Categoria: Saúde

  • Semaglutida: o medicamento para diabetes que está sendo usado ilegalmente para emagrecer

    Semaglutida: o medicamento para diabetes que está sendo usado ilegalmente para emagrecer

    Um medicamento usado para tratar diabetes tipo 2, chamado semaglutida, tem sido usado por algumas pessoas para perder peso.

    No entanto, esse uso é ilegal e perigoso, pois pode causar efeitos colaterais graves, como náuseas, vômitos, sangramentos, infecções e até morte.

    A semaglutida é um hormônio sintético que imita a ação do GLP-1, um hormônio natural que regula o apetite e a glicose no sangue. A semaglutida é injetada uma vez por semana e ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue dos pacientes com diabetes tipo 2. Ela também tem um efeito de reduzir a fome e aumentar a saciedade, o que pode levar a uma perda de peso.

    No entanto, a semaglutida não é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento da obesidade e seu uso para esse fim é considerado um desvio de função, ou seja, uma utilização diferente daquela para a qual o medicamento foi autorizado.

    Além disso, existem casos de semaglutida pirata sendo vendida pela internet, ou seja, não tem origem nem qualidade garantidas.

    Uma mulher brasileira, que não quis se identificar, contou à BBC News Brasil que comprou a semaglutida pirata pela internet e injetou em si mesma. Ela disse que sentiu uma forte dor de estômago e começou a vomitar sangue. Ela foi levada ao hospital e teve que fazer uma endoscopia para verificar se havia alguma lesão no seu esôfago. Ela disse que se arrependeu de ter usado a semaglutida e que não recomenda a ninguém.

    Os médicos e pesquisadores alertam que a semaglutida pirata pode estar contaminada ou adulterada e que não há garantia de sua qualidade e segurança.

    Eles dizem que a semaglutida pode causar efeitos colaterais graves, como náuseas, vômitos, sangramentos, infecções e até morte. Eles também afirmam que a semaglutida não é uma solução mágica para o emagrecimento e que é preciso ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos para ter uma vida mais equilibrada.

    No entanto, esse uso é ilegal e perigoso, pois pode causar efeitos colaterais graves, como náuseas, vômitos, sangramentos, infecções e até morte.

    A semaglutida é um hormônio sintético que imita a ação do GLP-1, um hormônio natural que regula o apetite e a glicose no sangue. A semaglutida é injetada uma vez por semana e ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue dos pacientes com diabetes tipo 2. Ela também tem um efeito de reduzir a fome e aumentar a saciedade, o que pode levar a uma perda de peso.

    No entanto, a semaglutida não é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento da obesidade e seu uso para esse fim é considerado um desvio de função, ou seja, uma utilização diferente daquela para a qual o medicamento foi autorizado.

    Além disso, existem casos de semaglutida pirata sendo vendida pela internet, ou seja, não tem origem nem qualidade garantidas.

    Uma mulher brasileira, que não quis se identificar, contou à BBC News Brasil que comprou a semaglutida pirata pela internet e injetou em si mesma. Ela disse que sentiu uma forte dor de estômago e começou a vomitar sangue. Ela foi levada ao hospital e teve que fazer uma endoscopia para verificar se havia alguma lesão no seu esôfago. Ela disse que se arrependeu de ter usado a semaglutida e que não recomenda a ninguém.

    Os médicos e pesquisadores alertam que a semaglutida pirata pode estar contaminada ou adulterada e que não há garantia de sua qualidade e segurança.

    Eles dizem que a semaglutida pode causar efeitos colaterais graves, como náuseas, vômitos, sangramentos, infecções e até morte. Eles também afirmam que a semaglutida não é uma solução mágica para o emagrecimento e que é preciso ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos para ter uma vida mais equilibrada.

  • Cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros

    Cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros

    O calor extremo pode ser um assassino silencioso, especialmente para as crianças que ficam presas dentro de veículos fechados.

    Infelizmente, há vários casos registrados de crianças que morreram após serem esquecidas pelos pais ou responsáveis dentro de carros. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com alguns cuidados simples e atenção.

    Neste artigo, vamos relembrar cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros e explicar como o calor extremo mata e quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar para que casos como esses não se repitam.

    1. Em dezembro de 2014, uma menina de dois anos morreu após ser esquecida pela mãe dentro do carro em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe, que era médica, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou seguindo direto para o hospital e só se deu conta do esquecimento horas depois. A criança ficou cerca de quatro horas dentro do veículo, que estava estacionado sob o sol. Quando a mãe voltou, a menina já estava sem vida. A mãe foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

    2. Em julho de 2019, um menino de três anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Santos, São Paulo. O pai, que era professor, deveria ter deixado o filho na creche antes de ir dar aula, mas acabou se distraindo e deixando o menino no banco de trás. O pai só percebeu o erro quando voltou para o carro, cerca de três horas depois. O menino chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O pai foi preso em flagrante por homicídio culposo.

    3. Em agosto de 2020, uma menina de um ano e meio morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em São José do Rio Preto, São Paulo. O pai, que era engenheiro, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou indo direto para o escritório e só se lembrou da menina no final do expediente. A criança ficou cerca de sete horas dentro do veículo, que estava em uma garagem coberta. Quando o pai voltou, a menina já estava sem sinais vitais. O pai foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.

    4. Em setembro de 2020, um menino de dois anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Recife, Pernambuco. O pai, que era empresário, deveria ter deixado o filho na escola antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando o menino no banco de trás. O pai só se deu conta do esquecimento quando foi buscar o filho na escola, no final da tarde. A criança ficou cerca de seis horas dentro do veículo, que estava estacionado na rua. Quando o pai voltou, o menino já estava sem vida. O pai foi autuado por homicídio culposo.

    5. Em abril de 2021, uma menina de um ano e dez meses morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O pai, que era policial civil, deveria ter deixado a filha na creche antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando a menina no banco de trás. O pai só se lembrou da filha quando saiu do trabalho, no início da noite. A criança ficou cerca de dez horas dentro do veículo, que estava em um estacionamento fechado. Quando o pai voltou, a menina já estava sem pulso. O pai foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança.

    Como o calor extremo mata?

    O calor extremo pode matar de várias formas, mas a principal causa é a insolação, que ocorre quando o corpo não consegue mais se refrescar e a temperatura corporal ultrapassa os 40°C.

    Nesse caso, o corpo entra em colapso e pode sofrer danos irreversíveis nos órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os rins. Os sintomas da insolação incluem confusão mental, perda de consciência, convulsões, pele seca e vermelha, pulso rápido e fraco, respiração ofegante e dor de cabeça.

    O risco de insolação é maior quando a pessoa está em um ambiente fechado e sem ventilação, como um carro. Isso porque o carro funciona como uma estufa, que absorve a radiação solar e retém o calor dentro do veículo. A temperatura dentro do carro pode subir até 20°C em apenas uma hora, mesmo com as janelas entreabertas. Por isso, nunca se deve deixar uma criança sozinha dentro de um carro, nem por alguns minutos.

    Quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar?

    Para evitar que casos trágicos de crianças que morrem esquecidas dentro de carros se repitam, os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar alguns cuidados simples, mas que podem fazer a diferença. Veja algumas dicas:

    • Sempre verifique o banco de trás antes de sair do carro e certifique-se de que não há nenhuma criança dentro do veículo;

    • Crie uma rotina para lembrar de levar e buscar a criança na escola ou na creche e confirme com o local se a criança chegou ou não;

    • Deixe algum objeto pessoal, como a bolsa, a carteira ou o celular, no banco de trás junto com a criança, para que você tenha que abrir a porta de trás ao sair do carro;

    • Use algum lembrete visual, como um adesivo, um chaveiro ou um bichinho de pelúcia, para indicar que há uma criança no carro;

    • Peça a alguém de confiança que te ligue ou te mande uma mensagem se você não chegar no horário previsto com a criança;

    • Se você vir uma criança desacompanhada dentro de um carro, ligue para os serviços de emergência e tente ajudar a criança a sair do veículo.

