por exemplo, alguns remédios podem conter metais pesados, pesticidas ou partes de animais ameaçados de extinção.

    A MTC pode desviar os usuários de procurar tratamentos médicos convencionais mais efetivos e seguros, atrasando o diagnóstico e o tratamento adequado de doenças graves ou potencialmente fatais. Por exemplo, alguns pacientes podem abandonar a quimioterapia ou a vacinação em favor da MTC.

    Qual é a conclusão?

    A MTC é uma prática complexa e diversa que requer mais estudos e regulamentação para garantir sua qualidade e segurança. A MTC pode ter seu valor histórico, cultural e terapêutico reconhecido, mas não deve ser usada como substituta da medicina baseada em evidências. A MTC deve ser vista como uma opção complementar e integrativa, que pode oferecer benefícios para alguns pacientes quando usada com critério e supervisão médica.

  • Testes online de TDAH podem ser perigosos, alertam especialistas

    Testes online de TDAH podem ser perigosos, alertam especialistas

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição que afeta a capacidade de se concentrar, controlar impulsos e se acalmar.

    Muitas pessoas que sofrem com esse problema procuram ajuda na internet, mas acabam se deparando com testes online que prometem diagnosticar o TDAH em poucos minutos.

    No entanto, esses testes não são confiáveis, pois não consideram todos os fatores necessários para um diagnóstico correto. Além disso, muitos desses testes estão vinculados a vendas de produtos ou serviços que podem não ser adequados para cada caso.

    Segundo os especialistas, o diagnóstico do TDAH é clínico, ou seja, baseado na avaliação de um profissional qualificado, que leva em conta os sintomas, o histórico e o contexto do paciente. O tratamento do TDAH é individualizado e pode envolver psicoterapia, orientação familiar, apoio pedagógico e medicação.

    Os testes online de TDAH podem gerar confusão, ansiedade e estigma para as pessoas que buscam ajuda. Eles podem fazer com que as pessoas se autodiagnostiquem erroneamente ou deixem de procurar um profissional capacitado. Eles também podem induzir as pessoas a consumirem produtos ou serviços que podem ser ineficazes ou prejudiciais.

    Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas que suspeitam que possam ter TDAH procurem um profissional capacitado para fazer uma avaliação adequada e indicar o melhor tratamento. Eles alertam que o TDAH é um transtorno complexo e que requer uma abordagem cuidadosa e responsável.

    Muitas pessoas que sofrem com esse problema procuram ajuda na internet, mas acabam se deparando com testes online que prometem diagnosticar o TDAH em poucos minutos.

    No entanto, esses testes não são confiáveis, pois não consideram todos os fatores necessários para um diagnóstico correto. Além disso, muitos desses testes estão vinculados a vendas de produtos ou serviços que podem não ser adequados para cada caso.

    Segundo os especialistas, o diagnóstico do TDAH é clínico, ou seja, baseado na avaliação de um profissional qualificado, que leva em conta os sintomas, o histórico e o contexto do paciente. O tratamento do TDAH é individualizado e pode envolver psicoterapia, orientação familiar, apoio pedagógico e medicação.

    Os testes online de TDAH podem gerar confusão, ansiedade e estigma para as pessoas que buscam ajuda. Eles podem fazer com que as pessoas se autodiagnostiquem erroneamente ou deixem de procurar um profissional capacitado. Eles também podem induzir as pessoas a consumirem produtos ou serviços que podem ser ineficazes ou prejudiciais.

    Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas que suspeitam que possam ter TDAH procurem um profissional capacitado para fazer uma avaliação adequada e indicar o melhor tratamento. Eles alertam que o TDAH é um transtorno complexo e que requer uma abordagem cuidadosa e responsável.

  • Christian Figueiredo: Fisiculturista brasileiro morre aos 29 anos após cirurgia

    Christian Figueiredo: Fisiculturista brasileiro morre aos 29 anos após cirurgia

    O fisiculturista brasileiro Christian Franco Figueiredo, de 29 anos, morreu na segunda-feira (16) em São Paulo, após complicações em uma cirurgia no Hospital das Clínicas.

