Categoria: Saúde

  • Baixa adesão à vacina da gripe no Brasil pode ter relação com fake news

    Baixa adesão à vacina da gripe no Brasil pode ter relação com fake news

    A campanha de vacinação contra a gripe no Brasil terminou na quarta-feira (31/05) com um resultado decepcionante: menos de 40 milhões de doses aplicadas, o que representa menos de 50% do público-alvo. A meta do Ministério da Saúde era alcançar 90% das pessoas elegíveis para receber o imunizante, mas apenas o Amapá chegou perto desse…

    Uma das possíveis causas para a baixa adesão à vacina da gripe é a disseminação de fake news sobre os imunizantes, que geram desconfiança e medo na população. Algumas das notícias falsas mais comuns são:

    – A vacina da gripe provoca gripe: isso é impossível, pois a vacina é feita com vírus inativado, que não pode causar a doença. Além disso, a vacina protege contra os tipos mais comuns de vírus da gripe, mas não contra outros agentes que podem causar resfriados e infecções respiratórias.

    – A vacina da gripe contém vacina contra Covid-19: isso é uma mentira sem fundamento, pois as vacinas contra gripe e Covid-19 têm composições diferentes e objetivos distintos. As vacinas contra Covid-19 são bivalentes, ou seja, protegem contra duas variantes do coronavírus, enquanto as vacinas contra gripe são trivalentes ou quadrivalentes, ou seja, protegem contra três ou quatro tipos de vírus da gripe.

    – A vacina da gripe pode deixar sequelas a longo prazo: isso é uma especulação sem evidências científicas, pois as vacinas são testadas e aprovadas por órgãos reguladores antes de serem liberadas para uso. Os eventuais efeitos colaterais das vacinas são raros e leves, e costumam ocorrer nos primeiros dias após a aplicação.

    Essas e outras fake news sobre vacinas podem ser facilmente desmentidas por fontes confiáveis, como médicos, cientistas e veículos de comunicação sérios. É importante buscar informações de qualidade e não compartilhar conteúdos duvidosos ou enganosos nas redes sociais.

    A vacina da gripe é uma medida de prevenção importante para evitar complicações graves causadas pela doença, como pneumonia, infarto e derrame. A gripe também pode aumentar o risco de infecção por Covid-19 ou agravar o quadro clínico dos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou aos estados e municípios que estendam os calendários de vacinação enquanto houver estoque de doses.

    A vacina da gripe é segura, eficaz e gratuita para os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes, crianças, povos indígenas, profissionais de saúde e outros. A vacina também está disponível para toda a população acima de seis meses nas redes privadas. Quem já tomou a vacina contra Covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Uma das possíveis causas para a baixa adesão à vacina da gripe é a disseminação de fake news sobre os imunizantes, que geram desconfiança e medo na população. Algumas das notícias falsas mais comuns são:

    – A vacina da gripe provoca gripe: isso é impossível, pois a vacina é feita com vírus inativado, que não pode causar a doença. Além disso, a vacina protege contra os tipos mais comuns de vírus da gripe, mas não contra outros agentes que podem causar resfriados e infecções respiratórias.

    – A vacina da gripe contém vacina contra Covid-19: isso é uma mentira sem fundamento, pois as vacinas contra gripe e Covid-19 têm composições diferentes e objetivos distintos. As vacinas contra Covid-19 são bivalentes, ou seja, protegem contra duas variantes do coronavírus, enquanto as vacinas contra gripe são trivalentes ou quadrivalentes, ou seja, protegem contra três ou quatro tipos de vírus da gripe.

    – A vacina da gripe pode deixar sequelas a longo prazo: isso é uma especulação sem evidências científicas, pois as vacinas são testadas e aprovadas por órgãos reguladores antes de serem liberadas para uso. Os eventuais efeitos colaterais das vacinas são raros e leves, e costumam ocorrer nos primeiros dias após a aplicação.

    Essas e outras fake news sobre vacinas podem ser facilmente desmentidas por fontes confiáveis, como médicos, cientistas e veículos de comunicação sérios. É importante buscar informações de qualidade e não compartilhar conteúdos duvidosos ou enganosos nas redes sociais.

    A vacina da gripe é uma medida de prevenção importante para evitar complicações graves causadas pela doença, como pneumonia, infarto e derrame. A gripe também pode aumentar o risco de infecção por Covid-19 ou agravar o quadro clínico dos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou aos estados e municípios que estendam os calendários de vacinação enquanto houver estoque de doses.

    A vacina da gripe é segura, eficaz e gratuita para os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes, crianças, povos indígenas, profissionais de saúde e outros. A vacina também está disponível para toda a população acima de seis meses nas redes privadas. Quem já tomou a vacina contra Covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

  • Surto de sarna afeta famílias indígenas no Maranhão sem acesso a tratamentos

    Surto de sarna afeta famílias indígenas no Maranhão sem acesso a tratamentos

    Famílias indígenas de diversas etnias estão sofrendo com um surto de sarna no Maranhão, uma doença de pele causada por um ácaro que provoca coceira, vermelhidão e feridas. A falta de acesso a tratamentos adequados e a precariedade da assistência básica à saúde nas aldeias são os principais fatores que contribuem para a propagação da…

    Segundo uma reportagem da Agência Pública, publicada em 1° de junho de 2023, o surto de sarna começou em abril deste ano e já atingiu cerca de 300 pessoas nas terras indígenas Araribóia, Cana Brava e Bacurizinho, localizadas no sul do estado. As comunidades afetadas são dos povos Guajajara, Krikati e Gavião.