    Lembre-se: o calor extremo pode matar em poucos minutos e nenhuma criança merece passar por essa situação. Portanto, seja responsável e cuidadoso ao transportar crianças no carro e evite que mais vidas sejam perdidas por um descuido.

    Infelizmente, há vários casos registrados de crianças que morreram após serem esquecidas pelos pais ou responsáveis dentro de carros. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com alguns cuidados simples e atenção.

    Neste artigo, vamos relembrar cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros e explicar como o calor extremo mata e quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar para que casos como esses não se repitam.

    1. Em dezembro de 2014, uma menina de dois anos morreu após ser esquecida pela mãe dentro do carro em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe, que era médica, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou seguindo direto para o hospital e só se deu conta do esquecimento horas depois. A criança ficou cerca de quatro horas dentro do veículo, que estava estacionado sob o sol. Quando a mãe voltou, a menina já estava sem vida. A mãe foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

    2. Em julho de 2019, um menino de três anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Santos, São Paulo. O pai, que era professor, deveria ter deixado o filho na creche antes de ir dar aula, mas acabou se distraindo e deixando o menino no banco de trás. O pai só percebeu o erro quando voltou para o carro, cerca de três horas depois. O menino chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O pai foi preso em flagrante por homicídio culposo.

    3. Em agosto de 2020, uma menina de um ano e meio morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em São José do Rio Preto, São Paulo. O pai, que era engenheiro, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou indo direto para o escritório e só se lembrou da menina no final do expediente. A criança ficou cerca de sete horas dentro do veículo, que estava em uma garagem coberta. Quando o pai voltou, a menina já estava sem sinais vitais. O pai foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.

    4. Em setembro de 2020, um menino de dois anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Recife, Pernambuco. O pai, que era empresário, deveria ter deixado o filho na escola antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando o menino no banco de trás. O pai só se deu conta do esquecimento quando foi buscar o filho na escola, no final da tarde. A criança ficou cerca de seis horas dentro do veículo, que estava estacionado na rua. Quando o pai voltou, o menino já estava sem vida. O pai foi autuado por homicídio culposo.

    5. Em abril de 2021, uma menina de um ano e dez meses morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O pai, que era policial civil, deveria ter deixado a filha na creche antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando a menina no banco de trás. O pai só se lembrou da filha quando saiu do trabalho, no início da noite. A criança ficou cerca de dez horas dentro do veículo, que estava em um estacionamento fechado. Quando o pai voltou, a menina já estava sem pulso. O pai foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança.

    Como o calor extremo mata?

    O calor extremo pode matar de várias formas, mas a principal causa é a insolação, que ocorre quando o corpo não consegue mais se refrescar e a temperatura corporal ultrapassa os 40°C.

    Nesse caso, o corpo entra em colapso e pode sofrer danos irreversíveis nos órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os rins. Os sintomas da insolação incluem confusão mental, perda de consciência, convulsões, pele seca e vermelha, pulso rápido e fraco, respiração ofegante e dor de cabeça.

    O risco de insolação é maior quando a pessoa está em um ambiente fechado e sem ventilação, como um carro. Isso porque o carro funciona como uma estufa, que absorve a radiação solar e retém o calor dentro do veículo. A temperatura dentro do carro pode subir até 20°C em apenas uma hora, mesmo com as janelas entreabertas. Por isso, nunca se deve deixar uma criança sozinha dentro de um carro, nem por alguns minutos.

    Quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar?

    Para evitar que casos trágicos de crianças que morrem esquecidas dentro de carros se repitam, os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar alguns cuidados simples, mas que podem fazer a diferença. Veja algumas dicas:

    • Sempre verifique o banco de trás antes de sair do carro e certifique-se de que não há nenhuma criança dentro do veículo;

    • Crie uma rotina para lembrar de levar e buscar a criança na escola ou na creche e confirme com o local se a criança chegou ou não;

    • Deixe algum objeto pessoal, como a bolsa, a carteira ou o celular, no banco de trás junto com a criança, para que você tenha que abrir a porta de trás ao sair do carro;

    • Use algum lembrete visual, como um adesivo, um chaveiro ou um bichinho de pelúcia, para indicar que há uma criança no carro;

    • Peça a alguém de confiança que te ligue ou te mande uma mensagem se você não chegar no horário previsto com a criança;

    • Se você vir uma criança desacompanhada dentro de um carro, ligue para os serviços de emergência e tente ajudar a criança a sair do veículo.

    Lembre-se: o calor extremo pode matar em poucos minutos e nenhuma criança merece passar por essa situação. Portanto, seja responsável e cuidadoso ao transportar crianças no carro e evite que mais vidas sejam perdidas por um descuido.

  • Saiba quais são os sintomas e as doenças causadas pelo calor extremo e como evitá-las

    Saiba quais são os sintomas e as doenças causadas pelo calor extremo e como evitá-las

    O calor extremo pode ser um grande desafio para a saúde humana, especialmente em tempos de mudanças climáticas que tornam as ondas de calor mais frequentes e intensas.

    Entender como o corpo humano se adapta e sofre com as altas temperaturas é fundamental para prevenir e tratar as doenças causadas pelo calor.

    O corpo humano tem um mecanismo de regulação térmica que busca manter a temperatura interna em torno de 37,5 °C, que é a ideal para o funcionamento dos órgãos e sistemas. Quando o ambiente está muito quente, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para a pele, que é a superfície de contato com o ar, e produz suor, que evapora e resfria o corpo. Esse processo, no entanto, tem limites e pode ser afetado por vários fatores, como a umidade do ar, a vestimenta, a hidratação, a atividade física e as condições de saúde pré-existentes.

    Quando o corpo não consegue se resfriar adequadamente, a temperatura interna sobe e pode causar vários problemas, desde os mais leves até os mais graves. Alguns dos sintomas e doenças causadas pelo calor extremo são:

    • Brotoeja: são pequenas bolhas na pele que surgem quando o suor fica preso sob as roupas e os poros ficam obstruídos. A brotoeja causa coceira e desconforto, mas não é perigosa. Para evitar e tratar a brotoeja, é recomendado usar roupas leves e soltas, ir para um ambiente fresco e aplicar compressas frias na pele afetada.

    • Cãibras: são espasmos musculares dolorosos que ocorrem após atividades físicas intensas no calor. As cãibras são causadas pela perda de líquidos e sais minerais pelo suor. Para prevenir e aliviar as cãibras, é importante se hidratar bem, repor os eletrólitos com bebidas isotônicas ou alimentos salgados e alongar os músculos antes e depois do exercício.

    • Exaustão pelo calor: é um quadro mais sério que ocorre quando o corpo superaquece e não consegue se resfriar. A exaustão pelo calor pode causar tontura, náusea, desmaio, confusão, câimbras, dores de cabeça, transpiração intensa e cansaço. A exaustão pelo calor pode ocorrer em poucas horas de exposição ao calor extremo e requer atenção médica imediata. Para evitar e tratar a exaustão pelo calor, é essencial se hidratar, evitar atividades físicas extenuantes, procurar um local fresco e arejado, remover as roupas excessivas e aplicar compressas frias ou água fria no corpo.

    • Insolação: é a forma mais grave e potencialmente fatal de doença causada pelo calor. A insolação ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e o corpo perde a capacidade de se resfriar. A insolação pode causar alterações no sistema nervoso central, como convulsões, delírios, coma e até morte. A insolação pode ocorrer imediatamente após a exaustão pelo calor ou sem sinais prévios. A insolação é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Para evitar e tratar a insolação, é preciso seguir as mesmas medidas da exaustão pelo calor, além de procurar um hospital o mais rápido possível.