    A notícia foi confirmada pela esposa dele, Viviane Torres, através das redes sociais.

    Christian, conhecido como Chris, era um dos principais nomes do fisiculturismo nacional e havia conquistado o seu pro card (cartão profissional) em julho deste ano, ao vencer o Musclecontest Brazil 2023. O pro card garante aos fisiculturistas o direito de competir na liga profissional, a IFBB (Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness).

    Segundo amigos do atleta, Christian foi submetido a uma cirurgia “simples”, mas teve “complicações” que agravaram o seu quadro de saúde e provocaram um ataque cardíaco. Ele estava internado no Hospital das Clínicas, em São Paulo.

    O velório aconteceu na terça-feira (17) no Cemitério Valle Dos Reis, em Taboão da Serra (SP), e contou com a presença de familiares, amigos e fãs do fisiculturista. O sepultamento ocorreu às 14h30, no mesmo local.

    Nas redes sociais, Viviane Torres prestou uma homenagem ao marido, com quem trabalhava junto e mantinha um relacionamento de 11 anos. Ela disse que ele era “um marido, filho, irmão, atleta e amigo que deixou um legado incrível” e que ele a ensinou “o verdadeiro significado do casamento, da parceria, do amor”.

    O fisiculturismo é uma modalidade esportiva que visa desenvolver a musculatura do corpo através de exercícios físicos e alimentação adequada. Os atletas são avaliados por critérios como simetria, proporção, definição e volume muscular.

    O Brasil é um dos países que mais se destacam no cenário mundial do fisiculturismo, tendo revelado nomes como Rafael Brandão, Eduardo Corrêa e Renato Cariani. O maior evento da modalidade é o Mr. Olympia, que reúne os melhores fisiculturistas do mundo.

    A notícia foi confirmada pela esposa dele, Viviane Torres, através das redes sociais.

    Christian, conhecido como Chris, era um dos principais nomes do fisiculturismo nacional e havia conquistado o seu pro card (cartão profissional) em julho deste ano, ao vencer o Musclecontest Brazil 2023. O pro card garante aos fisiculturistas o direito de competir na liga profissional, a IFBB (Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness).

    Segundo amigos do atleta, Christian foi submetido a uma cirurgia “simples”, mas teve “complicações” que agravaram o seu quadro de saúde e provocaram um ataque cardíaco. Ele estava internado no Hospital das Clínicas, em São Paulo.

    O velório aconteceu na terça-feira (17) no Cemitério Valle Dos Reis, em Taboão da Serra (SP), e contou com a presença de familiares, amigos e fãs do fisiculturista. O sepultamento ocorreu às 14h30, no mesmo local.

    Nas redes sociais, Viviane Torres prestou uma homenagem ao marido, com quem trabalhava junto e mantinha um relacionamento de 11 anos. Ela disse que ele era “um marido, filho, irmão, atleta e amigo que deixou um legado incrível” e que ele a ensinou “o verdadeiro significado do casamento, da parceria, do amor”.

    O fisiculturismo é uma modalidade esportiva que visa desenvolver a musculatura do corpo através de exercícios físicos e alimentação adequada. Os atletas são avaliados por critérios como simetria, proporção, definição e volume muscular.

    O Brasil é um dos países que mais se destacam no cenário mundial do fisiculturismo, tendo revelado nomes como Rafael Brandão, Eduardo Corrêa e Renato Cariani. O maior evento da modalidade é o Mr. Olympia, que reúne os melhores fisiculturistas do mundo.

  • Esporotricose: a doença do gato que pode afetar humanos

    Esporotricose: a doença do gato que pode afetar humanos

    A esporotricose é uma doença causada por fungos que podem infectar a pele, os linfonodos, os ossos, as articulações e até os pulmões de humanos e animais.