    A reportagem relata que os indígenas têm dificuldade para conseguir medicamentos, como pomadas e comprimidos, que são distribuídos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Maranhão, órgão vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde. Além disso, muitas aldeias não têm postos de saúde ou profissionais capacitados para atender os casos.

    A sarna é uma doença contagiosa que pode ser transmitida pelo contato direto com pessoas ou objetos infectados. Ela pode causar complicações como infecções bacterianas, anemia e problemas renais. A prevenção envolve medidas de higiene pessoal e coletiva, como lavar as roupas e a roupa de cama com frequência e evitar o compartilhamento de objetos pessoais.

    Os povos indígenas do Maranhão representam menos de 1% da população do estado, mas sofrem com a violação de seus direitos básicos, como a saúde, a educação e a demarcação de suas terras. Eles têm realizado protestos e denúncias para exigir mais atenção do poder público e da sociedade.

    Fonte: Link.

    Segundo uma reportagem da Agência Pública, publicada em 1° de junho de 2023, o surto de sarna começou em abril deste ano e já atingiu cerca de 300 pessoas nas terras indígenas Araribóia, Cana Brava e Bacurizinho, localizadas no sul do estado. As comunidades afetadas são dos povos Guajajara, Krikati e Gavião.

    A reportagem relata que os indígenas têm dificuldade para conseguir medicamentos, como pomadas e comprimidos, que são distribuídos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Maranhão, órgão vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde. Além disso, muitas aldeias não têm postos de saúde ou profissionais capacitados para atender os casos.

    A sarna é uma doença contagiosa que pode ser transmitida pelo contato direto com pessoas ou objetos infectados. Ela pode causar complicações como infecções bacterianas, anemia e problemas renais. A prevenção envolve medidas de higiene pessoal e coletiva, como lavar as roupas e a roupa de cama com frequência e evitar o compartilhamento de objetos pessoais.

    Os povos indígenas do Maranhão representam menos de 1% da população do estado, mas sofrem com a violação de seus direitos básicos, como a saúde, a educação e a demarcação de suas terras. Eles têm realizado protestos e denúncias para exigir mais atenção do poder público e da sociedade.

    Fonte: Link.

  • Anvisa proíbe uso de cigarros eletrônicos em locais fechados

    Anvisa proíbe uso de cigarros eletrônicos em locais fechados

    O uso de cigarros eletrônicos em ambientes fechados é proibido no Brasil. Essa é a orientação da Anvisa, que emitiu uma nota técnica em maio de 2023 enquadrando os dispositivos na mesma lei que restringe o consumo de produtos fumígenos derivados ou não do tabaco.

    Neste post, vamos explicar o que são os cigarros eletrônicos, por que eles são considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, e quais são as regras para o seu uso no país. Acompanhe!

    O que são cigarros eletrônicos?

    Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, são dispositivos que funcionam por meio da vaporização de um líquido que contém nicotina e outras substâncias químicas. Eles são usados por algumas pessoas como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que sejam menos nocivos.

    No entanto, a Anvisa alerta que os cigarros eletrônicos não são seguros nem eficazes para cessar o tabagismo. Além disso, eles podem causar dependência, intoxicação e doenças respiratórias e cardiovasculares.

    Por que os cigarros eletrônicos são proibidos em ambientes fechados?

    De acordo com a nota técnica da Anvisa, os cigarros eletrônicos se enquadram na Lei nº 9.294/1996, que proíbe o uso de qualquer produto fumígeno que libere emissões de qualquer natureza em recintos coletivos fechados, sejam eles particulares ou públicos.

    Isso significa que os cigarros eletrônicos não podem ser usados em locais como bares, restaurantes, cinemas, shoppings, escolas, hospitais, transportes públicos e locais de trabalho.

    A razão para essa proibição é que as emissões dos cigarros eletrônicos, apesar de chamadas de vapor, são na verdade aerodispersóides, ou seja, partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar. Essas partículas podem conter componentes químicos que são potencialmente danosos à saúde e ao meio ambiente, como nicotina, propilenoglicol, glicerol, formaldeído e metais pesados.

    Assim, o uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados pode expor as pessoas à poluição do ar e aos riscos de intoxicação e doenças. Além disso, pode estimular o consumo de tabaco entre jovens e não fumantes.

    Como é a fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos?

    A fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Eles devem orientar os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos sobre a proibição e aplicar as sanções previstas em caso de descumprimento.

    As sanções podem variar desde advertência até multa, interdição e cancelamento da licença sanitária. Os valores das multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Vale lembrar que a comercialização dos cigarros eletrônicos também é proibida no Brasil desde 2009. A Anvisa considera que esses produtos não têm registro nem autorização para serem vendidos no país. Portanto, quem compra ou vende esses dispositivos está sujeito às penalidades da lei.

    Neste post, vamos explicar o que são os cigarros eletrônicos, por que eles são considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, e quais são as regras para o seu uso no país. Acompanhe!

    O que são cigarros eletrônicos?

    Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, são dispositivos que funcionam por meio da vaporização de um líquido que contém nicotina e outras substâncias químicas. Eles são usados por algumas pessoas como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que sejam menos nocivos.

    No entanto, a Anvisa alerta que os cigarros eletrônicos não são seguros nem eficazes para cessar o tabagismo. Além disso, eles podem causar dependência, intoxicação e doenças respiratórias e cardiovasculares.

    Por que os cigarros eletrônicos são proibidos em ambientes fechados?