    Algumas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor extremo, como crianças, idosos, obesos, diabéticos, hipertensos, cardíacos, renais, asmáticos e alérgicos. Essas pessoas devem ter cuidados especiais com a hidratação, a alimentação, a medicação, a exposição ao sol e o uso de ventiladores ou ar-condicionado. Além disso, é importante estar atento aos avisos das autoridades de saúde e meteorologia sobre as condições climáticas e as medidas de prevenção e proteção contra o calor extremo.

    O calor extremo é um fenômeno que tende a se tornar mais comum e intenso com as mudanças climáticas. Por isso, é fundamental que a população esteja informada e preparada para enfrentar os desafios que o calor traz para a saúde humana. Com medidas simples e eficazes, é possível evitar e tratar as doenças causadas pelo calor e garantir o bem-estar e a qualidade de vida.

    Entender como o corpo humano se adapta e sofre com as altas temperaturas é fundamental para prevenir e tratar as doenças causadas pelo calor.

    O corpo humano tem um mecanismo de regulação térmica que busca manter a temperatura interna em torno de 37,5 °C, que é a ideal para o funcionamento dos órgãos e sistemas. Quando o ambiente está muito quente, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para a pele, que é a superfície de contato com o ar, e produz suor, que evapora e resfria o corpo. Esse processo, no entanto, tem limites e pode ser afetado por vários fatores, como a umidade do ar, a vestimenta, a hidratação, a atividade física e as condições de saúde pré-existentes.

    Quando o corpo não consegue se resfriar adequadamente, a temperatura interna sobe e pode causar vários problemas, desde os mais leves até os mais graves. Alguns dos sintomas e doenças causadas pelo calor extremo são:

    • Brotoeja: são pequenas bolhas na pele que surgem quando o suor fica preso sob as roupas e os poros ficam obstruídos. A brotoeja causa coceira e desconforto, mas não é perigosa. Para evitar e tratar a brotoeja, é recomendado usar roupas leves e soltas, ir para um ambiente fresco e aplicar compressas frias na pele afetada.

    • Cãibras: são espasmos musculares dolorosos que ocorrem após atividades físicas intensas no calor. As cãibras são causadas pela perda de líquidos e sais minerais pelo suor. Para prevenir e aliviar as cãibras, é importante se hidratar bem, repor os eletrólitos com bebidas isotônicas ou alimentos salgados e alongar os músculos antes e depois do exercício.

    • Exaustão pelo calor: é um quadro mais sério que ocorre quando o corpo superaquece e não consegue se resfriar. A exaustão pelo calor pode causar tontura, náusea, desmaio, confusão, câimbras, dores de cabeça, transpiração intensa e cansaço. A exaustão pelo calor pode ocorrer em poucas horas de exposição ao calor extremo e requer atenção médica imediata. Para evitar e tratar a exaustão pelo calor, é essencial se hidratar, evitar atividades físicas extenuantes, procurar um local fresco e arejado, remover as roupas excessivas e aplicar compressas frias ou água fria no corpo.

    • Insolação: é a forma mais grave e potencialmente fatal de doença causada pelo calor. A insolação ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e o corpo perde a capacidade de se resfriar. A insolação pode causar alterações no sistema nervoso central, como convulsões, delírios, coma e até morte. A insolação pode ocorrer imediatamente após a exaustão pelo calor ou sem sinais prévios. A insolação é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Para evitar e tratar a insolação, é preciso seguir as mesmas medidas da exaustão pelo calor, além de procurar um hospital o mais rápido possível.

    Algumas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor extremo, como crianças, idosos, obesos, diabéticos, hipertensos, cardíacos, renais, asmáticos e alérgicos. Essas pessoas devem ter cuidados especiais com a hidratação, a alimentação, a medicação, a exposição ao sol e o uso de ventiladores ou ar-condicionado. Além disso, é importante estar atento aos avisos das autoridades de saúde e meteorologia sobre as condições climáticas e as medidas de prevenção e proteção contra o calor extremo.

    O calor extremo é um fenômeno que tende a se tornar mais comum e intenso com as mudanças climáticas. Por isso, é fundamental que a população esteja informada e preparada para enfrentar os desafios que o calor traz para a saúde humana. Com medidas simples e eficazes, é possível evitar e tratar as doenças causadas pelo calor e garantir o bem-estar e a qualidade de vida.

  • DPOC: o que é essa doença e como o cigarro eletrônico pode agravar

    DPOC: o que é essa doença e como o cigarro eletrônico pode agravar

    A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma enfermidade que atinge cerca de 210 milhões de pessoas em todo o mundo; novembro é o mês da conscientização

    Segundo dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN) e do Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), entre 1989 e 2021, a taxa percentual de fumantes acima dos 18 anos de idade no Brasil sofreu uma queda relevante, passando de 34,8% para 9,1%, informações divulgadas pelo Governo Federal em sua base de dados.

    Além disso, o país registra um aumento da procura por dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), os famosos vapers, os cigarros eletrônicos, utilizados por 1 a cada 5 jovens entre 15 e 24 anos, de acordo com o Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em tempos de pandemia – Covitel.

    Entre os diversos efeitos da fumaça de cigarro nos pulmões, o tabagismo é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), enfermidade que atinge cerca de 210 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo em torno de 6 milhões apenas no Brasil, como confirmam os dados da Sociedade Paranaense de Tisiologia e Doenças Torácicas.

    Possíveis consequências do uso de cigarro eletrônico para a saúde

    Os pneumologistas Dr. Clystenes Odyr Soares, professor da UNIFESP, e Dr. José Roberto Megda Filho, avaliam as consequências dessa mudança de comportamento para a saúde dos brasileiros no futuro (informações divulgadas em comunicado de imprensa):

    “O Brasil estava caminhando muito bem no controle do tabagismo e, infelizmente, o cigarro eletrônico veio de modo avassalador. Tudo o que se ganhou, certamente, estamos perdendo agora, porque o vaper é tão nocivo ou até mais do que o cigarro convencional. Não podemos deixar de mencionar que um fumante passivo pode desenvolver a doença na mesma intensidade de um fumante ativo: existem pessoas que nunca fumaram e adoecem pela exposição”, afirma Soares.

    Estando proibidos no Brasil desde 2009 pela Anvisa e alertados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), por não haver comprovação científica de que esses produtos sejam inofensivos à saúde, os cigarros eletrônicos poderão vir a ser a principal causa de DPOC segundo Megda, através do contato precoce com a irritação causada pelos elementos químicos presentes:

    “São substâncias que se modificam quando expostas a altas temperaturas e irritam as vias respiratórias, alterando o sistema imunológico do pulmão e aumentando o risco de infecções, o que, por sua vez, facilita a penetração de vírus e bactérias. Essas inflamações e irritações crônicas podem fazer danos irreversíveis nas paredes dos alvéolos, é um quadro muito semelhante ao enfisema ocasionado pelo cigarro comum”, explica.

    Qual é o perfil dos pacientes de DPOC atualmente?

    A DPOC é uma doença que se manifesta, na maior parte dos casos, após os 40 anos de idade, sendo 90% em indivíduos com histórico de tabagismo, segundo o Ministério da Saúde.

    A opinião de ambos os especialistas é unânime ao se discutir a possibilidade de mudança do perfil destes pacientes: “É fundamental considerar que o desenvolvimento total de um pulmão ocorre aos 25 anos. Considerando que adolescentes de 15 anos de idade têm contato com cigarros eletrônicos, é possível que tenhamos pacientes com casos DPOC aos 35, fugindo do estereótipo do idoso que fumou por décadas”, afirma Soares.