    A infecção ocorre principalmente pelo contato do fungo com a pele ou mucosa, por meio de ferimentos causados por espinhos, palha ou lascas de madeira; contato com vegetais em decomposição; arranhadura ou mordedura de animais doentes, sendo o gato o mais comum.

    Os sintomas da esporotricose variam de acordo com a forma clínica da doença, que pode ser cutânea, linfocutânea, extracutânea ou disseminada. A forma cutânea se caracteriza por uma ou múltiplas lesões na pele, geralmente nas mãos e braços. A forma linfocutânea é a mais frequente e se manifesta por pequenos nódulos que seguem o trajeto do sistema linfático da região afetada, preferencialmente nos membros. A forma extracutânea ocorre quando o fungo se espalha para outros locais do corpo, como ossos e mucosas, sem comprometer a pele. A forma disseminada acontece quando o fungo atinge vários órgãos e sistemas, como pulmão, fígado e sistema nervoso central.

    O tratamento da esporotricose depende da gravidade da infecção e do estado imunológico do paciente. Em geral, são usados medicamentos antifúngicos por via oral ou intravenosa, como itraconazol, fluconazol ou anfotericina B. O tempo de tratamento pode variar de alguns meses a um ano ou mais.

    A prevenção da esporotricose envolve evitar o contato com materiais que possam conter o fungo, como solo, madeira e plantas; usar luvas e roupas adequadas ao manusear esses materiais; lavar bem as feridas na pele com água e sabão; e procurar atendimento médico em caso de suspeita de infecção. Além disso, é importante cuidar dos animais domésticos que possam estar infectados pelo fungo, levando-os ao veterinário e seguindo as orientações de tratamento.

    A esporotricose é uma doença que pode ser grave se não for diagnosticada e tratada adequadamente. Por isso, é preciso estar atento aos sinais e sintomas da infecção e buscar ajuda médica o quanto antes. Também é fundamental proteger os animais de estimação e evitar o contato com fontes potenciais de contaminação pelo fungo.

    A infecção ocorre principalmente pelo contato do fungo com a pele ou mucosa, por meio de ferimentos causados por espinhos, palha ou lascas de madeira; contato com vegetais em decomposição; arranhadura ou mordedura de animais doentes, sendo o gato o mais comum.

    Os sintomas da esporotricose variam de acordo com a forma clínica da doença, que pode ser cutânea, linfocutânea, extracutânea ou disseminada. A forma cutânea se caracteriza por uma ou múltiplas lesões na pele, geralmente nas mãos e braços. A forma linfocutânea é a mais frequente e se manifesta por pequenos nódulos que seguem o trajeto do sistema linfático da região afetada, preferencialmente nos membros. A forma extracutânea ocorre quando o fungo se espalha para outros locais do corpo, como ossos e mucosas, sem comprometer a pele. A forma disseminada acontece quando o fungo atinge vários órgãos e sistemas, como pulmão, fígado e sistema nervoso central.

    O tratamento da esporotricose depende da gravidade da infecção e do estado imunológico do paciente. Em geral, são usados medicamentos antifúngicos por via oral ou intravenosa, como itraconazol, fluconazol ou anfotericina B. O tempo de tratamento pode variar de alguns meses a um ano ou mais.

    A prevenção da esporotricose envolve evitar o contato com materiais que possam conter o fungo, como solo, madeira e plantas; usar luvas e roupas adequadas ao manusear esses materiais; lavar bem as feridas na pele com água e sabão; e procurar atendimento médico em caso de suspeita de infecção. Além disso, é importante cuidar dos animais domésticos que possam estar infectados pelo fungo, levando-os ao veterinário e seguindo as orientações de tratamento.

    A esporotricose é uma doença que pode ser grave se não for diagnosticada e tratada adequadamente. Por isso, é preciso estar atento aos sinais e sintomas da infecção e buscar ajuda médica o quanto antes. Também é fundamental proteger os animais de estimação e evitar o contato com fontes potenciais de contaminação pelo fungo.