    De acordo com a nota técnica da Anvisa, os cigarros eletrônicos se enquadram na Lei nº 9.294/1996, que proíbe o uso de qualquer produto fumígeno que libere emissões de qualquer natureza em recintos coletivos fechados, sejam eles particulares ou públicos.

    Isso significa que os cigarros eletrônicos não podem ser usados em locais como bares, restaurantes, cinemas, shoppings, escolas, hospitais, transportes públicos e locais de trabalho.

    A razão para essa proibição é que as emissões dos cigarros eletrônicos, apesar de chamadas de vapor, são na verdade aerodispersóides, ou seja, partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar. Essas partículas podem conter componentes químicos que são potencialmente danosos à saúde e ao meio ambiente, como nicotina, propilenoglicol, glicerol, formaldeído e metais pesados.

    Assim, o uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados pode expor as pessoas à poluição do ar e aos riscos de intoxicação e doenças. Além disso, pode estimular o consumo de tabaco entre jovens e não fumantes.

    Como é a fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos?

    A fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Eles devem orientar os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos sobre a proibição e aplicar as sanções previstas em caso de descumprimento.

    As sanções podem variar desde advertência até multa, interdição e cancelamento da licença sanitária. Os valores das multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Vale lembrar que a comercialização dos cigarros eletrônicos também é proibida no Brasil desde 2009. A Anvisa considera que esses produtos não têm registro nem autorização para serem vendidos no país. Portanto, quem compra ou vende esses dispositivos está sujeito às penalidades da lei.

  • Como os flavonoides podem prevenir a perda de memória relacionada à idade

    Como os flavonoides podem prevenir a perda de memória relacionada à idade

    A perda de memória é um problema comum entre os idosos, mas será que ela pode ser evitada ou revertida com uma alimentação adequada? Um estudo de grande escala liderado por pesquisadores da Columbia e do Brigham and Women’s Hospital/Harvard é o primeiro a estabelecer que uma dieta pobre em flavonoides – nutrientes encontrados em…

    Os flavonoides são compostos bioativos que têm efeitos benéficos sobre a saúde vascular e cerebral. Eles são encontrados em alimentos como maçãs, uvas, chá verde, cacau e vinho tinto. O estudo descobriu que a ingestão de flavanóis entre os adultos mais velhos acompanha os escores em testes projetados para detectar a perda de memória devido ao envelhecimento normal e que a reposição desses componentes dietéticos em adultos levemente deficientes em flavanóis com mais de 60 anos melhora o desempenho nesses testes.

    “A melhora entre os participantes do estudo com dietas pobres em flavonoides foi substancial e levanta a possibilidade de usar dietas ou suplementos ricos em flavonoides para melhorar a função cognitiva em adultos mais velhos”, diz Adam Brickman, PhD, professor de neuropsicologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons e co-líder do estudo.

    O achado também apoia a ideia emergente de que o cérebro envelhecido requer nutrientes específicos para uma saúde ótima, assim como o cérebro em desenvolvimento requer nutrientes específicos para um desenvolvimento adequado. “A identificação de nutrientes críticos para o desenvolvimento adequado do sistema nervoso de um bebê foi uma conquista marcante da ciência da nutrição do século 20”, diz o autor sênior do estudo, Scott Small, MD, professor Boris and Rose Katz de Neurologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons. “Neste século, à medida que estamos vivendo mais tempo, a pesquisa está começando a revelar que diferentes nutrientes são necessários para fortalecer nossas mentes envelhecidas. Nosso estudo, que se baseia em biomarcadores do consumo de flavonoides, pode ser usado como um modelo por outros pesquisadores para identificar nutrientes adicionais e necessários”.

    A perda de memória relacionada à idade está ligada a mudanças no hipocampo

    O estudo atual se baseia em mais de 15 anos de pesquisa no laboratório de Small ligando a perda de memória relacionada à idade a mudanças no giro denteado, uma área específica dentro do hipocampo do cérebro – uma região vital para aprender novas memórias – e mostrando que os flavonoides melhoraram a função nesta região cerebral. Pesquisas adicionais, em camundongos, descobriram que os flavanóis – particularmente uma substância bioativa nos flavanóis chamada epicatequina – melhoraram a memória ao estimular o crescimento de neurônios e vasos sanguíneos no hipocampo.

    Em seguida, a equipe de Small testou suplementos de flavonoides em pessoas. Um pequeno estudo confirmou que o giro denteado está ligado ao envelhecimento cognitivo. Um segundo ensaio, maior, mostrou que os flavonóis melhoraram a memória ao agir seletivamente nesta região cerebral e tiveram o maior impacto naqueles que começaram com uma dieta de baixa qualidade.

    Fonte: Link.

    Os flavonoides são compostos bioativos que têm efeitos benéficos sobre a saúde vascular e cerebral. Eles são encontrados em alimentos como maçãs, uvas, chá verde, cacau e vinho tinto. O estudo descobriu que a ingestão de flavanóis entre os adultos mais velhos acompanha os escores em testes projetados para detectar a perda de memória devido ao envelhecimento normal e que a reposição desses componentes dietéticos em adultos levemente deficientes em flavanóis com mais de 60 anos melhora o desempenho nesses testes.

    “A melhora entre os participantes do estudo com dietas pobres em flavonoides foi substancial e levanta a possibilidade de usar dietas ou suplementos ricos em flavonoides para melhorar a função cognitiva em adultos mais velhos”, diz Adam Brickman, PhD, professor de neuropsicologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons e co-líder do estudo.