    Já Megda também ressalta que o fato de a fumaça ser menos irritativa que o cigarro comum e a presença das essências que dão diversos sabores fazem com que o usuário perca a consciência do quanto se está fumando:

    “A pessoa começa a fumar em ambientes inclusive fechados, em situação que não fuma o cigarro normal, como perto da família, em ambientes que com o cigarro normal seria criticado, como rodinha de trabalho, e começa a fumar mais. Ainda não é possível estabelecer em quanto tempo o vaper criará uma lesão no pulmão, mas é fato que as substâncias tóxicas podem sim causar injúrias respiratórias de alta gravidade”, conclui.

    Entenda mais sobre a DPOC

    A DPOC, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, está associada à exposição ao fumo, poluição e gases tóxicos, que provocam alterações progressivas na estrutura e função do pulmão, como o enfisema pulmonar e a bronquite crônica, segundo informações do Ministério da Saúde.

    Os principais sintomas são a dispneia, ou seja, falta de ar aos esforços que pode progredir até para atividades simples do dia a dia, como tomar banho; e a tosse crônica: geralmente produtiva, com expectoração de muco ou catarro.

    Apesar de ser incurável, a DPOC pode ser controlada. O exame de espirometria auxilia no diagnóstico e determina a gravidade da doença, determinante para a escolha terapêutica adequada.

    Existem tratamentos disponíveis no SUS que atuam para retardar a progressão da doença, controlar os sintomas e reduzir as complicações. Em caso de sintomas, busque seu médico.

    Segundo dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN) e do Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), entre 1989 e 2021, a taxa percentual de fumantes acima dos 18 anos de idade no Brasil sofreu uma queda relevante, passando de 34,8% para 9,1%, informações divulgadas pelo Governo Federal em sua base de dados.

    Além disso, o país registra um aumento da procura por dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), os famosos vapers, os cigarros eletrônicos, utilizados por 1 a cada 5 jovens entre 15 e 24 anos, de acordo com o Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em tempos de pandemia – Covitel.

    Entre os diversos efeitos da fumaça de cigarro nos pulmões, o tabagismo é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), enfermidade que atinge cerca de 210 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo em torno de 6 milhões apenas no Brasil, como confirmam os dados da Sociedade Paranaense de Tisiologia e Doenças Torácicas.

    Possíveis consequências do uso de cigarro eletrônico para a saúde

    Os pneumologistas Dr. Clystenes Odyr Soares, professor da UNIFESP, e Dr. José Roberto Megda Filho, avaliam as consequências dessa mudança de comportamento para a saúde dos brasileiros no futuro (informações divulgadas em comunicado de imprensa):

    “O Brasil estava caminhando muito bem no controle do tabagismo e, infelizmente, o cigarro eletrônico veio de modo avassalador. Tudo o que se ganhou, certamente, estamos perdendo agora, porque o vaper é tão nocivo ou até mais do que o cigarro convencional. Não podemos deixar de mencionar que um fumante passivo pode desenvolver a doença na mesma intensidade de um fumante ativo: existem pessoas que nunca fumaram e adoecem pela exposição”, afirma Soares.

    Estando proibidos no Brasil desde 2009 pela Anvisa e alertados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), por não haver comprovação científica de que esses produtos sejam inofensivos à saúde, os cigarros eletrônicos poderão vir a ser a principal causa de DPOC segundo Megda, através do contato precoce com a irritação causada pelos elementos químicos presentes:

    “São substâncias que se modificam quando expostas a altas temperaturas e irritam as vias respiratórias, alterando o sistema imunológico do pulmão e aumentando o risco de infecções, o que, por sua vez, facilita a penetração de vírus e bactérias. Essas inflamações e irritações crônicas podem fazer danos irreversíveis nas paredes dos alvéolos, é um quadro muito semelhante ao enfisema ocasionado pelo cigarro comum”, explica.

    Qual é o perfil dos pacientes de DPOC atualmente?

    A DPOC é uma doença que se manifesta, na maior parte dos casos, após os 40 anos de idade, sendo 90% em indivíduos com histórico de tabagismo, segundo o Ministério da Saúde.

    A opinião de ambos os especialistas é unânime ao se discutir a possibilidade de mudança do perfil destes pacientes: “É fundamental considerar que o desenvolvimento total de um pulmão ocorre aos 25 anos. Considerando que adolescentes de 15 anos de idade têm contato com cigarros eletrônicos, é possível que tenhamos pacientes com casos DPOC aos 35, fugindo do estereótipo do idoso que fumou por décadas”, afirma Soares.

    Já Megda também ressalta que o fato de a fumaça ser menos irritativa que o cigarro comum e a presença das essências que dão diversos sabores fazem com que o usuário perca a consciência do quanto se está fumando:

    “A pessoa começa a fumar em ambientes inclusive fechados, em situação que não fuma o cigarro normal, como perto da família, em ambientes que com o cigarro normal seria criticado, como rodinha de trabalho, e começa a fumar mais. Ainda não é possível estabelecer em quanto tempo o vaper criará uma lesão no pulmão, mas é fato que as substâncias tóxicas podem sim causar injúrias respiratórias de alta gravidade”, conclui.

    Entenda mais sobre a DPOC

    A DPOC, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, está associada à exposição ao fumo, poluição e gases tóxicos, que provocam alterações progressivas na estrutura e função do pulmão, como o enfisema pulmonar e a bronquite crônica, segundo informações do Ministério da Saúde.

    Os principais sintomas são a dispneia, ou seja, falta de ar aos esforços que pode progredir até para atividades simples do dia a dia, como tomar banho; e a tosse crônica: geralmente produtiva, com expectoração de muco ou catarro.

    Apesar de ser incurável, a DPOC pode ser controlada. O exame de espirometria auxilia no diagnóstico e determina a gravidade da doença, determinante para a escolha terapêutica adequada.

    Existem tratamentos disponíveis no SUS que atuam para retardar a progressão da doença, controlar os sintomas e reduzir as complicações. Em caso de sintomas, busque seu médico.

  • Hiperatividade em crianças: saiba como detectar e sugestões para lidar com a situação

    Hiperatividade em crianças: saiba como detectar e sugestões para lidar com a situação

    Falta de atenção e hiperatividade na infância são considerados comportamentos prejudiciais para as atividades cotidianas de crianças, principalmente nas interações em casa e na escola; saiba mais

    O desafio da educação de uma criança hiperativa passa primeiro pelo diagnóstico do problema, pois geralmente há uma dificuldade de pais e responsáveis em identificar os sinais que levam os pequenos a apresentarem agitação excessiva e ausência de foco na vida diária.

    Por isso, para conhecer melhor a causa desse comportamento, é necessário analisar o contexto e ambiente em que a criança está inserida, assim como as circunstâncias em que a desatenção ou agitação é observada com maior frequência.

    Alguns dos sinais indicadores de hiperatividade infantil mais comuns:

    • Dificuldade da criança em seguir instruções simples;
    • Dificuldade de permanecer concentrada em uma atividade por um período razoável de tempo;
    • Impulsividade e compulsividade em suas ações;
    • Dificuldades no sono;
    • Distração e aversão a exercícios e atividades que exijam maior atenção em sua execução.

    Detectada a hiperatividade infantil, o que é preciso fazer para auxiliar?

    Segundo o pedagogo e especialista em Psicopedagogia e Análise de Comportamento Aplicado, William Samuel dos Santos, professor de pós-graduação de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Senac EAD, “vale ressaltar que esses aspectos prevalecem de forma combinada. Ou seja: tais sintomas podem ser indicativos de outras características do desenvolvimento cognitivo e biopsicossocial da criança. Portanto, a abordagem única pode não ser assertiva e suficientemente adequada. A avaliação por uma equipe multidisciplinar é essencial para uma análise completa, com estratégias personalizadas que atendam às características específicas dessa criança, levando-se em consideração seus interesses e a forma como ela aprende”, explica.

    Outro ponto importante é que, crianças com déficit de atenção e hiperatividade necessitam de uma abordagem de ensino personalizada, pautada pela sensibilidade, acolhimento, afetividade, escuta ativa e ludicidade, o que pode ser feito através de um psicopedagogo, ou profissional qualificado.

    Algumas marcas como a Pritt, apresentam em seu portfólio produtos que ajudam no desenvolvimento artístico de uma criança: atividades como colagem, recorte e pintura, são maneiras de estimular a criatividade, concentração e competências socioemocionais no universo infantil.

    Para Beatriz Negrão, gerente de Marketing da Pritt, marca especializada em colas escolares, o ato de desenhar, rabiscar e colar figuras ajuda a criança a construir um universo só seu e cheio de imaginação:

    “As atividades manuais estimulam a concentração, a socialização, o autocontrole, além do desenvolvimento cognitivo e motor“, comenta.

    Algumas dicas que podem ajudar na educação de crianças hiperativas

    • Manter ambientes organizados, sem barulho, com o mínimo de distrações e estímulos, visando reduzir a instabilidade ou a ansiedade da criança;
    • Estabelecer rotinas, criando combinados sobre as atividades fixas da criança por meio da previsibilidade, fazendo com que ela tenha maiores respostas e sentimento de segurança em suas demandas.

    Quer mais dicas sobre saúde? Leia também:

    Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

    O desafio da educação de uma criança hiperativa passa primeiro pelo diagnóstico do problema, pois geralmente há uma dificuldade de pais e responsáveis em identificar os sinais que levam os pequenos a apresentarem agitação excessiva e ausência de foco na vida diária.

    Por isso, para conhecer melhor a causa desse comportamento, é necessário analisar o contexto e ambiente em que a criança está inserida, assim como as circunstâncias em que a desatenção ou agitação é observada com maior frequência.

    Alguns dos sinais indicadores de hiperatividade infantil mais comuns:

    • Dificuldade da criança em seguir instruções simples;
    • Dificuldade de permanecer concentrada em uma atividade por um período razoável de tempo;
    • Impulsividade e compulsividade em suas ações;
    • Dificuldades no sono;
    • Distração e aversão a exercícios e atividades que exijam maior atenção em sua execução.

    Detectada a hiperatividade infantil, o que é preciso fazer para auxiliar?

    Segundo o pedagogo e especialista em Psicopedagogia e Análise de Comportamento Aplicado, William Samuel dos Santos, professor de pós-graduação de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Senac EAD, “vale ressaltar que esses aspectos prevalecem de forma combinada. Ou seja: tais sintomas podem ser indicativos de outras características do desenvolvimento cognitivo e biopsicossocial da criança. Portanto, a abordagem única pode não ser assertiva e suficientemente adequada. A avaliação por uma equipe multidisciplinar é essencial para uma análise completa, com estratégias personalizadas que atendam às características específicas dessa criança, levando-se em consideração seus interesses e a forma como ela aprende”, explica.

    Outro ponto importante é que, crianças com déficit de atenção e hiperatividade necessitam de uma abordagem de ensino personalizada, pautada pela sensibilidade, acolhimento, afetividade, escuta ativa e ludicidade, o que pode ser feito através de um psicopedagogo, ou profissional qualificado.

    Algumas marcas como a Pritt, apresentam em seu portfólio produtos que ajudam no desenvolvimento artístico de uma criança: atividades como colagem, recorte e pintura, são maneiras de estimular a criatividade, concentração e competências socioemocionais no universo infantil.

    Para Beatriz Negrão, gerente de Marketing da Pritt, marca especializada em colas escolares, o ato de desenhar, rabiscar e colar figuras ajuda a criança a construir um universo só seu e cheio de imaginação:

    “As atividades manuais estimulam a concentração, a socialização, o autocontrole, além do desenvolvimento cognitivo e motor“, comenta.

    Algumas dicas que podem ajudar na educação de crianças hiperativas

    • Manter ambientes organizados, sem barulho, com o mínimo de distrações e estímulos, visando reduzir a instabilidade ou a ansiedade da criança;
    • Estabelecer rotinas, criando combinados sobre as atividades fixas da criança por meio da previsibilidade, fazendo com que ela tenha maiores respostas e sentimento de segurança em suas demandas.

    Quer mais dicas sobre saúde? Leia também:

    Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

  • Como a embolia pulmonar maciça pode matar e o que fazer para evitar

    Como a embolia pulmonar maciça pode matar e o que fazer para evitar

    Embolia pulmonar maciça é uma condição grave que ocorre quando um coágulo de sangue, chamado de êmbolo, se desprende de uma veia e viaja até o pulmão, bloqueando uma artéria ou um de seus ramos.

    Isso impede que o sangue chegue aos tecidos pulmonares e ao coração, podendo causar falta de ar, dor no peito, desmaio e até a morte.

    A embolia pulmonar maciça é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Segundo o Hospital São Luiz, essa foi a causa da morte da ex-Power Couple Luana Andrade, de 29 anos, que havia feito uma lipoaspiração um dia antes. A influencer e assistente de palco do “Domingo Legal” sofreu quatro paradas cardíacas durante a cirurgia e não resistiu.

    Mas o que pode provocar uma embolia pulmonar maciça? Existem vários fatores de risco que podem favorecer a formação de coágulos nas veias, especialmente nas pernas. Esses coágulos podem se soltar e viajar pela corrente sanguínea até o pulmão, causando a embolia. Alguns desses fatores são:

    • Trauma não cirúrgico e cirúrgico
    • Idade maior que 40 anos
    • História de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar prévia
    • Imobilização prolongada
    • Doença maligna
    • Insuficiência cardíaca
    • Infarto do miocárdio
    • Paralisia de membros inferiores
    • Obesidade
    • Veias varicosas
    • Uso de estrogênio
    • Gravidez e parto
    • Doença pulmonar obstrutiva crônica
    • Distúrbios de coagulação (trombofilias)

    O diagnóstico de embolia pulmonar maciça é feito com base nos sintomas, no exame físico e em exames complementares, como eletrocardiograma, gasometria arterial, radiografia de tórax, ecocardiograma, cintilografia pulmonar e angiotomografia computadorizada.

    O tratamento depende da gravidade do caso e pode incluir o uso de medicamentos anticoagulantes, trombolíticos, vasodilatadores e analgésicos, além de procedimentos invasivos, como a embolectomia cirúrgica ou por cateter.

    A prevenção da embolia pulmonar maciça é fundamental e envolve a redução dos fatores de risco, a realização de profilaxia adequada em situações de alto risco, como cirurgias e internações, e o acompanhamento médico regular.

    Se você apresentar sintomas como falta de ar, dor no peito, tosse com sangue, palpitações, sudorese, tontura ou desmaio, procure atendimento médico imediatamente. A embolia pulmonar maciça pode ser fatal, mas pode ser tratada se diagnosticada a tempo. Cuide da sua saúde e fique atento aos sinais do seu corpo.

    Isso impede que o sangue chegue aos tecidos pulmonares e ao coração, podendo causar falta de ar, dor no peito, desmaio e até a morte.

    A embolia pulmonar maciça é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Segundo o Hospital São Luiz, essa foi a causa da morte da ex-Power Couple Luana Andrade, de 29 anos, que havia feito uma lipoaspiração um dia antes. A influencer e assistente de palco do “Domingo Legal” sofreu quatro paradas cardíacas durante a cirurgia e não resistiu.

    Mas o que pode provocar uma embolia pulmonar maciça? Existem vários fatores de risco que podem favorecer a formação de coágulos nas veias, especialmente nas pernas. Esses coágulos podem se soltar e viajar pela corrente sanguínea até o pulmão, causando a embolia. Alguns desses fatores são:

    • Trauma não cirúrgico e cirúrgico
    • Idade maior que 40 anos
    • História de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar prévia
    • Imobilização prolongada
    • Doença maligna
    • Insuficiência cardíaca
    • Infarto do miocárdio
    • Paralisia de membros inferiores
    • Obesidade
    • Veias varicosas
    • Uso de estrogênio
    • Gravidez e parto
    • Doença pulmonar obstrutiva crônica
    • Distúrbios de coagulação (trombofilias)

    O diagnóstico de embolia pulmonar maciça é feito com base nos sintomas, no exame físico e em exames complementares, como eletrocardiograma, gasometria arterial, radiografia de tórax, ecocardiograma, cintilografia pulmonar e angiotomografia computadorizada.