    O achado também apoia a ideia emergente de que o cérebro envelhecido requer nutrientes específicos para uma saúde ótima, assim como o cérebro em desenvolvimento requer nutrientes específicos para um desenvolvimento adequado. “A identificação de nutrientes críticos para o desenvolvimento adequado do sistema nervoso de um bebê foi uma conquista marcante da ciência da nutrição do século 20”, diz o autor sênior do estudo, Scott Small, MD, professor Boris and Rose Katz de Neurologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons. “Neste século, à medida que estamos vivendo mais tempo, a pesquisa está começando a revelar que diferentes nutrientes são necessários para fortalecer nossas mentes envelhecidas. Nosso estudo, que se baseia em biomarcadores do consumo de flavonoides, pode ser usado como um modelo por outros pesquisadores para identificar nutrientes adicionais e necessários”.

    A perda de memória relacionada à idade está ligada a mudanças no hipocampo

    O estudo atual se baseia em mais de 15 anos de pesquisa no laboratório de Small ligando a perda de memória relacionada à idade a mudanças no giro denteado, uma área específica dentro do hipocampo do cérebro – uma região vital para aprender novas memórias – e mostrando que os flavonoides melhoraram a função nesta região cerebral. Pesquisas adicionais, em camundongos, descobriram que os flavanóis – particularmente uma substância bioativa nos flavanóis chamada epicatequina – melhoraram a memória ao estimular o crescimento de neurônios e vasos sanguíneos no hipocampo.

    Em seguida, a equipe de Small testou suplementos de flavonoides em pessoas. Um pequeno estudo confirmou que o giro denteado está ligado ao envelhecimento cognitivo. Um segundo ensaio, maior, mostrou que os flavonóis melhoraram a memória ao agir seletivamente nesta região cerebral e tiveram o maior impacto naqueles que começaram com uma dieta de baixa qualidade.

    Fonte: Link.

  • Consumo de alimentos processados pode interferir no sono profundo

    Consumo de alimentos processados pode interferir no sono profundo

    Um novo estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, revelou que consumir uma dieta mais rica em açúcar, gordura saturada e alimentos processados pode piorar o sono profundo, uma das fases mais importantes do ciclo do sono.

    O sono profundo é responsável por regular a liberação de hormônios, como o do crescimento e o do estresse, e também por consolidar a memória e o aprendizado. Além disso, é nessa fase que o corpo se recupera dos danos causados pelo dia a dia, como inflamações e infecções.

    No entanto, quando consumimos uma dieta mais pobre em nutrientes e mais calórica, o sono profundo pode ficar mais superficial e menos restaurador. Isso pode ter consequências negativas para a saúde física e mental, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão e ansiedade.

    O estudo envolveu 15 homens jovens e saudáveis que seguiram duas dietas diferentes em ordem aleatória: uma mais saudável e outra mais prejudicial. As duas dietas continham o mesmo número de calorias, ajustadas às necessidades individuais de cada participante. A diferença era que a dieta mais prejudicial continha mais açúcar e gordura saturada e menos fibras.

    Após cada dieta, os participantes foram examinados em um laboratório do sono, onde tiveram sua atividade cerebral medida durante uma noite normal de sono e uma noite de recuperação após privação do sono. Os resultados mostraram que, após a dieta mais prejudicial, a atividade das ondas lentas no sono profundo era menor, indicando um sono menos profundo e menos reparador.

    Os pesquisadores não sabem ainda quanto tempo os efeitos da dieta ruim podem durar no sono ou se eles podem afetar outras funções reguladas pelo sono profundo. Eles também não sabem qual componente da dieta é o mais responsável por piorar o sono profundo. No entanto, eles sugerem que uma alimentação mais equilibrada e saudável pode ser benéfica para melhorar a qualidade do sono e prevenir problemas de saúde.

    Portanto, se você quer dormir melhor e cuidar da sua saúde, evite consumir alimentos ricos em açúcar, gordura saturada e processados. Prefira alimentos naturais, integrais e ricos em fibras, como frutas, verduras, legumes, grãos e oleaginosas. Além disso, mantenha uma rotina regular de sono, evitando ficar acordado até tarde ou dormir demais. Assim, você garante um sono profundo mais restaurador e um bem-estar maior.

    Fonte: Link.

    O sono profundo é responsável por regular a liberação de hormônios, como o do crescimento e o do estresse, e também por consolidar a memória e o aprendizado. Além disso, é nessa fase que o corpo se recupera dos danos causados pelo dia a dia, como inflamações e infecções.

    No entanto, quando consumimos uma dieta mais pobre em nutrientes e mais calórica, o sono profundo pode ficar mais superficial e menos restaurador. Isso pode ter consequências negativas para a saúde física e mental, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão e ansiedade.

    O estudo envolveu 15 homens jovens e saudáveis que seguiram duas dietas diferentes em ordem aleatória: uma mais saudável e outra mais prejudicial. As duas dietas continham o mesmo número de calorias, ajustadas às necessidades individuais de cada participante. A diferença era que a dieta mais prejudicial continha mais açúcar e gordura saturada e menos fibras.

    Após cada dieta, os participantes foram examinados em um laboratório do sono, onde tiveram sua atividade cerebral medida durante uma noite normal de sono e uma noite de recuperação após privação do sono. Os resultados mostraram que, após a dieta mais prejudicial, a atividade das ondas lentas no sono profundo era menor, indicando um sono menos profundo e menos reparador.