    O tratamento depende da gravidade do caso e pode incluir o uso de medicamentos anticoagulantes, trombolíticos, vasodilatadores e analgésicos, além de procedimentos invasivos, como a embolectomia cirúrgica ou por cateter.

    A prevenção da embolia pulmonar maciça é fundamental e envolve a redução dos fatores de risco, a realização de profilaxia adequada em situações de alto risco, como cirurgias e internações, e o acompanhamento médico regular.

    Se você apresentar sintomas como falta de ar, dor no peito, tosse com sangue, palpitações, sudorese, tontura ou desmaio, procure atendimento médico imediatamente. A embolia pulmonar maciça pode ser fatal, mas pode ser tratada se diagnosticada a tempo. Cuide da sua saúde e fique atento aos sinais do seu corpo.

  • Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

    Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

    A intoxicação alimentar é uma doença causada pela ingestão de alimentos contaminados por microrganismos, como bactérias, vírus ou fungos, ou por substâncias tóxicas, como agrotóxicos, metais pesados ou toxinas naturais.

    Os sintomas mais comuns são náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, febre e mal-estar.

    Muitas pessoas pensam que o risco de intoxicação alimentar é maior na rua, em restaurantes, lanchonetes ou barracas de comida, do que em casa. No entanto, isso nem sempre é verdade. Na rua, há um controle rigoroso da vigilância sanitária, que fiscaliza as condições de higiene, manipulação, armazenamento e transporte dos alimentos. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem seguir as normas técnicas e as boas práticas de fabricação, que garantem a qualidade e a segurança dos alimentos.

    Em casa, por outro lado, as pessoas podem não seguir as orientações sobre armazenamento e consumo de alimentos, que são essenciais para prevenir a intoxicação alimentar. Por exemplo, é importante respeitar as duas datas de validade dos produtos: a data de validade de um produto fechado e a data de validade depois que o produto é aberto. A data de validade de um produto fechado indica até quando o fabricante garante a qualidade e a segurança do alimento, desde que armazenado adequadamente. A data de validade depois que o produto é aberto indica o tempo máximo que o alimento pode ser consumido após romper a embalagem original, que pode variar de acordo com o tipo de produto e as condições de conservação. Se o alimento for consumido após essas datas, pode estar contaminado ou deteriorado, causando intoxicação alimentar.

    Outro fator que pode aumentar os casos de intoxicação alimentar é o aquecimento global, que altera o clima e favorece a proliferação de microrganismos patogênicos nos alimentos. Segundo um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o aumento da temperatura média do planeta pode levar a um aumento de 12% no número de casos de salmonelose, uma das principais causas de intoxicação alimentar, até 2050. A salmonelose é causada pela bactéria Salmonella, que pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como ovos, carnes, leite e derivados.

    Para evitar a intoxicação alimentar, é preciso adotar algumas medidas simples, como: lavar bem as mãos antes e depois de manipular os alimentos; lavar bem os alimentos crus, como frutas, verduras e legumes; cozinhar bem os alimentos, especialmente os de origem animal; evitar o contato entre alimentos crus e cozidos; guardar os alimentos na geladeira ou no freezer, em recipientes limpos e fechados; e consumir os alimentos dentro do prazo de validade.

    A intoxicação alimentar é uma doença grave, que pode levar à desidratação, à desnutrição e até à morte, em casos mais severos. Por isso, é importante prevenir-se e, em caso de suspeita, procurar atendimento médico imediatamente.

    Os sintomas mais comuns são náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, febre e mal-estar.

    Muitas pessoas pensam que o risco de intoxicação alimentar é maior na rua, em restaurantes, lanchonetes ou barracas de comida, do que em casa. No entanto, isso nem sempre é verdade. Na rua, há um controle rigoroso da vigilância sanitária, que fiscaliza as condições de higiene, manipulação, armazenamento e transporte dos alimentos. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem seguir as normas técnicas e as boas práticas de fabricação, que garantem a qualidade e a segurança dos alimentos.

    Em casa, por outro lado, as pessoas podem não seguir as orientações sobre armazenamento e consumo de alimentos, que são essenciais para prevenir a intoxicação alimentar. Por exemplo, é importante respeitar as duas datas de validade dos produtos: a data de validade de um produto fechado e a data de validade depois que o produto é aberto. A data de validade de um produto fechado indica até quando o fabricante garante a qualidade e a segurança do alimento, desde que armazenado adequadamente. A data de validade depois que o produto é aberto indica o tempo máximo que o alimento pode ser consumido após romper a embalagem original, que pode variar de acordo com o tipo de produto e as condições de conservação. Se o alimento for consumido após essas datas, pode estar contaminado ou deteriorado, causando intoxicação alimentar.

    Outro fator que pode aumentar os casos de intoxicação alimentar é o aquecimento global, que altera o clima e favorece a proliferação de microrganismos patogênicos nos alimentos. Segundo um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o aumento da temperatura média do planeta pode levar a um aumento de 12% no número de casos de salmonelose, uma das principais causas de intoxicação alimentar, até 2050. A salmonelose é causada pela bactéria Salmonella, que pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como ovos, carnes, leite e derivados.

    Para evitar a intoxicação alimentar, é preciso adotar algumas medidas simples, como: lavar bem as mãos antes e depois de manipular os alimentos; lavar bem os alimentos crus, como frutas, verduras e legumes; cozinhar bem os alimentos, especialmente os de origem animal; evitar o contato entre alimentos crus e cozidos; guardar os alimentos na geladeira ou no freezer, em recipientes limpos e fechados; e consumir os alimentos dentro do prazo de validade.

    A intoxicação alimentar é uma doença grave, que pode levar à desidratação, à desnutrição e até à morte, em casos mais severos. Por isso, é importante prevenir-se e, em caso de suspeita, procurar atendimento médico imediatamente.

  • Aumento de casos de Covid-19 em BH preocupa autoridades e população

    Aumento de casos de Covid-19 em BH preocupa autoridades e população

    A capital mineira vive um momento de alerta em relação à pandemia de Covid-19.

    Segundo dados da prefeitura, o número de casos confirmados da doença aumentou 225% entre a primeira e a última semana de outubro, passando de 1.065 para 3.465. A taxa de ocupação de leitos de UTI também subiu de 36,5% para 41,9% no mesmo período.

    Uma das possíveis causas para o aumento dos casos é a circulação de uma nova subvariante da ômicron, identificada pela primeira vez na África do Sul e que já foi detectada em outros países, inclusive no Brasil. A secretaria municipal de saúde informou que essa subvariante pode ser mais transmissível e explicar o aumento da positividade dos testes, que chegou a 12,8% na última semana de outubro.

    A pasta reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves da doença e os óbitos, e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com a segunda dose ou a dose única, conforme o caso. No entanto, a cobertura vacinal em BH ainda está abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, principalmente entre crianças e adolescentes.

    De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado na quarta-feira (1º), apenas 57,8% das crianças de 6 meses a 4 anos receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, e 38,9% receberam a segunda dose. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, os índices são de 69,9% e 31,8%, respectivamente. A meta é vacinar pelo menos 95% desse público.

    Para tentar aumentar a adesão à vacinação, a prefeitura realizou uma campanha de multivacinação entre os dias 21 de outubro e 4 de novembro, oferecendo a vacina contra a Covid-19 para o público de 6 meses a 14 anos, além de outras vacinas do calendário nacional. Os centros de saúde das nove regionais ficaram abertos no sábado (30) para receber os interessados.

    A secretaria municipal de saúde também orientou que as pessoas mantenham as medidas de prevenção, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização das mãos. Em Santa Luzia, cidade vizinha a BH, a prefeitura determinou a volta do uso de máscaras após os casos de Covid-19 aumentarem na cidade. A orientação é para que as máscaras sejam utilizadas por pessoas em situações de risco ou vulnerabilidade, como idosos, gestantes, imunossuprimidos e portadores de doenças crônicas.

    Segundo dados da prefeitura, o número de casos confirmados da doença aumentou 225% entre a primeira e a última semana de outubro, passando de 1.065 para 3.465. A taxa de ocupação de leitos de UTI também subiu de 36,5% para 41,9% no mesmo período.

    Uma das possíveis causas para o aumento dos casos é a circulação de uma nova subvariante da ômicron, identificada pela primeira vez na África do Sul e que já foi detectada em outros países, inclusive no Brasil. A secretaria municipal de saúde informou que essa subvariante pode ser mais transmissível e explicar o aumento da positividade dos testes, que chegou a 12,8% na última semana de outubro.

    A pasta reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves da doença e os óbitos, e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com a segunda dose ou a dose única, conforme o caso. No entanto, a cobertura vacinal em BH ainda está abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, principalmente entre crianças e adolescentes.

    De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado na quarta-feira (1º), apenas 57,8% das crianças de 6 meses a 4 anos receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, e 38,9% receberam a segunda dose. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, os índices são de 69,9% e 31,8%, respectivamente. A meta é vacinar pelo menos 95% desse público.

    Para tentar aumentar a adesão à vacinação, a prefeitura realizou uma campanha de multivacinação entre os dias 21 de outubro e 4 de novembro, oferecendo a vacina contra a Covid-19 para o público de 6 meses a 14 anos, além de outras vacinas do calendário nacional. Os centros de saúde das nove regionais ficaram abertos no sábado (30) para receber os interessados.

    A secretaria municipal de saúde também orientou que as pessoas mantenham as medidas de prevenção, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização das mãos. Em Santa Luzia, cidade vizinha a BH, a prefeitura determinou a volta do uso de máscaras após os casos de Covid-19 aumentarem na cidade. A orientação é para que as máscaras sejam utilizadas por pessoas em situações de risco ou vulnerabilidade, como idosos, gestantes, imunossuprimidos e portadores de doenças crônicas.

  • Por que alguns médicos são contra o exame de próstata?

    Por que alguns médicos são contra o exame de próstata?

    O câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum entre os homens no Brasil, e pode ser fatal se não for tratado precocemente.

    Por isso, muitos médicos recomendam que os homens façam o exame de próstata, que consiste em um exame de sangue e um toque retal, para prevenir e diagnosticar a doença.

    No entanto, alguns médicos são contra o exame de próstata, e afirmam que ele pode causar mais danos do que benefícios. Eles argumentam que o exame pode gerar falsos positivos, que podem levar a biópsias desnecessárias e complicações; que o toque retal é invasivo e desconfortável; e que muitos casos de câncer de próstata são indolentes, ou seja, não precisam de tratamento.

    Mas será que esses argumentos são válidos? E quais são os riscos e benefícios de fazer ou não o exame de próstata? Para responder a essas perguntas, conversamos com dois especialistas no assunto: o Dr. João, urologista que defende o exame de próstata, e o Dr. Pedro, clínico geral que é contra o exame de próstata.

    O que é o exame de próstata?

    O exame de próstata é um método de prevenção e diagnóstico do câncer de próstata, que é uma doença que afeta a glândula prostática, responsável pela produção do líquido seminal. O exame consiste em dois testes: a dosagem do PSA, um exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata; e o toque retal, que é a palpação da glândula prostática pelo ânus.

    O objetivo do exame é detectar alterações na próstata que possam indicar a presença de um tumor maligno. Segundo o Dr. João, o exame é importante porque o câncer de próstata pode não causar sintomas nas fases iniciais, e só ser descoberto quando já está avançado e difícil de tratar.

    Por que alguns médicos são contra o exame de próstata?

    Apesar da recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia, que é a entidade que representa os médicos especializados em doenças do sistema urinário masculino, alguns médicos são contra o exame de próstata, e alegam que ele pode trazer mais prejuízos do que vantagens para os homens.

    Um dos argumentos é que o PSA pode estar elevado por outras causas que não o câncer, como infecção ou crescimento benigno da próstata, e gerar falsos positivos. Isso significa que o homem pode ser submetido a uma biópsia, que é um procedimento para retirar uma amostra do tecido prostático para análise, sem necessidade. A biópsia pode causar complicações como sangramento, infecção e impotência.

    Outro argumento é que o toque retal é invasivo, desconfortável e pode ferir a masculinidade dos homens. Muitos homens têm vergonha ou medo de fazer o toque retal, e acabam evitando ir ao médico por causa disso. Além disso, alguns médicos dizem que o toque retal não é muito eficaz para detectar o câncer de próstata.

    Um terceiro argumento é que muitos casos de câncer de próstata são indolentes, ou seja, não causam sintomas nem risco de morte, e não precisam de tratamento. Esses casos podem ser monitorados com acompanhamento médico periódico, sem necessidade de intervenções como cirurgia ou radioterapia. O tratamento do câncer de próstata pode ter efeitos colaterais graves, como incontinência urinária e disfunção erétil.

    O que dizem os médicos que defendem o exame de próstata?

    Os médicos que defendem o exame de próstata contestam os argumentos dos médicos que são contra ele, e afirmam que ele é uma forma de salvar vidas. Eles dizem que:

    • O PSA é um bom indicador do risco de câncer de próstata e deve ser interpretado junto com outros fatores, como idade, histórico familiar e raça. O PSA não é um diagnóstico definitivo, mas um sinal de alerta que pode indicar a necessidade de uma investigação mais aprofundada.

    • O toque retal é um exame simples, rápido e indolor, que pode detectar cerca de 18% dos casos de câncer que escapam do PSA. O toque retal não é uma violação da intimidade ou da masculinidade dos homens, mas um ato de cuidado com a saúde.

    • A biópsia é um procedimento seguro e eficaz, que permite classificar o grau de agressividade do tumor e definir o melhor tratamento. A biópsia só é realizada quando há uma suspeita real de câncer, e os riscos de complicações são baixos.

    • O câncer de próstata pode ser fatal se não for diagnosticado e tratado precocemente. A taxa de mortalidade é de 25% dos pacientes diagnosticados com essa doença. O tratamento do câncer de próstata pode preservar a qualidade de vida dos homens, com técnicas minimamente invasivas e terapias personalizadas.

    Qual é a conclusão?

    Diante dessas opiniões divergentes, qual é a conclusão? A resposta é que não há uma resposta única e definitiva para essa questão. A decisão sobre fazer ou não o exame de próstata deve ser tomada em conjunto com o médico urologista, levando em conta os riscos e benefícios de cada caso.

    A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia é que a avaliação individualizada seja feita a partir dos 50 anos para todos os homens — e aos 45 anos em indivíduos com histórico familiar da doença ou de raça negra. Essa avaliação leva em conta os fatores de risco, os resultados dos exames, as preferências do paciente e as evidências científicas disponíveis.

    O importante é que os homens não deixem de cuidar da sua saúde, e procurem um médico urologista regularmente para tirar suas dúvidas e fazer o acompanhamento adequado.

    Por isso, muitos médicos recomendam que os homens façam o exame de próstata, que consiste em um exame de sangue e um toque retal, para prevenir e diagnosticar a doença.

    No entanto, alguns médicos são contra o exame de próstata, e afirmam que ele pode causar mais danos do que benefícios. Eles argumentam que o exame pode gerar falsos positivos, que podem levar a biópsias desnecessárias e complicações; que o toque retal é invasivo e desconfortável; e que muitos casos de câncer de próstata são indolentes, ou seja, não precisam de tratamento.