    Os pesquisadores não sabem ainda quanto tempo os efeitos da dieta ruim podem durar no sono ou se eles podem afetar outras funções reguladas pelo sono profundo. Eles também não sabem qual componente da dieta é o mais responsável por piorar o sono profundo. No entanto, eles sugerem que uma alimentação mais equilibrada e saudável pode ser benéfica para melhorar a qualidade do sono e prevenir problemas de saúde.

    Portanto, se você quer dormir melhor e cuidar da sua saúde, evite consumir alimentos ricos em açúcar, gordura saturada e processados. Prefira alimentos naturais, integrais e ricos em fibras, como frutas, verduras, legumes, grãos e oleaginosas. Além disso, mantenha uma rotina regular de sono, evitando ficar acordado até tarde ou dormir demais. Assim, você garante um sono profundo mais restaurador e um bem-estar maior.

    Fonte: Link.

  • Detox: uma moda perigosa e sem fundamento científico

    Detox: uma moda perigosa e sem fundamento científico

    Você já ouviu falar em detox? Essa palavra vem do inglês e significa desintoxicação. Trata-se de uma prática que promete eliminar as toxinas do corpo, principalmente do fígado e da vesícula, por meio de dietas restritivas, jejuns e uso de certos alimentos ou suplementos. Mas será que isso realmente funciona? E mais: será que isso…

    Neste post, vamos mostrar que o detox é uma falácia, ou seja, um argumento falso que parece verdadeiro, mas que não tem embasamento científico nem lógico. Além disso, vamos alertar para os riscos que essa moda pode trazer para a saúde. Confira!

    O que é o detox?

    O detox é uma prática que surgiu com base na ideia de que o nosso corpo acumula toxinas ao longo da vida, provenientes da alimentação, do meio ambiente, do estresse e de outros fatores. Essas toxinas seriam responsáveis por causar diversos problemas de saúde, como obesidade, diabetes, câncer, depressão, entre outros.

    Para eliminar essas toxinas, os defensores do detox propõem uma série de medidas, como:

    • Tomar sucos ou chás de frutas e vegetais;

    • Fazer jejum intermitente ou prolongado;

    • Consumir alimentos orgânicos e integrais;

    • Evitar alimentos industrializados, processados, refinados e de origem animal;

    • Usar suplementos naturais ou sintéticos;

    • Fazer lavagens intestinais ou hepáticas.

    Segundo eles, essas medidas ajudariam a limpar o fígado e a vesícula das toxinas e dos cálculos biliares (pedras que se formam na vesícula), melhorando o funcionamento desses órgãos e prevenindo doenças.

    Por que o detox é uma falácia?

    O detox é uma falácia porque não tem nenhum respaldo científico nem lógico. Veja alguns motivos:

    • O nosso corpo já tem mecanismos naturais de desintoxicação, como o fígado, os rins, os pulmões e a pele. Esses órgãos são capazes de filtrar e eliminar as substâncias nocivas do organismo sem precisar de ajuda externa.

    • Não há evidências científicas de que o detox elimine toxinas ou cálculos biliares do corpo. Na verdade, o que sai nas fezes após uma dieta detox são resíduos da própria dieta, como a mistura de maçã, azeite e frutas cítricas usada em um protocolo popular na internet.

    • Não há consenso sobre o que são as toxinas que o detox pretende eliminar. Os defensores do detox usam esse termo de forma genérica e vaga, sem especificar quais são as substâncias tóxicas, como elas agem no corpo e como elas podem ser medidas.

    • Não há estudos científicos que comprovem os benefícios do detox para a saúde. Pelo contrário, há evidências de que essa prática pode ser prejudicial, causando desnutrição, desidratação, desequilíbrio eletrolítico, irritação intestinal e até mesmo intoxicação.

    Quais são os riscos do detox?

    O detox pode trazer vários riscos para a saúde, como:

    • Deficiência de nutrientes essenciais, como proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais. Isso pode comprometer o funcionamento do organismo e causar fraqueza, anemia, queda de cabelo, unhas fracas e baixa imunidade.

    • Desidratação e desequilíbrio eletrolítico. Isso pode ocorrer pelo uso excessivo de diuréticos ou laxantes naturais ou sintéticos. Essas substâncias podem provocar perda excessiva de água e sais minerais do corpo, causando tontura, dor de cabeça, náusea, vômito e até mesmo arritmia cardíaca.

    • Irritação intestinal. Isso pode acontecer pelo consumo excessivo de fibras ou pelo uso de lavagens intestinais ou hepáticas. Esses métodos podem irritar a mucosa do intestino e alterar a flora bacteriana benéfica do órgão, favorecendo infecções e inflamações.

    • Intoxicação. Isso pode acontecer pelo uso indiscriminado de suplementos naturais ou sintéticos sem orientação médica ou nutricional. Esses produtos podem conter substâncias tóxicas ou interagir com medicamentos ou outros alimentos.

    Como cuidar da saúde sem cair na falácia do detox?

    A melhor forma de cuidar da saúde sem cair na falácia do detox é adotar hábitos saudáveis no dia a dia. Isso inclui:

    • Ter uma alimentação equilibrada e variada, rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, leguminosas (feijão), oleaginosas (castanhas), carnes magras (frango), peixes (salmão) e ovos;

    • Evitar o consumo excessivo de alimentos industrializados (refrigerantes), processados (salsicha), refinados (farinha branca), gordurosos (frituras), açucarados (doces) e alcoólicos;

    • Beber bastante água ao longo do dia;

    • Praticar atividade física regularmente;

    • Dormir bem;

    • Controlar o estresse;

    • Não fumar;

    • Fazer exames preventivos periodicamente.