    Mas será que esses argumentos são válidos? E quais são os riscos e benefícios de fazer ou não o exame de próstata? Para responder a essas perguntas, conversamos com dois especialistas no assunto: o Dr. João, urologista que defende o exame de próstata, e o Dr. Pedro, clínico geral que é contra o exame de próstata.

    O que é o exame de próstata?

    O exame de próstata é um método de prevenção e diagnóstico do câncer de próstata, que é uma doença que afeta a glândula prostática, responsável pela produção do líquido seminal. O exame consiste em dois testes: a dosagem do PSA, um exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata; e o toque retal, que é a palpação da glândula prostática pelo ânus.

    O objetivo do exame é detectar alterações na próstata que possam indicar a presença de um tumor maligno. Segundo o Dr. João, o exame é importante porque o câncer de próstata pode não causar sintomas nas fases iniciais, e só ser descoberto quando já está avançado e difícil de tratar.

    Por que alguns médicos são contra o exame de próstata?

    Apesar da recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia, que é a entidade que representa os médicos especializados em doenças do sistema urinário masculino, alguns médicos são contra o exame de próstata, e alegam que ele pode trazer mais prejuízos do que vantagens para os homens.

    Um dos argumentos é que o PSA pode estar elevado por outras causas que não o câncer, como infecção ou crescimento benigno da próstata, e gerar falsos positivos. Isso significa que o homem pode ser submetido a uma biópsia, que é um procedimento para retirar uma amostra do tecido prostático para análise, sem necessidade. A biópsia pode causar complicações como sangramento, infecção e impotência.

    Outro argumento é que o toque retal é invasivo, desconfortável e pode ferir a masculinidade dos homens. Muitos homens têm vergonha ou medo de fazer o toque retal, e acabam evitando ir ao médico por causa disso. Além disso, alguns médicos dizem que o toque retal não é muito eficaz para detectar o câncer de próstata.

    Um terceiro argumento é que muitos casos de câncer de próstata são indolentes, ou seja, não causam sintomas nem risco de morte, e não precisam de tratamento. Esses casos podem ser monitorados com acompanhamento médico periódico, sem necessidade de intervenções como cirurgia ou radioterapia. O tratamento do câncer de próstata pode ter efeitos colaterais graves, como incontinência urinária e disfunção erétil.

    O que dizem os médicos que defendem o exame de próstata?

    Os médicos que defendem o exame de próstata contestam os argumentos dos médicos que são contra ele, e afirmam que ele é uma forma de salvar vidas. Eles dizem que:

    • O PSA é um bom indicador do risco de câncer de próstata e deve ser interpretado junto com outros fatores, como idade, histórico familiar e raça. O PSA não é um diagnóstico definitivo, mas um sinal de alerta que pode indicar a necessidade de uma investigação mais aprofundada.

    • O toque retal é um exame simples, rápido e indolor, que pode detectar cerca de 18% dos casos de câncer que escapam do PSA. O toque retal não é uma violação da intimidade ou da masculinidade dos homens, mas um ato de cuidado com a saúde.

    • A biópsia é um procedimento seguro e eficaz, que permite classificar o grau de agressividade do tumor e definir o melhor tratamento. A biópsia só é realizada quando há uma suspeita real de câncer, e os riscos de complicações são baixos.

    • O câncer de próstata pode ser fatal se não for diagnosticado e tratado precocemente. A taxa de mortalidade é de 25% dos pacientes diagnosticados com essa doença. O tratamento do câncer de próstata pode preservar a qualidade de vida dos homens, com técnicas minimamente invasivas e terapias personalizadas.

    Qual é a conclusão?

    Diante dessas opiniões divergentes, qual é a conclusão? A resposta é que não há uma resposta única e definitiva para essa questão. A decisão sobre fazer ou não o exame de próstata deve ser tomada em conjunto com o médico urologista, levando em conta os riscos e benefícios de cada caso.

    A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia é que a avaliação individualizada seja feita a partir dos 50 anos para todos os homens — e aos 45 anos em indivíduos com histórico familiar da doença ou de raça negra. Essa avaliação leva em conta os fatores de risco, os resultados dos exames, as preferências do paciente e as evidências científicas disponíveis.

    O importante é que os homens não deixem de cuidar da sua saúde, e procurem um médico urologista regularmente para tirar suas dúvidas e fazer o acompanhamento adequado.

  • Pessoas desenvolvem doença irreversível após o eclipse solar

    Pessoas desenvolvem doença irreversível após o eclipse solar

    O eclipse solar total que aconteceu em 21 de agosto de 2023 foi um espetáculo raro e impressionante, mas também trouxe riscos para a saúde dos olhos de quem não se protegeu adequadamente.

    Alguns pacientes nos Estados Unidos e no Brasil procuraram atendimento médico após observar o fenômeno sem óculos especiais ou outros métodos seguros. Eles relataram sintomas como dor nos olhos, visão embaçada e manchas no centro da visão.

    Esses sintomas podem indicar queimaduras na retina, uma camada sensível à luz que fica no fundo do olho e é responsável por transformar as imagens em sinais elétricos para o cérebro. Quando a retina é exposta à luz intensa do sol, mesmo por alguns segundos, ela pode sofrer danos irreversíveis que afetam a qualidade da visão.

    Segundo os especialistas, não existe nenhum tratamento comprovado para esses casos, e a recuperação da visão depende da gravidade da lesão. Em alguns casos, a mancha pode ficar imperceptível depois de um tempo, mas em outros, pode haver sequelas permanentes, como cegueira parcial ou total.

    Por isso, é muito importante prevenir esse tipo de dano usando óculos especiais ou outros métodos seguros para observar um eclipse. Os óculos devem ter um filtro que bloqueia os raios ultravioleta e infravermelho, e devem ser certificados por órgãos competentes. Outros métodos seguros são usar uma câmera fotográfica, um telescópio ou uma caixa com um furo para projetar a imagem do eclipse em uma superfície.

    O próximo eclipse solar total será em 8 de abril de 2024, e poderá ser visto em partes da América do Norte, Central e do Sul. Quem quiser aproveitar esse evento astronômico deve se preparar com antecedência e seguir as recomendações dos especialistas para proteger os olhos e evitar problemas futuros.

    Alguns pacientes nos Estados Unidos e no Brasil procuraram atendimento médico após observar o fenômeno sem óculos especiais ou outros métodos seguros. Eles relataram sintomas como dor nos olhos, visão embaçada e manchas no centro da visão.

    Esses sintomas podem indicar queimaduras na retina, uma camada sensível à luz que fica no fundo do olho e é responsável por transformar as imagens em sinais elétricos para o cérebro. Quando a retina é exposta à luz intensa do sol, mesmo por alguns segundos, ela pode sofrer danos irreversíveis que afetam a qualidade da visão.

    Segundo os especialistas, não existe nenhum tratamento comprovado para esses casos, e a recuperação da visão depende da gravidade da lesão. Em alguns casos, a mancha pode ficar imperceptível depois de um tempo, mas em outros, pode haver sequelas permanentes, como cegueira parcial ou total.

    Por isso, é muito importante prevenir esse tipo de dano usando óculos especiais ou outros métodos seguros para observar um eclipse. Os óculos devem ter um filtro que bloqueia os raios ultravioleta e infravermelho, e devem ser certificados por órgãos competentes. Outros métodos seguros são usar uma câmera fotográfica, um telescópio ou uma caixa com um furo para projetar a imagem do eclipse em uma superfície.

    O próximo eclipse solar total será em 8 de abril de 2024, e poderá ser visto em partes da América do Norte, Central e do Sul. Quem quiser aproveitar esse evento astronômico deve se preparar com antecedência e seguir as recomendações dos especialistas para proteger os olhos e evitar problemas futuros.