    Essas medidas ajudam a manter o organismo funcionando bem e a prevenir doenças crônicas como obesidade, diabetes e hipertensão.

    Portanto, não caia na falácia do detox. Essa prática não tem nenhum benefício comprovado para a saúde e pode até mesmo colocá-la em risco. O melhor jeito de cuidar do seu corpo é ter uma vida saudável.

    Neste post, vamos mostrar que o detox é uma falácia, ou seja, um argumento falso que parece verdadeiro, mas que não tem embasamento científico nem lógico. Além disso, vamos alertar para os riscos que essa moda pode trazer para a saúde. Confira!

    O que é o detox?

    O detox é uma prática que surgiu com base na ideia de que o nosso corpo acumula toxinas ao longo da vida, provenientes da alimentação, do meio ambiente, do estresse e de outros fatores. Essas toxinas seriam responsáveis por causar diversos problemas de saúde, como obesidade, diabetes, câncer, depressão, entre outros.

    Para eliminar essas toxinas, os defensores do detox propõem uma série de medidas, como:

    • Tomar sucos ou chás de frutas e vegetais;

    • Fazer jejum intermitente ou prolongado;

    • Consumir alimentos orgânicos e integrais;

    • Evitar alimentos industrializados, processados, refinados e de origem animal;

    • Usar suplementos naturais ou sintéticos;

    • Fazer lavagens intestinais ou hepáticas.

    Segundo eles, essas medidas ajudariam a limpar o fígado e a vesícula das toxinas e dos cálculos biliares (pedras que se formam na vesícula), melhorando o funcionamento desses órgãos e prevenindo doenças.

    Por que o detox é uma falácia?

    O detox é uma falácia porque não tem nenhum respaldo científico nem lógico. Veja alguns motivos:

    • O nosso corpo já tem mecanismos naturais de desintoxicação, como o fígado, os rins, os pulmões e a pele. Esses órgãos são capazes de filtrar e eliminar as substâncias nocivas do organismo sem precisar de ajuda externa.

    • Não há evidências científicas de que o detox elimine toxinas ou cálculos biliares do corpo. Na verdade, o que sai nas fezes após uma dieta detox são resíduos da própria dieta, como a mistura de maçã, azeite e frutas cítricas usada em um protocolo popular na internet.

    • Não há consenso sobre o que são as toxinas que o detox pretende eliminar. Os defensores do detox usam esse termo de forma genérica e vaga, sem especificar quais são as substâncias tóxicas, como elas agem no corpo e como elas podem ser medidas.

    • Não há estudos científicos que comprovem os benefícios do detox para a saúde. Pelo contrário, há evidências de que essa prática pode ser prejudicial, causando desnutrição, desidratação, desequilíbrio eletrolítico, irritação intestinal e até mesmo intoxicação.

    Quais são os riscos do detox?

    O detox pode trazer vários riscos para a saúde, como:

    • Deficiência de nutrientes essenciais, como proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais. Isso pode comprometer o funcionamento do organismo e causar fraqueza, anemia, queda de cabelo, unhas fracas e baixa imunidade.

    • Desidratação e desequilíbrio eletrolítico. Isso pode ocorrer pelo uso excessivo de diuréticos ou laxantes naturais ou sintéticos. Essas substâncias podem provocar perda excessiva de água e sais minerais do corpo, causando tontura, dor de cabeça, náusea, vômito e até mesmo arritmia cardíaca.

    • Irritação intestinal. Isso pode acontecer pelo consumo excessivo de fibras ou pelo uso de lavagens intestinais ou hepáticas. Esses métodos podem irritar a mucosa do intestino e alterar a flora bacteriana benéfica do órgão, favorecendo infecções e inflamações.

    • Intoxicação. Isso pode acontecer pelo uso indiscriminado de suplementos naturais ou sintéticos sem orientação médica ou nutricional. Esses produtos podem conter substâncias tóxicas ou interagir com medicamentos ou outros alimentos.

    Como cuidar da saúde sem cair na falácia do detox?

    A melhor forma de cuidar da saúde sem cair na falácia do detox é adotar hábitos saudáveis no dia a dia. Isso inclui:

    • Ter uma alimentação equilibrada e variada, rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, leguminosas (feijão), oleaginosas (castanhas), carnes magras (frango), peixes (salmão) e ovos;

    • Evitar o consumo excessivo de alimentos industrializados (refrigerantes), processados (salsicha), refinados (farinha branca), gordurosos (frituras), açucarados (doces) e alcoólicos;

    • Beber bastante água ao longo do dia;

    • Praticar atividade física regularmente;

    • Dormir bem;

    • Controlar o estresse;

    • Não fumar;

    • Fazer exames preventivos periodicamente.

    Essas medidas ajudam a manter o organismo funcionando bem e a prevenir doenças crônicas como obesidade, diabetes e hipertensão.

    Portanto, não caia na falácia do detox. Essa prática não tem nenhum benefício comprovado para a saúde e pode até mesmo colocá-la em risco. O melhor jeito de cuidar do seu corpo é ter uma vida saudável.

  • Estudo mostra que o IgA ajuda o corpo a interagir com os micróbios evitando infecções e inflamações

    Estudo mostra que o IgA ajuda o corpo a interagir com os micróbios evitando infecções e inflamações

    Você sabia que o seu corpo produz um tipo de anticorpo que pode regular a sua relação com os micróbios? Esse anticorpo se chama IgA e ele é encontrado nas mucosas, como as do nariz, da boca e do intestino.

    O IgA tem a função de reconhecer e neutralizar os micróbios que podem causar doenças, mas também de tolerar e até estimular os micróbios que são benéficos para a saúde.

    Um estudo recente publicado na revista Science revelou como o IgA faz essa distinção entre os micróbios amigos e inimigos. Os pesquisadores analisaram amostras de muco intestinal de camundongos e humanos e descobriram que o IgA se liga a diferentes partes dos micróbios, dependendo do seu papel no organismo.

    Quando o IgA se liga à superfície dos micróbios patogênicos, ele impede que eles se fixem nas células do intestino e os elimina pelas fezes. Já quando o IgA se liga ao interior dos micróbios simbióticos, ele os protege da degradação e favorece a sua multiplicação e diversidade.

    Essa descoberta mostra que o IgA é capaz de ajustar a sua interação com os micróbios de acordo com as necessidades do corpo, mantendo um equilíbrio entre defesa e cooperação. Esse equilíbrio é essencial para a saúde do intestino e do sistema imunológico, pois evita infecções e inflamações.

    O estudo também abre novas possibilidades para o desenvolvimento de terapias baseadas no IgA, que poderiam melhorar a microbiota intestinal e tratar doenças como alergias, obesidade e câncer.

    Fonte: Link.

    O IgA tem a função de reconhecer e neutralizar os micróbios que podem causar doenças, mas também de tolerar e até estimular os micróbios que são benéficos para a saúde.

    Um estudo recente publicado na revista Science revelou como o IgA faz essa distinção entre os micróbios amigos e inimigos. Os pesquisadores analisaram amostras de muco intestinal de camundongos e humanos e descobriram que o IgA se liga a diferentes partes dos micróbios, dependendo do seu papel no organismo.

    Quando o IgA se liga à superfície dos micróbios patogênicos, ele impede que eles se fixem nas células do intestino e os elimina pelas fezes. Já quando o IgA se liga ao interior dos micróbios simbióticos, ele os protege da degradação e favorece a sua multiplicação e diversidade.

    Essa descoberta mostra que o IgA é capaz de ajustar a sua interação com os micróbios de acordo com as necessidades do corpo, mantendo um equilíbrio entre defesa e cooperação. Esse equilíbrio é essencial para a saúde do intestino e do sistema imunológico, pois evita infecções e inflamações.

    O estudo também abre novas possibilidades para o desenvolvimento de terapias baseadas no IgA, que poderiam melhorar a microbiota intestinal e tratar doenças como alergias, obesidade e câncer.

    Fonte: Link.

  • Candida auris, o superfungo mortal que gerou surto em Pernambuco

    Candida auris, o superfungo mortal que gerou surto em Pernambuco

    Você já ouviu falar do superfungo Candida auris? Trata-se de um fungo que pode causar infecções graves e até fatais em pessoas com baixa imunidade. Ele é resistente a muitos medicamentos antifúngicos e pode se espalhar facilmente em ambientes hospitalares.

    Esse fungo foi identificado pela primeira vez em 2009 no Japão e desde então já foi encontrado em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Em Pernambuco, um surto de Candida auris foi registrado em dois hospitais públicos, com 18 casos confirmados e seis mortes.

    Mas o que torna esse fungo tão perigoso e como se prevenir dele? Veja a seguir as principais informações sobre o superfungo mortal:

    • O Candida auris pode infectar diferentes partes do corpo, como a pele, o sangue, os órgãos internos e o sistema nervoso. Os sintomas podem variar de acordo com o local da infecção, mas podem incluir febre, calafrios, dor, vermelhidão e secreção.
    • O fungo pode ser transmitido pelo contato direto com pessoas ou superfícies contaminadas. Ele pode sobreviver por semanas em objetos como roupas de cama, equipamentos médicos e termômetros. Por isso, é importante seguir as medidas de higiene e proteção nos hospitais, como lavar as mãos, usar luvas e máscaras e evitar visitas desnecessárias.
    • O diagnóstico do Candida auris é difícil porque ele pode ser confundido com outros tipos de fungos. Além disso, ele não responde a muitos dos antifúngicos disponíveis no mercado. Por isso, é preciso fazer testes laboratoriais específicos e usar medicamentos de última geração para tratá-lo.
    • A melhor forma de prevenir o superfungo é fortalecer o sistema imunológico, evitando doenças crônicas como diabetes, câncer e HIV. Também é recomendado evitar o uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos, pois eles podem favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes.

    O superfungo Candida auris é uma ameaça à saúde pública que requer atenção e cuidado. Se você tiver algum sintoma suspeito ou tiver contato com alguém que tenha sido infectado pelo fungo, procure um médico imediatamente.

    Esse fungo foi identificado pela primeira vez em 2009 no Japão e desde então já foi encontrado em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Em Pernambuco, um surto de Candida auris foi registrado em dois hospitais públicos, com 18 casos confirmados e seis mortes.

    Mas o que torna esse fungo tão perigoso e como se prevenir dele? Veja a seguir as principais informações sobre o superfungo mortal:

    • O Candida auris pode infectar diferentes partes do corpo, como a pele, o sangue, os órgãos internos e o sistema nervoso. Os sintomas podem variar de acordo com o local da infecção, mas podem incluir febre, calafrios, dor, vermelhidão e secreção.
    • O fungo pode ser transmitido pelo contato direto com pessoas ou superfícies contaminadas. Ele pode sobreviver por semanas em objetos como roupas de cama, equipamentos médicos e termômetros. Por isso, é importante seguir as medidas de higiene e proteção nos hospitais, como lavar as mãos, usar luvas e máscaras e evitar visitas desnecessárias.
    • O diagnóstico do Candida auris é difícil porque ele pode ser confundido com outros tipos de fungos. Além disso, ele não responde a muitos dos antifúngicos disponíveis no mercado. Por isso, é preciso fazer testes laboratoriais específicos e usar medicamentos de última geração para tratá-lo.
    • A melhor forma de prevenir o superfungo é fortalecer o sistema imunológico, evitando doenças crônicas como diabetes, câncer e HIV. Também é recomendado evitar o uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos, pois eles podem favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes.

    O superfungo Candida auris é uma ameaça à saúde pública que requer atenção e cuidado. Se você tiver algum sintoma suspeito ou tiver contato com alguém que tenha sido infectado pelo fungo, procure um médico imediatamente.

  • Novo genótipo do vírus da dengue é identificado na Bahia: o que isso significa?

    Novo genótipo do vírus da dengue é identificado na Bahia: o que isso significa?

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti que pode causar febre, dor de cabeça, dores no corpo e manchas na pele. Existem quatro tipos de vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), que podem provocar diferentes formas da doença, desde a mais leve até a mais grave.

    Um estudo realizado pela Fiocruz Bahia em parceria com outras instituições identificou um novo genótipo do vírus DENV-2 circulando no estado. Um genótipo é uma variação genética dentro de um tipo de vírus, que pode ter características diferentes das outras.

    Segundo os pesquisadores, esse novo genótipo foi encontrado em 11 dos 13 municípios analisados e está associado a um maior potencial de transmissão e de gravidade da dengue. Além disso, ele pode representar um desafio para as vacinas em desenvolvimento contra a doença.

    O estudo foi publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases e alerta para a necessidade de monitorar a circulação dos vírus da dengue no país e de reforçar as medidas de prevenção e controle do mosquito vetor.

    Para evitar a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti, como recipientes que acumulam água parada, e usar repelentes e telas nas janelas. Também é recomendado procurar atendimento médico em caso de sintomas da doença e seguir as orientações dos profissionais de saúde.

    Fonte: Link.

    Um estudo realizado pela Fiocruz Bahia em parceria com outras instituições identificou um novo genótipo do vírus DENV-2 circulando no estado. Um genótipo é uma variação genética dentro de um tipo de vírus, que pode ter características diferentes das outras.

    Segundo os pesquisadores, esse novo genótipo foi encontrado em 11 dos 13 municípios analisados e está associado a um maior potencial de transmissão e de gravidade da dengue. Além disso, ele pode representar um desafio para as vacinas em desenvolvimento contra a doença.

    O estudo foi publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases e alerta para a necessidade de monitorar a circulação dos vírus da dengue no país e de reforçar as medidas de prevenção e controle do mosquito vetor.

    Para evitar a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti, como recipientes que acumulam água parada, e usar repelentes e telas nas janelas. Também é recomendado procurar atendimento médico em caso de sintomas da doença e seguir as orientações dos profissionais de saúde.

    Fonte: Link.

  • Detox iônico: o que é, como funciona e quais os riscos

    Detox iônico: o que é, como funciona e quais os riscos

    Detox iônico é um tratamento alternativo que promete desintoxicar o corpo através dos pés, usando um aparelho que emite correntes elétricas na água salgada. Segundo os defensores do método, a água muda de cor de acordo com as toxinas eliminadas, como metais pesados, vírus, bactérias e radiações.

    No entanto, não há evidências científicas que comprovem os benefícios ou a segurança do detox iônico. Na verdade, a mudança de cor da água é causada pela reação química entre os eletrodos de cobre e de aço e o sal, sem relação com as toxinas do corpo.

    O detox iônico pode ser perigoso para pessoas com problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, implantes metálicos, feridas nos pés ou alergia ao cobre. Além disso, o aparelho pode estar contaminado com bactérias ou fungos, causando infecções.

    A melhor forma de desintoxicar o corpo é através de uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras, legumes e água. Alguns alimentos que podem ajudar nesse processo são o alho, o limão, o gengibre e a salsinha. Eles possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas, que favorecem a eliminação de toxinas pelos rins e pelo fígado.

    Portanto, antes de se submeter ao detox iônico, consulte um médico e um nutricionista para avaliar os riscos e as alternativas mais eficazes e seguras para a sua saúde.

    No entanto, não há evidências científicas que comprovem os benefícios ou a segurança do detox iônico. Na verdade, a mudança de cor da água é causada pela reação química entre os eletrodos de cobre e de aço e o sal, sem relação com as toxinas do corpo.

    O detox iônico pode ser perigoso para pessoas com problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, implantes metálicos, feridas nos pés ou alergia ao cobre. Além disso, o aparelho pode estar contaminado com bactérias ou fungos, causando infecções.

    A melhor forma de desintoxicar o corpo é através de uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras, legumes e água. Alguns alimentos que podem ajudar nesse processo são o alho, o limão, o gengibre e a salsinha. Eles possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas, que favorecem a eliminação de toxinas pelos rins e pelo fígado.

    Portanto, antes de se submeter ao detox iônico, consulte um médico e um nutricionista para avaliar os riscos e as alternativas mais eficazes e seguras para a sua saúde.